OCEANIC AQUARIUM

Como eu estava em férias em Balneário Camboriu, aproveitei para conhecer o Aquário, recém inaugurado em 30 de dezembro de 2019.

São dois andares de visitação: um para espécies de água doce, outra para os de água salgada.

Jacarés, tartarugas, diversas espécies de peixes, cobra sucuri, pinguins, são alguns que já habitam nesse primeiro momento.

E também um polvo que ficou escondido o tempo inteiro, mas fotografei mesmo assim…

Com o tempo virão novos moradores, como o tubarão gralha preta e os cavalos marinhos.

Tem um local para crianças com área kids, lojinha com inúmeros souvenirs (eu trouxe um imã de geladeira lindo!) e café.

Achei linda a decoração e, como não poderia deixar de ser, tomei um café acompanhado de um pão de queijo quentinho!

Para lembrar vocês, tem um post meu aqui sobre outro aquário lindíssimo que visitei quando estive em Cape Town, África do Sul.

É só clicar aqui em:” Procurando Nemo, descobrindo o canal”.

TWO OCEANS AQUARIUM

Tubarões, peixes coloridos, tartarugas, focas, arraias, pinguins e muitas outras espécies nadam nas águas desse aquário.

São mais de três mil espécies dos oceanos Atlântico e Índico reunidos nessa parte mais charmosa da cidade, o Waterfront.

Mais uma dica para vocês conhecerem e se encantarem!

“E NENHUM DE VÓS PENSE MAL NO SEU CORAÇÃO CONTRA O SEU COMPANHEIRO, NEM AME O JURAMENTO FALSO; PORQUE TODAS ESTAS COISAS EU ABORREÇO, DIZ O SENHOR.”

 

BOLACHINHAS SAUDÁVEIS

Ah, um sábado silencioso em casa, depois da alegria de filhos e netos enchendo tudo de risadas, bagunças e alegrias, fiquei sem ter o que fazer…

Então o melhor é ir para a cozinha!

Foi o que fiz…

Queria mesmo experimentar essa receita que me fez lembrar das Rosquinhas da minha mãe…

INGREDIENTES

1 xícara de fubá

1 xícara de polvilho azedo

1/2 xícara de gordura vegetal

3 colheres (sopa) rasas de açúcar

1 ovo

1 colher (sopa) rasa de fermento

Coloque todos os ingredientes em uma tigela.

A gordura tem que estar bem molinha e por isso coloquei um pouquinho no micro-ondas.

Vá amassando com as mãos até dar liga (é bem rápido e fica uma massa bonita).

Fui tentar esticar com o rolo, mas não deu certo, então fui pegando pedacinhos da massa e modelando com as mãos.

Coloque em assadeira (não precisa untar) e leve ao forno pré aquecido em 200º até pegar uma cor (é bem rápido).

Coloquei em uma lata e aos poucos vou comendo (claro que com uma boa xícara de café)…

Fica macia e super saborosa!!!

Essa receita é para repetir muitas vezes!

“JÁ NÃO É PELO QUE DISSESTE QUE NÓS CREMOS, PORQUE NÓS MESMOS O TEMOS OUVIDO E SABEMOS QUE ESTE É VERDADEIRAMENTE O CRISTO, O SALVADOR DO MUNDO.” João, 4- 42

 

UM SÁBADO NA FAZENDA SANTA HELENA

Dalva Araci Lopes Medeiros, uma mulher sábia que aos 81 anos recebeu homenagem da Câmara da Mulher Empreendedora em reconhecimento ao seu trabalho, numa linda festa em maio passado.

E nós que fazemos parte da CME fomos até sua casa, em uma fazenda, onde ela com seu espírito empreendedor, transformou o local em um lugar para eventos.

Ônibus fretado, lotado, e todas numa animação até a chegada lá.

Quem nos recebeu foi ela própria ao lado de seu filho que nos levou a conhecer toda a instalação.

Era só celular tirando fotos daqui e dali, tanta coisa linda para ser registrada e ser vista de novo em casa com carinho.

A casa de paredes tortas e quase centenária que é como se fosse um museu, tantas pequenas coisas usadas antigamente e que vai despertando em nós aquela nostalgia de tempos passados.

O escritório onde seu marido escrevia (ele é falecido) continua intacto como se ele ainda estivesse por ali escrevendo poemas, livros e textos que fizeram dele um membro da Academia Mourãoense de Letras.

Tudo ali contrasta com a modernidade do salão de festas onde pudemos ouvir a doce senhora Dalva, nos contar sua história.

E o café colonial que nos ofereceu?

Só de lembrar dá água na boca!

