OCEANIC AQUARIUM

Como eu estava em férias em Balneário Camboriu, aproveitei para conhecer o Aquário, recém inaugurado em 30 de dezembro de 2019.

São dois andares de visitação: um para espécies de água doce, outra para os de água salgada.

Jacarés, tartarugas, diversas espécies de peixes, cobra sucuri, pinguins, são alguns que já habitam nesse primeiro momento.

E também um polvo que ficou escondido o tempo inteiro, mas fotografei mesmo assim…

Com o tempo virão novos moradores, como o tubarão gralha preta e os cavalos marinhos.

Tem um local para crianças com área kids, lojinha com inúmeros souvenirs (eu trouxe um imã de geladeira lindo!) e café.

Achei linda a decoração e, como não poderia deixar de ser, tomei um café acompanhado de um pão de queijo quentinho!

Para lembrar vocês, tem um post meu aqui sobre outro aquário lindíssimo que visitei quando estive em Cape Town, África do Sul.

É só clicar aqui em:” Procurando Nemo, descobrindo o canal”.

TWO OCEANS AQUARIUM

Tubarões, peixes coloridos, tartarugas, focas, arraias, pinguins e muitas outras espécies nadam nas águas desse aquário.

São mais de três mil espécies dos oceanos Atlântico e Índico reunidos nessa parte mais charmosa da cidade, o Waterfront.

Mais uma dica para vocês conhecerem e se encantarem!

“E NENHUM DE VÓS PENSE MAL NO SEU CORAÇÃO CONTRA O SEU COMPANHEIRO, NEM AME O JURAMENTO FALSO; PORQUE TODAS ESTAS COISAS EU ABORREÇO, DIZ O SENHOR.”

 

MEU PRIMEIRO ENCONTRO

Minha primeira experiência de viagem a um encontro de Academias, aconteceu dias 15, 16 e 17 desse mês em Londrina, a 186 km daqui de Campo Mourão.

Fomos em três participantes, eu, Cristina e Giselta  representando nossa Academia de Letras de Campo Mourão.

Pastas e crachá já nos esperavam na recepção.

Logo fomos para a abertura solene com todos os “imortais” vestindo suas pelerines.

E fizemos pose para a foto oficial.

Além de palestras, conversas, trocas de informações, foi tudo muito musical.

Primeiro, na abertura, o Hino Nacional foi tocado por um violinista especialmente convidado para a ocasião.

E dali fomos ao Teatro Ouro Verde, onde ouvimos uma apresentação da Orquestra de Metais da cidade, tendo como participação especial, o saxofonista Derico, aquele bem conhecido dos programas de TV.

E ele não fez por menos: contou piadas, interagiu com a plateia além de tocar maravilhas como um pout pourri do grupo Roupa Nova, Tim Maia, encerrando com os Beatles.

Um carinho para meus ouvidos e coração!

Os convidados palestrantes foram aplaudidíssimos: primeiro o professor doutor Wolfgang Heuer, da Universidade de Berlin, e o professor doutor Domicio Proença Filho, da Academia Brasileira de letras.

Das diversas Academias presentes, foram feitas novas intervenções.

E no saguão do Hotel Sumatra, onde ficamos, vimos Varal de Literatura de Cordel, do Maurício Fernandes Leonardo, cadeira 25 da Academia local.

E também uma exposição de Aquarelas, da Neusi Berbel, cadeira 19 da mesma Academia.

Participamos de um jantar refinadíssimo, onde um grupo de mulheres cantantes nos proporcionaram horas de puro prazer.

E conhecemos muitas pessoas, tiramos muitas fotos, comemos muito e muito bem e nos despedimos felizes daquele que foi o 14º Encontro das Academias de Letras, Ciências e Artes do Paraná.

Agora é esperar 2020 em Toledo!

“E ELES SERÃO O MEU POVO, E EU SEREI O SEU DEUS.” Jeremias, 32- 38.

 

 

ANDANÇAS

Engraçado como as coisas boas acontecem até sem planejamento…

E isso aconteceu num domingo de setembro.

Acordei num dia lindo de sol e calor, com todo aquele dia pela frente e sem saber o que fazer.

Não demorou muito e o whatsapp apitou.

