MAMINHA NA CERVEJA

A maminha é tirada da peça inteira da alcatra e é muito macia e suculenta.

A alcatra, filé mignon, maminha, fraldinha e baby beef são as opções de carnes mais magras.

Já o cupim, costela e picanha são consideradas muito gordas e devemos evitar o consumo excessivo delas.

Então como somos adeptos do bem estar…segue uma receita fácil e gostosa além de saudável!

14-08-2013 001INGREDIENTES

1 maminha de + ou – um quilo

1/2 lata de pomarola

1 pacote de sopa de cebola

1 lata de cerveja preta

1/2 copo de azeite

Frite a carne no azeite, virando dos lados, em panela de pressão.

Acrescente os ingredientes e deixe por 40 minutos.

Abra e veja se está macia.

O caldo deve ficar grosso e eu fiz um arroz com brócolis para acompanhar.

14-08-2013 003Ideal para quando você está com pressa e quer fazer uma refeição gostosa!

 

 

 

INSTITUTO HISTÓRIA VIVA

Tudo começou, para mim, quando recebi um e-mail no Positivo onde trabalho: “O Instituto Positivo convida você a se tornar um voluntário do projeto de Contação de História. Os voluntários inscritos irão participar de encontros de formação para se tornarem contadores de histórias e, na sequência, serão encaminhados para o desenvolvimento de trabalhos voluntários em organizações sociais parceiras, conforme disponibilidade do voluntário”.

É claro que me inscrevi, pois como todos sabem, amo histórias e tenho dedicado uma boa parte do meu tempo a escrevê-las.

E foi na primeira aula que participei que passei a conhecer o trabalho tão maravilhoso do Instituto História Viva!

554874_542233325812326_1333036325_nMas o que é o Instituto História Viva?

Foi fundado em novembro de 2005 em Curitiba por ROSELI BASSI, que treina e gerencia os voluntários para se tornarem ouvidores e contadores de histórias.

“O objetivo principal dos projetos desenvolvidos é o de transformar para melhor os ambientes de dor e sofrimento de hospitais, asilos, abrigos e casas lares; valorizar a sabedoria dos idosos; levar as pessoas por meio das histórias: cultura, educação, carinho e alegria; e principalmente incentivar o saudável e imprescindível hábito da leitura”.

1238043_558999960802329_249999511_n

 

Ainda não terminei o curso nem fiz a “prova prática” que é a de ir contar história em um desses lugares, mas já deixo aqui a minha indicação e sugestão para todos que puderem que sejam também voluntários!

“A felicidade é um bem que se multiplica ao ser dividido”.

(Maxwel Maltz)

Entrem e saibam mais no site:

http://www.historiaviva.org.br

lobato(blog.livronet.com.br)

 

 

 

BOLO DE CHOCOLATE

Desde que meus filhos eram pequenos, faço esse bolo com o maior sucesso.

E aconteceu que numa Páscoa, fiz e resolvi escrever o nome deles em volta do mesmo. 

Ficou bem bonito com os nomes em relevo: Viviane, Fabiane, Paulo.

Só que na hora de cortar, ninguém queria que cortasse o lado onde estava escrito o seu nome…

Resultado: depois de muita conversa e nem uma conclusão, peguei a faca e passei pelos nomes, alisando tudo e podendo assim, cortar o bolo!

Coisas de crianças…

24-08-2013 002INGREDIENTES

4 ovos

8 colheres (sopa) de açúcar

8 colheres (sopa) de água

8 colheres (sopa) de farinha de trigo

4 colheres (sopa) de Nescau

1 colher (sopa) de fermento

Bata as claras em neve, junte o açúcar e depois as gemas. Bata bem.

Coloque os demais ingredientes um a um, mexendo levemente.

Coloque para assar em forma untada em forno 180º por mais ou menos 40 minutos.

Recheio e Cobertura

2 xícaras de açúcar

3 colheres de manteiga

8 colheres (sopa) de Nescau

1 lata de creme de leite (sem o soro e gelada)

1 pacote de chocolate granulado

Bata muito bem a manteiga com o açúcar e depois com o nescau.

Retire e acrescente o creme de leite.

Corte o bolo ao meio, recheie e depois cubra.