Agora o que não posso esquecer mesmo, é que fui tirar uma foto ao lado de uma árvore linda, florida e que tinha ao lado um grande cacto com flores.

Não sei como foi, se encostei sem querer, só sei que de repente senti como se mil espinhos me espetassem.

Saí correndo até o banheiro e fui tirando casaco, camiseta procurando algum bicho ou formigas, mas nada!

Não se via nada!

Eram minúsculos, invisíveis como uma poeira mas que me pinicavam sem dó!

Meu corpo ficou com pequenas manchas grosseiras e até em outros dias, senti os espinhos em meu corpo.

Sei lá o que foi…

Procurei no Google, mas não encontrei nada que me desse uma explicação.

Mistério!

Saímos de lá bem a tardinha, sentindo ainda o abraço gostoso dessa senhora linda que uma vez, em seus poemas, o marido definiu mais ou menos assim:

“Dalva, uma estrela em minha vida, minha estrela Dalva!

Isso se chama amor!

“A NINGUÉM DEVAIS COISA ALGUMA, A NÃO SER O AMOR COM QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS; PORQUE QUEM AMA AOS OUTROS CUMPRIU A LEI.” Romanos, 13- 8

 

CAFÉ COM LETRAS

Que faço parte da Academia Mourãoense de Letras, vocês já sabem (é só ler lá em Foram tantas Emoções….).

Que gosto de café, todos sabem também, é só olhar nas receitas dos bolos onde escrevo: tudo de bom com um café.

E que gosto de livros, claro que estão cansados de saber!

Pois é!

Juntem tudo isso e olhem no que dá: domingo, manhã de céu azul, aquele calorzinho gostoso, uma feira com mil novidades, pessoas passeando e uma barraca com o quê?

Acertou quem pensou em LIVROS E CAFÉ!

Que dupla imbatível!

E ali em volta, nós, os escritores com seus livros, em conversas animadas com os passantes que chegam e param, pegam um ou outro livro e…resolvem levar.

(Dalva, eu, Maurício, Benedita, Giselta, Silvania, Gilson e Jair com sua filha)

Um pai se aproxima com sua filha que observa atentamente os livros à mostra.

– Olá! Eu digo. Quantos anos você tem?

– Nove. Responde ela.

Pego então o meu livro infanto-juvenil “O Nasquimi Dourado e outras Histórias” e entrego a ela.

– Você vai gostar de ler esse. Falo sorrindo.

O pai olha a capa e pergunta:

– Quem é Sílvia, a autora?

– Eu mesma. Respondo.

Ele fica mais interessado e comenta com sua filha em como é bom conhecer uma escritora.

– Vou levar. Ele diz.

Chamo então a menina e digo que vou escrever uma dedicatória a ela.

– Como é o seu nome? Pergunto.

– Hannah! E soletra para mim. É a mesma coisa de trás para a frente. Completa.

– Que lindo nome você tem. Eu falo enquanto escrevo para depois entregar.

Fizeram questão de uma foto.

É isso que nos faz sentir a importância desse nosso Café com Letras.

A conversa com um público que ainda não conhece os autores de sua própria cidade!

(Eu, Benedita e Giselta)

(Nós com a primeira dama Hosana)

A reunião gostosa de nós “imortais” tão e apenas mortais como todos que por ali passam

Aquela sensação de estarmos contribuindo com um pouquinho daquilo que temos e sabemos para outras pessoas.

É maravilhoso ver as pessoas saindo dali felizes com seus livros nos braços.

É gratificante o olhar agradecido de quem leva para casa aquilo que nós passamos dias, meses e até anos pensando e escrevendo.

E o que dizer desse encontro dentro dessa barraca onde trocamos ideias, fazemos planos, brincamos uns com os outros?

(Nosso presidente Fabio Sexugi fazendo uma selfie)

São letras que esvoaçam e vão colorindo o céu da nossa cidade.

Isso tudo enquanto tomamos um café!

“NÃO PEÇO QUE OS TIRE DO MUNDO, MAS QUE OS LIVRES DO MAL.” João, 17- 15

 

 

 

NO TEMPO DO TEMPO

É tão gratificante olhar através do tempo e resgatar pessoas e momentos de um passado distante!

Como já disse Salomão: “tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”.

E foi assim que passados 40 anos, pude me encontrar com uma amiga de quando aqui morei: Jose.

Ela era tão especial na sua maneira de ser, de conversar, além do que foi ela quem me ensinou a fazer bolos recheados onde o recheio principal era o amor.

(Lanche em sua casa em nosso primeiro encontro)

Estou escrevendo era, mas quando a encontrei, pude observar que ela continua a mesma pessoa de antes, de uma meiguice ímpar.