Minhas duas amigas, Ester e Giselta estavam perguntando o que eu achava de irmos até a Fazendinha passar o dia.

-Que ótimo! Um programa para hoje! Vamos sim! Falei alegre.

A Pousada Fazendinha pertence a um casal amigo, a Iracema e o Denir, que transformaram esse local em um encanto de lugar!

E, depois de nos encontrarmos na Praça, onde todos os domingos acontece a Feira Criativa da cidade, seguimos para lá.

E ali estavam eles: ela percorrendo tudo para se certificar que tudo corria bem e ele em uma mesa à beira da piscina, saboreando um vinho branco.

Pois foi ali que ficamos, entre conversas e lembranças, saindo de vez em quando para tirar algumas fotos do lugar.

E chegou a hora do almoço!

Que comida gostosa!

Eu, como boa mineira, me servi de carne de porco pururuca e da abóbora assada com açúcar mascavo.

Depois, sobremesa!

E se engana quem pensou que aí fomos deitar na rede para um repouso tranquilo.

Que nada… minhas duas amigas que estão acostumadas a fazer trilhas, me chamaram para andar numa delas que cortava a pousada.

E lá fui eu: com meu vestido africano, bolsinha nas mãos e mule!

Isso mesmo! Completamente despreparada para o feito!

Mas fui!

E elas riram muito de mim e eu aproveitava para deixar tudo mais engraçado do que já estava.

Até um lagarto enorme elas viram, mas eu não vi!

Estava agarrada aos arbustos pelo caminho até chegar a ponte pênsil, que foram duas, enquanto elas me zoavam muito.

Quando chegamos ao final da trilha, parei, levantei os braços e gritei:

-consegui!!!

E saiu essa foto!

Querem me convidar para uma próxima trilha (verdadeira) que farão no final do mês.

Não sei não…

Acho que fiquei satisfeita com essa!

“CERTAMENTE QUE A BONDADE E A MISERICÓRDIA ME SEGUIRÃO TODOS OS DIAS DA MINHA VIDA; E HABITAREI NA CASA DO SENHOR POR LONGOS DIAS.” Salmos 23- 6

 

 

 

VISÃO DE UMA CRIANÇA DE QUATRO ANOS, SOBRE A CIDADE ONDE MORA.

Escrevi esse texto em setembro de 2013, como se quem contasse fosse a própria Isadora, minha neta de 4 anos (na época).

“Sei que nasci em uma capital chamada Curitiba, que quer dizer “muitos pinheiros”e é considerada uma cidade de primeiro mundo.

Não sei bem o que isso quer dizer, mas sei que é muito bela, limpa e arborizada.

Ouvi na TV que seus moradores separam o lixo e desde muito pequena aprendi que não se joga papel nas ruas.

Meu pai é engenheiro civil e minha mãe é arquiteta e resolveram se mudar para Luanda, capital de Angola, na África.

Lá vim eu, ainda bebê para cá.

Sempre pensei em leões, elefantes, girafas, zebras, mas nunca encontrei nenhum a não ser no parque, porém isso também tem no Zoológico da minha cidade. Só não tem a Palanca Negra que é um antílope e considerado animal símbolo aqui em Angola.

Não tive nenhum problema com as pessoas: para mim são tão amigos quanto os amigos de lá. Falam mais rápido (papai disse que é o português falado em Portugal) e peguei logo o jeito deles.

As mulheres é que se vestem diferentes: são blusas e saias largas e coloridas, até os pés e um turbante na cabeça. Carregam seus bebês em uma espécie de bolsa em suas costas e ainda levam bacias enormes com roupas ou frutas em suas cabeças. Parecem equilibristas!

O dinheiro deles chama-se kwanza e vale bem menos que o nosso real.

Mamãe contou que Kwanza é o nome do rio que banha a cidade.

Aprendi com eles que aqui houve uma guerra que durou quase 30 anos e a cidade foi quase toda destruída. Então existem os prédios que sobraram desse tempo e os novos que papai ajuda a construir. Com isso a cidade vai ficando mais bonita e seu povo tem muito orgulho disso.

Precisam aprender ainda sobre os lixos. É muito triste ver as ruas amontoadas deles e isso traz doença para as crianças.