Enfeite com chocolate granulado e leve à geladeira.

24-08-2013 003

 

Em julho desse ano, fiz o bolo e, por causa da presença dos meus netos, coloquei M&M’s para enfeitar.

Não tive problemas ao cortá-lo…

24-08-2013 023

 

 

 

 

PANCHO

E lá vou eu passeando e entrando em Pets que hoje viraram moda e observando os cachorrinhos expostos, lindos e caríssimos.

Assisto propagandas na TV com cachorros que fazem tudo, super saudáveis porque se alimentam com a ração “tal”.

Fico com uma vontade louca de adotar um bichinho desses, sair com ele perfumado e limpo, ter um companheirinho para meus momentos de solidão.

Mas aí penso no trabalho que vou ter: sair cedinho de casa (já levanto tão cedo) para levá-lo fazer suas necessidades, comprar ração (porque nem comida faço em casa e acho que atualmente não se dá mais restos de comida), ver as vacinas, arrumar espaço para uma casinha, enfim, mudar meu modo de vida totalmente!

Penso comigo que não vale a pena trocar essa minha liberdade por alguns afagos caninos.

Penso melhor e o que não quero mesmo é colocar outro no lugar do único cãozinho que tive em toda minha vida: Pancho!

filhotinho5Era tão lindo e pequenino quando o ganhei!

Preto e branco, compridinho, com as patinhas tortas, mistura de um pai Fox e mãe Bassê.

Foi castrado ainda novo e tornou-se meu boneco vivo.

Eu o vestia, trocava e, como aprendeu a sentar, ficava assim me olhando com aqueles olhos redondos, parecendo me entender como ninguém.

Como eu tinha um carrinho de bonecas (daqueles de vime e babadinhos), colocava-o dentro, cobria com um cobertor e lá ia eu pelas calçadas empurrando como se fosse uma mãe e seu filho adormecido… se eu o esquecesse, lá ele ficava quietinho até eu lembrar e procurá-lo novamente.

Passei dos meus nove aos vinte anos convivendo com ele que ouviu minhas histórias de menina, meus descontentamentos de adolescente e minhas paixões de mulher.

Quando casei, aos vinte e um, fui morar longe e não pude levá-lo porque já estava velhinho e, no dia em que saí de casa, ele morreu.

Papai enterrou-o chorando no quintal de casa e só fiquei sabendo quando voltei para visitá-los três meses depois.

Chorei muito, muito!

Ele foi fiel até o fim de seus dias: amigo, companheiro que nada pedia em troca e se sentia feliz apenas em ouvir minha voz.

Talvez por isso seja tão difícil substituí-lo…

Talvez por isso eu devo ser fiel a ele…

 

 

FRICASSÉ

O “Fricassé” vem do francês que significa “guisado” (refogado) e, como nos ensina o Dicionário Online de Português, é um guisado de carne (vitela, porco, coelho ou aves domésticas) cortada em pedaços e cozida num molho.

No dia 7 de setembro desse ano, nos encontramos em Londrina para comemorar o aniversário de 70 anos do meu irmão Ciro.

Minha cunhada, Verônica, prendada como ela só, nos esperou com esse prato delicioso e super prático.

aniversário do Ciro- 70 anos 006

 

INGREDIENTES

2 peitos de frango

2 tabletes de caldo de galinha

2 colheres de manteiga

1 cebola picadinha

2 dentes de alho amassados

1 copo de requeijão cremoso

1 lata de milho verde (com a água)

1 lata de creme de leite (com o soro)

100 gramas de champignon

Cozinhe o peito de frango com o caldo de galinha e depois desfia e reserve.

Frite bem a cebola e o alho na manteiga.

Junte o frango desfiado e reserve.

Bata em liquidificador o milho, o requeijão e o creme de leite.

Misture ao frango e junte o champignon.

Leve ao forno por mais ou menos 30 minutos, retire e coloque um pacote de batata palha por cima, na hora de servir.

(Na foto, Verônica optou por servir a batata palha à parte).

aniversário do Ciro- 70 anos 005E já que falamos de Londrina, vejam a foto de uma cerejeira que fotografei de dentro do carro, em plena rua!