E foi interessante o modo como a reencontrei.

Eu já andava há tempos com dores nas pernas e então resolvi consultar um ortopedista.

Como não conhecia nenhum aqui (lembrem-se que retornei para Campo Mourão há três anos) pedi orientação de uma amiga que conhece a cidade inteira.

Ela me deu o nome do médico e disse:

-Ele é filho da Jose!

-Como assim? Perguntei. Da Jose nossa amiga que me ensinou a fazer bolos?

-Sim, ela mesma! Afirmou.

Claro que fui me consultar com ele e fiz mil perguntas sobre sua mãe.

Saí de lá com a receita para minhas dores e com o telefone da minha amiga.

Quando liguei para ela foi um sentimento gostoso, como se o tempo não tivesse passado.

Bem, aí fui até o apartamento onde ela mora e o abraço disse tudo: saudades, um olhar demorado para ver como estávamos (ela parece não ter mudado em nada) e perguntas e mais perguntas para serem respondidas em torno da mesa de café.

Depois desse dia, em 28 de maio, com muita chuva, voltamos a nos encontrar, dessa vez em minha casa e com a presença de mais duas amigas que também não se viam há bastante tempo.

(Jose com Rose e com Maria Teresa)

E em volta da mesa de café da tarde, tiramos selfies, fotos, rimos muito, conversamos com a promessa de nos encontrarmos mais vezes agora.

(Mesa de café bem mineira que preparei em casa)

Pois é, mais uma amiga que junto a tantas outras nessa cidade!

Como diz o final dos versos de Mário Quintana sobre o laço e o abraço: “então o amor e a amizade são isso… não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam. Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço.”

“O AMOR SEJA NÃO FINGIDO. ABORRECEI O MAL E APEGAI-VOS AO BEM.” Romanos, 12-9

 

 

MEU DISCURSO DE POSSE NA AML

Muitas pessoas pediram para que eu postasse o discurso que fiz por ocasião da minha posse na cadeira de número dois na ACADEMIA MOURÃOENSE DE LETRAS.

Ele é um tanto curto para os padrões, mas eu sou assim: minhas palavras são resumidas mas cheias de verdade e amor.

Então aí vai!

“Vou iniciar minhas palavras fazendo referência a três pessoas importantes na história da nossa Academia.

FRANCISCO IRINEU BRZEZINSKI, foi o fundador da nossa Academia Mourãoense de Letras.
Nasceu em Malé, no Paraná, em 1937.
Formado em Direito e Filosofia, em 1962 já estava em nossa cidade e foi vereador e presidente da Câmara.
Colaborou na fundação do Museu Histórico, foi deputado federal e fundou a Associação de Escritores de Campo Mourão.

NELSON BITTENCOURT PRADO, patrono, nasceu em Guarapuava , Paraná, em 1917.
Formado em Ciências Jurídicas e Sociais, Filosofia e Jornalismo.
Em 1951 instalou a primeira banca de advocacia geral aqui na cidade e editou o primeiro jornal local.
Foi vereador e presidente da Câmara.
São deles os dizeres: “bendito o criador e o semeador. Bendita a terra onde o povo recolhe o pão de sua própria seara.”

AGENOR KRUL, primeiro ocupante da cadeira número dois, nasceu em Ponta Grossa, Paraná, em 1946.
Filho de pais poloneses, veio para nossa cidade em 1970.
Formado em Filosofia, foi professor, diretor e depois presidente da Fundescam, hoje Unespar, onde foi o primeiro diretor. Sua esposa está aqui presente, o que muito me honra.
Ele diz em sua biografia: “a profissão do professor é uma das mais nobres entre todas as profissões e nunca devemos deixar as coisas como as encontramos, mas sim melhores do que estavam. Adotei essa terra, Campo Mourão, como a minha terra, para morar, viver e ser feliz.”

Agora sobre mim.
Nasci em Machado, Minas Gerais, a setenta anos atrás.
Meu pai, pastor, professor, escritor, poeta, tradutor; minha mãe professora de música e que tocava piano como ninguém.
Como não acabar gostando de ler, de música, e como boa mineira, gostar de cozinhar?
Então acabei sendo aquela pessoa que gosta de estar na cozinha e que enquanto prepara suas comidas, pensa em versos…
Tudo que escrevo é muito simples.
Minha poesia não é feita com palavras difíceis.
Ela é uma conversa que tenho com o leitor, como se estivéssemos nessa minha cozinha saboreando um café.
Como dizia Rubem Alves que tive o prazer de conhecer pessoalmente: “para se entrar numa escola, alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros bem que podiam dar lições aos professores. Os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome. Nós professores, temos que despertar a fome pelo conhecimento em nossos alunos, como faz o bom cozinheiro quando deixa a porta da cozinha aberta para que os aromas possam percorrer pela área de jantar e fazer os estômagos dos frequentadores roncarem de fome.”
É isso que esperam de nós: que possamos levar essa fome pelo saber, pela leitura, pela literatura.