Mas são todos muito alegres!

Quando falamos “bom dia”, eles respondem “obrigado”, diferente do nosso jeito brasileiro de cumprimentar. Muito legal!

Em agosto, vovó veio nos visitar e fomos passear com ela pelas redondezas.

Como aqui o clima é sempre tropical, com muito sol, nos dirigimos à praia. No caminho, papai parou o carro ao lado de uma placa que dizia: “Miradouro da Lua”. Vovó só repetia: fantástico, fantástico! Aí mamãe explicou que aquele lugar é onde dizem que se encaixava o Brasil há milhões de anos atrás.

Não sei não…

Mas o nome é porque o solo se assemelha ao solo lunar. São fendas incríveis feitas nas pedras arenosas e de cima onde estávamos, pareciam crateras enormes. Só que não tinha ninguém tomando conta e o resultado era montes de lixo ao lado da única placa na frente do local. Acho que deveria ter uma casinha com muitos cartazes e folders explicando tudo para as pessoas e que pudessem ser levados para casa, mas… nada!

Que pena!

Vovó tem o livro “O Pequeno Príncipe” e já me contou a história do baobá que é uma árvore enorme. Pois é…esse baobá da história é a mesma árvore que existe aqui.

São muitas e em toda parte. Elas têm o tronco muito largo e, como estávamos no inverno, quase sem folhas em seus galhos.

Nesse dia quando saímos para passear vovó não se cansava de tirar fotos e mais fotos.

Fomos visitar também a feira de artesanato que é enorme e se chama Mercado do Benfica. Papai ficou só olhando enquanto as mulheres nem decidiam o quê comprar entre quadros e esculturas, tudo tão lindo!

Agora o que mais gostamos mesmo foi o safári que fizemos no Parque Nacional do Quiçama!

Fiquei meio cansada até chegar lá e, para falar a verdade, dei umas cochiladas. Acordei mesmo quando entramos na estrada de terra, muito estreita e os macacos começaram a aparecer.

Dali fomos para um pequeno caminhão alto, aberto dos lados com motorista e guarda do parque para “procurarmos” os animais. Cada vez que víamos, eram gritos de alegria e eram zebras em bando, girafas tranqüilas e maravilhosas, gnus e veados. Só não vimos os elefantes que procuramos na beira do rio, mas não estavam mais lá.

Que pena!

No condomínio onde moramos acontece uma coisa bem diferente: quando é mais ou menos seis horas da tarde, nos recolhemos dentro de casa e mamãe fecha portas e janelas. Isso porque vai passar o “fumacê”, um homem com uma máquina nos ombros e soltando uma névoa de veneno para matar pernilongos.

Pelo menos ficamos a salvo deles!

Aqui não temos aquela infinidade de shoppings que temos em Curitiba. Temos apenas um e bem novo que se chama Belas Shopping e fico orgulhosa quando vou até lá e vejo o restaurante japonês feito pela minha mãe.

É bem bonito!

Minha escola é muito parecida com as escolas do Brasil mas já estou querendo logo as férias para voltar. Tenho saudades de muitas comidas que não se encontram os ingredientes para fazer além de ser muito caro porque vem de fora do país.

Quanta coisa tenho para contar para meus primos e amigos dessa minha vida aqui!

E, como todos dizem, são experiências e conhecimentos que levarei para sempre!

Nada como ser um pouquinho angolana!”

Imagens: 1) curitiba-parana.net; 3) africa21online; 4) voaportugues.com; 7) escolabritannica.com.br

“NUNCA MAIS SE PORÁ O TEU SOL, NEM A TUA LUA MINGUARÁ, PORQUE O SENHOR SERÁ A TUA LUZ PERPÉTUA, E OS DIAS DO TEU LUTO FINDARÃO.” Isaías, 60- 20

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SERTÃO DE CIMA

Lá pelos idos de 1957, morávamos em Sengés, uma pequena cidade do Paraná e onde fiz o terceiro ano primário.

Minhas lembranças dessa época se resumem a poucas coisas, como o bulling que sofri na escola e a uma viagem que fiz com meus pais a um lugar chamado Sertão de Cima.