Maravilhosa!!!

aniversário do Ciro- 70 anos 004

aniversário do Ciro- 70 anos 003

 

ROUPAS PENDURADAS

Essa poesia foi premiada no VIII VARAL DE POESIA (Ariano Suassuna) da Faculdade de Ciências e Letras de Campo Mourão em 2007.

Tive o prazer de comparecer ao evento (uma linda festa) para ler e receber o troféu.

E o melhor…receber o aplauso e carinho de meu filho Paulo Emílio que mora lá.

roupas+varal

 

ROUPAS PENDURADAS

Ah, magia!

Poucas vezes percebida…

Roupas ao sol, limpas,

a balançar numa corda de varal.

—–

Se confunde com a brisa

o cheiro do amaciante

e o vento as toca docemente

como carícia de amante.

—–

Nele pendurei lençóis

e com eles a solidão;

manchados ainda,

impregnados de paixão.

—–

Pendurei toalhas

macias, envolventes,

que secaram corpos

saciados, ardentes.

—–

Pendurei blusas

entrelaçadas em abraço.

Calças que caminharam

em dolorido cansaço.

—–

Pendurei lenços

que lágrimas enxugaram.

Pijamas que dormiram

e comigo sonharam.

—–

E as roupas, ruborizando, secam.

Cores voltam ao normal.

E como bandeiras desfraldadas

se agitam num festival.

—–

Fica o puro, imaculado,

sem igual.

Roupas secando, dançando,

numa corda de varal.

varal- desenhoImagem 1- imperatrizleopoldinahabsburgo.blogspot.com

Imagem 2- http://www.cafeinaliteraria.com.br

 

 

BOLO INDIANO

“A culinária indiana apresenta uma forte dependência de ervas e especiarias, com pratos muitas vezes apelando para o uso sutil de uma dúzia ou mais de condimentos diferentes”- Wikipédia.

Uma das gostosuras dessa culinária é o bolo indiano.

Compramos algumas vezes na Requinte e minha neta Isadora comia e repetia com gosto.

Então por que não buscar e aprender essa receita para prepará-la em casa?

Foi o que fiz e, por coincidência, no mesmo dia minha filha lá em Angola onde mora, também fez!

Comparamos as receitas (e com outras também) e basicamente são todas iguais.

Isadora falando comigo no skype me contou feliz:

– Vovó estou comendo o bolo indiano!

E eu respondi:

– Também estou!

Maravilhosa coincidência!

14-09-2013bolo indiano 001INGREDIENTES

8 ovos

11/2 xícara de açúcar

4 colheres (sopa, rasas) de manteiga

2 xícaras de farinha de rosca

1 colher (sopa) de canela em pó

1 colher (sopa) de fermento

Bata as claras em neve e reserve.

Na batedeira, bata bem o açúcar com a manteiga e depois com 6 gemas (reserve duas para o recheio)

Junte a farinha de rosca e canela batendo bem.

Por último, acrescente as claras em neve, delicadamente e a seguir o fermento.

Leve para assar em forma untada por mais ou menos 40 minutos em forno 180º.

RECHEIO E COBERTURA

1 lata de leite condensado

1/2 lata de leite

1 colher (sopa) de manteiga

2 gemas

Leve ao fogo até ficar um brigadeiro mole.

Corte o bolo ao meio, recheie e cubra.

Salpique canela em pó.

(Eu não coloquei canela na cobertura para ficar um pouco mais leve).

14-09-2013bolo indiano 004

 

PRIMAVERA CHEGANDO!

“Prá não dizer que não falei de flores” já cantava Geraldo Vandré nos idos de 68.

Mas, além de falar precisamos vê-las, não apenas olhar…

Há mais de oito anos trabalho no Positivo, bairro Seminário e vou mostrar como sou privilegiada em trabalhar aqui.

Muitas vezes ao chegar, ouço bando de pássaros fazendo algazarra nos galhos das árvores; eles trazem alegria em seu “bom dia”!

Vejo o Seu Osvaldo, desde sempre, recolhendo folhas, varrendo, molhando plantas e cuidando delas com carinho.

E observo as árvores e flores!

Temos pinheiros!

E temos céu azul (às vezes)!

E, nesse 11 de setembro, de céu azul, trouxe minha máquina fotográfica para registrar esse desabrochar da primavera.