Preciso agora agradecer.
A Deus, em primeiro lugar, por traçar meu caminho de volta para essa cidade que se tornou minha.
A meus três filhos, Viviane, Fabiane e Paulo Emílio, que sempre me incentivaram, juntamente com meu genro André e minha nora Patrícia, que me deram a alegria de quatro netos: Isadora, Heitor, Cesar e Daniel, obrigada.
A todos os meus amigos antigos e novos, da AME, da Biblioteca, do tricô e dessa Academia que hoje me recebe, meu muito obrigada.
Aos amigos que estão prestigiando esse solenidade, obrigada.
E encerro minhas palavras com a poesia que fiz, a qual ganhou o prêmio em 2017 no concurso de poesia sobre nossa cidade.
HISTÓRIA SEM FIM
Há muitos anos atrás
ela aqui viveu.
Na terra vermelha
de campos de soja,
de trigo, de gado,
de andorinhas voando
num céu todo seu.

Depois foi embora.
Criar filhos, trabalhar.
Ganhou netos,
escreveu livros,
mas um dia quis voltar.

E chegou devagarinho,
sem saber como
iria se recebida.
E a cidade faceira
abriu seus braços saudosos
recebendo a forasteira.

E ela pergunta ao moço:
A cidade mudou muito,
quase não a reconheço,
onde estão as andorinhas
que faziam alvoroço?

E ele continua contando
coisas que ela consegue lembrar.
Campo Mourão é história,
casa de amigos,
fácil de amar.

E ela agradece sorrindo
porque sabe muito bem
que dessa cidade amiga
ela faz parte também.

Agora, mais do que nunca!
Obrigada!”

“RECOMPENSOU-ME O SENHOR CONFORME A MINHA JUSTIÇA E RETRIBUIU-ME CONFORME A PUREZA DAS MINHAS MÃOS.” Salmos, 18- 20

 

CUCA DE BANANA

Ah, uma cuca de banana com café!

Tudo de bom!

Vou passar a receita como copiei do programa da Rita Lobo, mas acabei fazendo só a metade.

Comecei por preparar a farofa.

3/4 de xícara de açúcar

3/4 de xícara de farinha de trigo

1 colher (sobremesa) de canela em pó

50 gramas de manteiga gelada cortada em cubinhos

Mexa com a ponta dos dedos até ficar como uma areia molhada.

Reserve.

Enquanto isso corte 6 bananas em rodelas e reserve também.

Agora vamos à massa.

INGREDIENTES

6 ovos (na foto estão três porque, como já escrevi, fiz metade da receita)

1 e 1/2 xícara de açúcar

50 gramas de manteiga 

3 xícaras de farinha de trigo

1 xícara de leite

1 colher (sopa) de fermento

Primeiro unte uma forma com manteiga e polvilhe trigo.

Bata a manteiga com o açúcar e depois vá juntando os ovos um a um, sempre batendo.

Junte intercalando o leite e a farinha.

Retire da batedeira e junte o fermento, mexendo levemente.

Despeje na forma.

Coloque as bananas por cima.

Depois a farofa.

Leve para assar em forno pré aquecido a 180°, por mais ou menos 40 minutos.

Retire do forno e coma ainda quentinho!

Não dá para resistir!

“NO DIA EM QUE EU TEMER, HEI DE CONFIAR EM TI. EM DEUS LOUVAREI A SUA PALAVRA; EM DEUS PUS A MINHA CONFIANÇA E NÃO TEMEREI…” Salmos, 56- 3 e 4.

 

 

 

BOLO PEGA MARIDO

Bolo Pega Marido ou Bolo Espera Marido, o nome não importa e nem precisa ser para esperar ninguém… faça para saborear sozinha enquanto toma uma xícara de café.

Vi essa receita no site da Cozinha da Maria e gostei bastante!

E notem: não vai fermento!

Então, vamos aos INGREDIENTES:

1 lata de leite condensado

a mesma medida de leite integral

1 vidro de leite de coco

1 e 1/2 xícaras de farinha de trigo

3 colheres (sopa) de açúcar

3 ovos

3 colheres (sopa) de manteiga

Coloque em liquidificador os ovos, dá uma leve batida, depois junte os leites.