Frequentávamos a Igreja Presbiteriana local e nela havia uma família que possuía uma caminhonete, dessas abertas na parte de trás.

Pois bem.

Numa linda manhã de um sábado qualquer, fomos fazer um culto nesse lugar que fica bem distante da cidade que, como o nome mesmo diz, fica num alto onde chegamos depois de percorrer estradas sinuosas.

Valeu a pena, porque a vista era realmente maravilhosa: campos verdes, vales, rios, bem abaixo de nós!

Chegamos a um agrupamento de casas, todas muito simples, e crianças foram cercando o carro onde nos encontrávamos.

Papai com sua bíblia em mãos, se posicionou; minha mãe com seu acordeon começou a tocar e a melodia foi enchendo o ar; e eu fui colocada no alto da carroceria da caminhonete  quando comecei a cantar.

Eu sabia muitos hinos de cor e tinha realmente uma voz bem afinada para meus nove anos.

As portas se abriam, pessoas iam se chegando alegremente e, quando víamos, já eram muitas ao redor de nós.

Eu nunca tive vergonha ou qualquer problema em cantar: era o que eu sabia fazer naquele momento.

Depois disso, meu pai pregava a palavra.

Foi assim que terminado o dia, fomos dormir em uma casa onde me encantei com uma ninhada de gatinhos e com o colchão de palha onde dormi.

Que alto, que macio!

Mas a noite ainda me reservava surpresas!

Acenderam lampiões pela casa e havia um movimento de passos prá lá e prá cá, e qual não foi meu espanto ao ouvir bem alto, um choro de bebê!

-Acabou de nascer um nenenzinho aqui no quarto ao lado. Disse minha mãe empolgada!

E foi assim que na manhã seguinte entrei no quarto ao lado para conhecer o pequenino que dormia tranquilo no colo de sua mãe.

Sem médico, sem luz elétrica, sem nada!

Fomos embora, mas aquela cena de tão irreal permaneceu em minha lembrança.

Um lugar tão extraordinário e um acontecimento tão inusitado!

É para nunca ser esquecido, mesmo após mais de sessenta anos!

Imagens ilustrativas: 1) blogdobilhetepremiado.com 2) tripadivisor.com.br; 3) falandodeviagem.com.br

“Ó SENHOR, QUÃO VARIADAS SÃO AS TUAS OBRAS! TODAS AS COISAS FIZESTE COM SABEDORIA; CHEIA ESTÁ A TERRA DAS TUAS RIQUEZAS.” Salmos, 104- 24

 

 

 

NA TERRA DOS ANIMAIS!

Fazia muito tempo que minha filha Fabiane não colaborava com o blog ( desde 19 de março de 2018, com Fernando Pessoa) e eu sempre querendo mais e mais.

Então hoje vamos nos deliciar com esse novo texto!

“NA TERRA DOS ANIMAIS”

“Quando eu digo que moro na África muita gente pergunta se eu vejo leões e girafas atravessando a rua. Sempre brinco que sim, e digo que tenho um elefante como bicho de estimação!
Embora nunca tenha encontrado um rinoceronte no meu quintal, a natureza aqui é viva, pulsante e traz surpresas quase que diárias.
Nas últimas semanas uma turma de baleias tem feito a alegria de quem anda no calçadão de Sea Point (um dos bairros mais movimentados de Cape Town). Dia desses cheguei atrasada ao trabalho – fiquei parada olhando encantada elas se exibirem! Golfinhos também são companhias constantes, assim como focas e leões marinhos.

(Foto divulgacão)
E o convívio entre animais e humanos é harmônico. Talvez por isso eles cheguem tão perto da praia, sem receios. Além disso a água do mar, apesar de ser extremamente gelada, é muito limpa.


Já para o lado de Cape Point – onde fica o Cabo da Boa Esperança – os babuínos andam soltos. Mas desses prefiro distância! Eles podem ser agressivos, e gostam de roubar bolsas e comidas. Na minha última passada por lá eles subiram no teto do carro e ficaram pulando. O trânsito para quando eles tomam conta da estrada. Aí o negócio é ter paciência e esperar eles saírem.