Não sou profissional como meu colega Radamés (que tem fotos lindas) nem tenho uma câmera possante como minha amiga Eliane (ambos da TE).

Mas tenho o olhar poético que me ajuda bastante.

Espero que vocês procurem ver as flores pois, como a música citada, “quem sabe faz a hora não espera acontecer”.

primavera- 11-09-13 025

Azaleia nos corredores

primavera- 11-09-13 001

primavera- 11-09-13 009

Boca de Leão

primavera- 11-09-13 007

Amor Perfeito

primavera- 11-09-13 015

primavera- 11-09-13 011

primavera- 11-09-13 002

primavera- 11-09-13 013

primavera- 11-09-13 023

primavera- 11-09-13 024

primavera- 11-09-13 021

primavera- 11-09-13 020

primavera- 11-09-13 018

primavera- 11-09-13 014

primavera- 11-09-13 016

primavera- 11-09-13 017

primavera- 11-09-13 003

E agora, os pinheiros!

primavera- 11-09-13 004

primavera- 11-09-13 022

BATATAS ASSADAS

Quando postei a receita de Mignon ao Molho Mostarda em 01 de Julho, fiz referência ao acompanhamento desse prato e que logo colocaria para vocês. Essas batatas complementam carnes de qualquer espécie e ficam muito gostosas.

Um sobrinho neto meu, Marco Antonio, jantou há algum tempo atrás em minha casa, justo no dia em preparei. Ele adorou!!! Cada vez que me encontra, pergunta:

– Tia, quando você vai me convidar para comer aquelas batatas em sua casa?

fotos p blog 012

INGREDIENTES

batatas

manteiga

sal

queijo ralado

Descasque e corte ao meio as batatas (no sentido de comprimento).

Em uma panela coloque para cozinhar com um pouco de sal.

Não cozinhe muito para não desmanchar.

Escorra e coloque em um pirex com uma camada bem grossa de manteiga e com uns pedacinhos também por cima delas.

Coloque o queijo ralado por cima e leve ao forno até dourar.

fotos p blog 023

ÍCARO

“Na mitologia grega ficou famoso pela sua morte por cair no Egeu quando a cera que segurava suas asas artificiais derreteu”.

icarusOs dois pegaram o mesmo ônibus que vinha da praia.

Ele sentou-se na janela, ela no corredor.

E ela olhou de esguelha para ele quando o ônibus começou a viagem de volta.

Viu que ele era bem jovem, bronzeado, cabelos lisos na altura do ombro. 

Seus traços finos demonstravam um rapaz “de fino trato”.

– Talvez seja surfista. Pensou ela. Quantos anos terá? Será que já está na faculdade?

Lá fora a noite caía, lânguida e perfumada.

As pessoas que viajavam já dormiam embaladas pelo ruído dolente do motor e pelo seu sacolejar.

Ela deitou a cabeça na poltrona e ficou a olhar para fora.

Foi quando ele escreveu com seu dedo, um nome no vidro embaçado da janela: Ícaro.

– É a minha deixa! Ela pensou. E mais que depressa perguntou: onde estão suas asas, Ícaro?

E ele como que esperando a pergunta, respondeu:

– Não é para todos que eu mostro, mas…terei o maior prazer em mostrá-las a você.

Olhou para ela e sorriu com aqueles dentes brancos, sorriso aberto, sincero, bonito como uma pintura.

E ela, com seu preconceito nato, preferiu não responder.

Ficou ali quieta, fechou os olhos e fingiu dormir, mas durante o percurso todo, tinha a deliciosa sensação da presença dele, tão perto, tão real.

E aí, luzes foram aparecendo, a cidade se aproximando e a viagem chegando ao fim.

Eles se levantaram, se olharam e disseram adeus.

E ela ficou parada no meio da estação, vendo-o se afastar.

Parecia um anjo!

Ele virou para trás e acenou.

Por um momento ela viu suas asas se abrirem…

Angel Ícaro

(Essa crônica minha saiu no Material do Aluno de História, 7º ano no Portal Aprende Brasil- Positivo Informática).

1ª imagem: sites.google.com

2ª imagem: http://www.flickr.com