Bata e junte a manteiga, açúcar e farinha, batendo bem.

Coloque em assadeira ou forma untada.

Leve ao forno já aquecido em 200º por mais ou  menos 50 minutos.

Não precisa ser assado em banho maria, na foto aparece uma forma, mas é para não queimar embaixo do bolo…

Espere esfriar e coloque em um prato.

Depois, é só experimentar e ter cuidado com a gula…

Ele fica bem  cremoso por dentro!

“E DEUS LIMPARÁ DE SEUS OLHOS TODA LÁGRIMA, E NÃO HAVERÁ MAIS MORTE, NEM PRANTO, NEM CLAMOR, NEM DOR, PORQUE JÁ AS PRIMEIRAS COISAS SÃO PASSADAS.” Apocalipse, 21- 4

 

CUQUE COM GOIABADA

Tem dias que você está louca por um bolo com café.

E foi em um desses dias que fiz essa gostosura!

INGREDIENTES

1 xícara de açúcar

1 e meia xícaras de farinha de trigo

2 colheres (sopa rasa) de manteiga

2 ovos (separados)

leite (até ficar uma massa homogênea)

1 colher (sobremesa) de fermento

goiabada picada

Primeiro pique a goiabada e envolva em farinha de trigo. Reserve.

Bata as claras em neve e reserve.

Prepare a farofa: 1 colher (sopa) de manteiga, 1 xícara rasa de farinha de trigo, 1 xícara rasa de açúcar e canela em pó à vontade.

Derreta em uma panela a manteiga e quando estiver bem quente, junte a farinha, açúcar e canela e leve ao fogo mexendo bem por uns três minutos. Retire e reserve.

Bata bem o açúcar com a manteiga, depois as gemas e farinha de trigo com o leite.

Junte delicadamente as claras em neve e fermento.

Despeje em uma assadeira untada e coloque por cima os pedacinhos de goiabada.

Em seguida, polvilhe a farofa em toda a extensão.

Leve ao forno pré aquecido, 180º por mais ou menos 30 minutos.

Aí é só esperar esfriar ( se conseguir), passar um café e comer matando toda a vontade!

“CANTAI AO SENHOR, PORQUE FEZ COISAS GRANDIOSAS; SAIBA-SE ISSO EM TODA A TERRA.” Isaías, 12- 5

 

MÃOS QUE ABENÇOAM!

Existem várias maneiras de abençoar alguém, seja com orações, palavras, gestos, ações ou um trabalho em favor de outro.

E foi isso que aconteceu!

Um encontro prá lá de gratificante!

De um lado a Hosana, esposa do atual prefeito e cheia de projetos para atender as pessoas carentes; do outro a Marlene, dona da lotérica central e que possui um espaço enorme sobre essa loja e que estava com uma vontade enorme de fazer algo para ajudar; a do meio sou eu que escrevo sobre isso.

Pronto!

As duas se juntaram e deram início a esse encontro mágico de toda quarta feira à tarde e à noite.

Aí a teia foi se estendendo, uma amiga convidou outra amiga, essa levou outra e assim por diante e os encontros foram ficando cada vez mais gostosos e empolgantes!

Pessoas que nunca tricotaram ou sequer pegaram em uma agulha de crochê, de repente se juntavam para aprender com as professoras que gentilmente ensinavam.

Aí foi criado um grupo no WhatsApp onde todas se comunicam, colocam modelos de flores, mantas, bolsas, blusas e o que a imaginação criar.

Imaginem a alegria no encontro, o prazer em tomar um café juntas, o contribuir com tortas e bolos o que faz tudo ficar mais prazeroso!

E aí veio o encontro na praça!

Uma tarde de sol e céu azul!

Nos sentamos em baixo das árvores e começamos a trabalhar.

Pessoas que passavam em seu vai e vem domingueiro, paravam e perguntavam o porquê estávamos ali.

É claro que precisamos de um banner com explicações sobre esse projeto, mas isso vai vir e muitas coisas melhores virão!

Isso é só o começo!

Enquanto tecemos os quadrados coloridos, o pensamento vai até o final quando então juntaremos todos os pedaços e faremos mantas para aquecer aqueles que precisam.

E serão abençoadas essas mantas porque terão um pouco de cada uma de nós que colocamos nesse nosso fazer, o amor ao próximo!

“O SENHOR MANDARÁ QUE A BÊNÇÃO ESTEJA CONTIGO NOS TEUS CELEIROS E EM TUDO QUE PUSERES A TUA MÃO; E TE ABENÇOARÁ NA TERRA QUE TE DER O SENHOR, TEU DEUS.” Deuteronômio, 28- 8