Muito mais meigos são os esquilos, que passam o dia subindo e descendo das árvores no Company’s Garden, parque localizado bem no centro da cidade. Eles são supertranquilos e não se assustam com pessoas. Ao contrário, se você tiver alguma comida eles vêm comer na sua mão.


Os pinguins também são bem amistosos, e podem ser vistos aos montes na praia deles, a Boulders Beach em Simon’s Town. A praia é linda, de água limpa e gelada e lá eles vivem soltos na natureza. Como eles já estão acostumados com visitantes, dá dá pra chegar bem perto e caprichar na selfie!


Para os mais corajosos, o Eagle Park, localizado dentro da vinícola Spier, em Stellenbosch, oferece a oportunidade de pegar em águias, corujas e cobras. Como eu estava lá, acabei me empolgando e fiz ‘amizade’ com uma cobra bebê. Segundo o veterinário ela não é venenosa, o que me deu um certo alívio, e ainda vai chegar a três metros de comprimento (depois dessa informação nossa amizade acabou!).


Mas é claro que aqui também tem os grandes e temidos animais! Conhecidos por big five (os cinco grandes), são eles: elefante, rinoceronte, búfalo, leopardo e leão. Com sorte eles podem ser vistos em um dia de game em alguma reserva. Já fiz algumas vezes e recomendo muito! A emoção de procurar e encontrar esses bichos no seu habitat é incrível! Dos cinco só ainda não consegui ver o leopardo. Programa imperdível, afinal não dá para imaginar vir para África e não fazer safari (sim, é como ir a Roma e não ver o papa!).”

Fabiane Prohmann é jornalista, mora em Cape Town e se quiserem saber mais sobre o seu trabalho, é só entrar no Instagran onde tem sua página: @sawabonaturismo e também @fabiprohmann.

“E DEUS CRIOU AS GRANDES BALEIAS, E TODO RÉPTIL DE ALMA VIVENTE QUE AS ÁGUAS ABUNDANTEMENTE PRODUZIRAM CONFORME AS SUAS ESPÉCIES, E TODA AVE DE ASAS CONFORME A SUA ESPÉCIE. E VIU DEUS QUE ERA BOM.” Gênesis, 1-21

 

 

FÉRIAS, FAMÍLIA, AMIGOS E…COMIDAS!!!

Férias, que palavra mais agradável de se ouvir!

Mais ainda quando você pode aproveitá-la viajando!

Foi o que fiz: Natal em Brusque, Ano Novo em Balneário Camboriú.

Minhas filhas não vieram passar essas festas no Brasil, então me “apeguei” ao meu filho, nora e netos e lá fomos passar com a família da Pati no sul.

Brusque é um encanto de cidade e os pais dela que moram lá nos receberam daquele jeito tão carinhoso que até “fiquei sem jeito…”

(O buffet)

(Regina e eu)

(Todos reunidos)

Recebemos o Ano Novo em Balneário Camboriú, numa noite quente, mas que nem sentimos com o vento gostoso do 8º andar do apartamento de frente para o mar.

(Vista de cima, da praia apinhada de gente)

(O buffet)

(Eu)

A comilança foi muita em todos os dias: de camarões a carne Maria Macia, de antepastos até o tradicional bolo de fubá no café da tarde.

(Camarão à milanesa)

(Mignon recheado com aspargos e queijo e assado em churrasqueira)

(Carne de onça, mignon em tiras e queijo brie assado envolvido em massa)

(Bolo de fubá com goiabada)

Durante as tardes o passeio acabava no Passeio São Miguel, uma rua deliciosa com mesinhas pelo centro e inúmeros cafés, restaurantes e padaria.

(Esse não consegui resistir…)

E a praia?

Maravilhosa!

Principalmente nas manhãs bem cedo em que eu saía para caminhar e sentar para ler…

E o Camelódromo e a Avenida Brasil?

Uma tentação!

E lá vou eu dando um tchau pra quem fica…

Bem, agora já de volta, a vida segue normal.

Só os quilos a mais que vai ser muito difícil perder…

“PORQUE O SENHOR É DEUS GRANDE E REI GRANDE ACIMA DE TODOS OS DEUSES. NAS SUAS MÃOS ESTÃO AS PROFUNDEZAS DA TERRA, E AS ALTURAS DOS MONTES SÃO SUAS. SEU É O MAR, POIS ELE O FEZ, E AS SUAS MÃOS FORMARAM A TERRA SECA.” Salmos, 95- 3,4 e 5.

 

 

ÚLTIMAS FOTOS E UM ATÉ BREVE…

E chegou a hora de voltar!

Sei que vocês, leitores, estão sentindo falta das receitas, mas foi tanta coisa bonita para contar que precisei dar um tempo nelas.

Aguardem!!!

O dia estava muito frio apesar do sol, um vento gelado, mas saímos passear.

Minha filha mora em SEA POINT ao lado desse calçadão onde caminhamos vendo o mar.

(Observem o banco onde me sentei para descansar e a vista de Waterfront)

Fui conhecer o CAPE TOWN STADIUM onde foi realizado jogos da Copa de 2010.

Fica em meio a um jardim com direito a lago com patos nadando e muito verde; uma limpeza e cuidados de impressionar!

Nesse dia andamos muito até chegar ao centro para ver mais lojas de artesanato.

(Ao lado de Nelson Mandela e em outro dia descobrindo uma feira de rua)

Teve um dia que o sol não saiu, fazia um frio terrível e ficamos pensando se devíamos sair ou não. Aí perto da hora do almoço, não teve outra: vamos almoçar fora e tomar um vinho para aquecer. E descobrimos um encanto de restaurante!

Nas paredes livros e mais livros, uma lareira acesa esquentando o ambiente e… uma comida dos deuses!!!

Ao sair dali ainda tivemos coragem para andar pela praia deserta em frente.

(Olhem o “abacaxi de Itu”)

E deixei para o fim falar da TABLE MOUNTAIN (Montanha da Mesa), principal ponto turístico da cidade. Recebe esse nome por conta de sua estrutura, reta por cima, como se fosse uma mesa. Ela é vista de vários pontos da cidade.

E eu, ansiosa para tirar uma foto com ela atrás, mas vejam só…

Em um dia, a “sorte” de aparecer um pouquinho dela e que rapidamente foi coberta pelas nuvens. Em outro, eu faço pose de “onde ela está?”.

Nessas fotos acima, a primeira e segunda fotos mostram estátuas dos quatro ganhadores do prêmio Nobel com as devidas explicações: Albert Luthuli, Desmond Tutu, Fw de Klerk e o mais famoso, NelsonMandela.

Na terceira foto, os cantores de rua e na quarta, um descanso na paisagem linda.

(Aqui uma foto do acervo da Sawabona Turismo que pertence a minha filha Fabiane)

A Table Mountain num dia de sol.

Duas outras montanhas são destaque também: Lions Head e Signal Hill.

E assim encerro essa viagem, agradecendo a Deus e feliz por poder ter convivido com minhas filhas e netos, conhecer tantos lugares novos, tantas pessoas amáveis e contente por estar de volta para minha casa em Campo Mourão!

“PORQUE A TERRA SE ENCHERÁ DO CONHECIMENTO DA GLÓRIA DO SENHOR, COMO AS ÁGUAS COBREM O MAR.” Habacuque, 2- 14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PROCURANDO NEMO, DESCOBRINDO O CANAL

Ah, como é bom conhecer novos lugares!

E nesse dia, eu e Fabiane saímos para turistar mais um pouco.

(Andamos muito esse dia, mas a paisagem valia a pena!)

Começamos pelo TWO OCEANS AQUARIUM, onde tubarões, peixes coloridos, tartarugas, focas, arraias, pinguins e muitas outras espécies nadam nas águas desse aquário.

Localizado na parte mais charmosa da cidade, o Waterfront, o Two Oceans Aquarium reúne mais de três mil espécies dos oceanos Atlântico e Índico, que se unem no extremo sudoeste do continente africano, onde está o famoso Cabo da Boa Esperança.

Muita gente no local, principalmente crianças de escola com seus professores e que ficavam encantadas, assim como eu.

No aquário, você também pode assistir de perto aos animais sendo alimentados. Os pinguins, por exemplo, têm refeições duas vezes ao dia, às 11h30 e às 14h30. É nesse momento que os tratadores transformam a hora sagrada da alimentação em uma verdadeira aula de ecologia. Eles explicam os motivos de os animais viverem em cativeiro, descrevem os hábitos das espécies e ensinam por que devemos cuidar dos nossos mares. São uns fofos (os pinguins).

Mas vibrei mesmo foi com os milhares de Nemos!!!

Pertinho dali tem o passeio de barco, CANAL CRUISE, que segue por um canal onde vemos a cidade sobre outro ângulo, não menos encantador.

(Aqui também pudemos usar o fone de ouvido explicando todo o passeio).

Passamos por hotéis magníficos, mansões estupendas e tudo isso sobre uma água clara, despoluída e sem odor!

Foram 30 minutos de admiração!

Ainda sobrou tempo para darmos uma passadinha na Torre do Relógio, no Waterfront, onde são vendidos os ingressos para o passeio de barco até a ilha de ROBBEN ISLAND onde Nelson Mandela ficou preso. 

Por causa do mau tempo, os barcos não saíram nesse dia, mas se quiser saber tudo sobre esse passeio, clique aqui (A Prisão de Mandela)onde minha filha Fabiane conta e posta fotos impressionantes do lugar.

Observação: algumas informações foram tiradas do blog pé na estrada.

” ESCONDER-SE-IA ALGUÉM EM ESCONDERIJOS, DE MODO QUE EU NÃO O VEJA?-DIZ O SENHOR. PORVENTURA, NÃO ENCHO EU OS CÉUS E A TERRA?- DIZ O SENHOR.” Jeremias, 23- 24

 

MUITO VINHO E POUCAS FLORES

Que todo mundo fica encantado com essa cidade,Cape Town, não é novidade para ninguém!

São tantas belezas naturais, tantos prédios magníficos, restaurantes sofisticados, cantoria na voz grave dos moradores e muita história para conhecer.

E nada melhor que um passeio pelo ônibus de turismo para completar o meu dia.

Tive sorte de nesse dia sair sol, (apesar de muitas nuvens) e esquentar um pouco no decorrer do passeio.

Claro que fiquei na parte de cima do ônibus para não perder nada e achei ótimo ter o fone de ouvido com explicações em português (de Portugal, é claro!).

Primeira parada, KIRSTENBOSCH NATIONAL BOTANICAL GARDEN, “o mais bonito jardim da África!”

 

Fundado em 1913 e considerado um dos maiores e mais belos jardins botânicos do mundo, o Kirstenbosch é o primeiro jardim botânico de seu tipo a apresentar, exclusivamente, plantas nativas. São mais de 7.000 variedades de plantas, inclusive raras e ameaçadas, nos 36 hectares do Jardim Botânico de Cape Town.

Logo na entrada a estufa, um pequeno riacho escondido entre as pedras e uma homenagem ao tão querido por todo o povo, Nelson Mandela, que esteve ali em 1966 e que tem uma flor “Ouro de Mandela”cultivada  nesse local.

Realmente um lugar limpo, organizado com paisagens paradisíacas!

E seguimos rumo a GROOT CONSTANTIA!

A África do Sul ocupa uma alta posição na lista dos dez principais países produtores de vinho do mundo.

E cá estou eu na Vinícola Constantia, a mais antiga da África do Sul, considerada patrimônio tombado pela Província Ocidental do Cabo!

Você pode degustar 5 vinhos, harmonizados com chocolates e leva para casa uma taça de presente! Claro que trouxe a minha com o maior cuidado!!!

O lugar para isso, é apaixonante: muito amplo, com vitrines expondo garrafas e taças antigas, charretes e utensílios usados antigamente, e painéis contando um pouco da história do local.

Na volta vimos ao longe a cadeia de montanhas TWELVE APOSTLES (DOZE APÓSTOLOS), mas que infelizmente não pude ver inteira devido a muitas nuvens…

E, nesse lugar maravilhoso, vamos nos deslumbrando a cada curva.

Impossível, a gente pensa, ter mais coisas para nos deslumbrar de novo… mas tem!

No final do dia, mais um presente de Deus!

Só podemos agradecer!

“O QUE OPRIME AO POBRE INSULTA AQUELE QUE O CRIOU, MAS O QUE SE COMPADECE DO NECESSITADO HONRA-O.” Provérbios, 14- 31