POESIA PARA O ANO NOVO EM VÍDEO

Escrevi essa pequena poesia há muito tempo atrás, mas sinto que passei uma mensagem meio pessimista nela… não sei não.

Deixo então, agora, o meu desejo profundo de um novo ano repleto de bons acontecimentos, novos recomeços e uma bênção antiga e especial.

“O SENHOR TE ABENÇOE E TE GUARDE; O SENHOR FAÇA RESPLANDECER O SEU ROSTO SOBRE TI E TENHA MISERICÓRDIA DE TI; O SENHOR SOBRE TI LEVANTE O SEU ROSTO E TE DÊ A PAZ.” Números, 6- 24, 25 e 26

POESIA EM VÍDEO II

Aos poucos vou conseguindo gravar novos vídeos e colocando no Youtube.

Além de escrever as poesias, gosto de ler e muitas vezes até encenar as que estou lendo.

Me divirto muito!!!

Aqui nesse post, Poesia em Vídeo, estão as primeiras que gravei e hoje coloco mais algumas.

A primeira é ÁFRICA onde estive por duas vezes e… me encantei!

A segunda, ofereço ao meu time do coração: GOLEADA COXA BRANCA, onde presenciei tudo isso que conto.

Essa abaixo, UM POUCO DE MIM, é a poesia que abre meu primeiro livro, do mesmo nome.

E essa última (para não cansar vocês), chama-se MINEIRA em homenagem às mulheres mineiras como eu.

Então, divirtam-se e, como dizem por aí, curtam e deixem o seu like!!!

“TUDO QUANTO TEM FÔLEGO LOUVE AO SENHOR! LOUVAI AO SENHOR!”Salmos, 150- 6

UMA POESIA DE NATAL EM VÍDEO

Ah o Natal!

Já escrevi muito sobre ele e cada vez ele me inspira a escrever mais.

Hoje deixo essa minha poesia em vídeo, esperando que ela fale aos corações de vocês e aproveito para deixar aos meus mais de 216.000 visualizadores desse blog em mais de 40 países, meus votos de um Natal feliz e abençoado por Deus!

“GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, PAZ NA TERRA, BOA VONTADE PARA COM OS HOMENS!” Lucas, 2- 14

NOVEMBRO, MÊS DE ENCONTROS

Ah, quanta saudade… de sair, encontrar pessoas, amigos, poder conversar (mesmo de máscara)com alguém à sua frente (nem tão de longe…).

Pois foi assim esse novembro, cheio de coisas boas!

Começo com uma sala de aula (eu não estava presente), na penúltima oficina com alunos da Escola Municipal São José, de Peabiru, em que o professor Arleto, ensina literatura e, qual não foi minha surpresa, quando vejo a foto que ele me mandou!

Sou euzinha no quadro! E esse verso faz parte de uma poesia minha OUTONO.

Depois foi o café nas dependências do SENAC, onde comemoramos o Dia do Empreendedorismo Feminino, uma parceria do SENAC, SESC e da Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Negócios de Campo Mourão e região (CMEG).

Foram homenageadas 20 empresárias e a presidente, Ester Abreu Piacentini, fez questão de homenagear as participantes da sua diretoria com flores e certificados.

(Na foto acima Sr. Reginaldo, eu, Ester e Thiana, depois eu com o certificado, abaixo Cleire, Sonia, Ester, eu e Giselta; ao lado Giselta, Luciana e eu).

Nessa mesma tarde, fui até a Biblioteca Municipal em companhia da Dalva, presidente da AML e do Jair, também integrante como eu da Academia, para doação de livros às escolas de Campo Mourão e região.

(Acima: Dalva, Jair e eu; abaixo; Daniela (Colégio Mal. Cândido Rondon) e eu.
(Eu e Lílian (Colégio Integrado); Ana Roseli (Escola Municipal Monteiro Lobato) e eu; eu e Maria de Lourdes (Colégio Olavo Bilac- Peabiru) e Edilaine (Colégio Estadual Osvaldo Cruz) e eu).

Ainda nessa semana, fui visitar o Colégio Vicentino Santa Cruz para entregar dois livros meus para a Biblioteca: “O Nasquimi Dourado e outras histórias” e o recém lançado “Acalanto”.

( Marlene, bibliotecária do Colégio e eu)

Querem saber mais?

Gravei mais duas poesias para meu canal no Youtube que logo postarei aqui, mas hoje vou colocar um que minha nora, Patrícia, fez e editou.

É sobre como presentear nesse Natal: dando livros, repartindo conhecimentos, envolvendo a todos nessa corrente de paz e alegria que nos traz os livros.

Como já disse Monteiro Lobato: “quem escreve um livro cria um castelo, quem o lê, mora nele.”

Então, dê livros nesse Natal!!!

Isso tudo porque o mês ainda não acabou…rsrsrsrsrsrs

“VÊ, POIS, QUE A LUZ QUE EM TI HÁ NÃO SEJAM TREVAS.” Lucas, 11- 35

O SUSTO DO TIO ARTUR

E aqui vai mais uma historinha!

Sei que vocês gostam, então lá vai!

O SUSTO DO TIO ARTUR.

Na casa dos irmãos Gui, Ale e Ju era uma festa quando as luzes se apagavam.

Isso naquele tempo em que a luz elétrica vivia cansada, dava umas piscadelas e apagava de vez.

Aí, velas eram acesas e era quando o tio Artur gostava de contar histórias “de medo”.

Ele começava e todos ficavam tão atentos que quando viam suas sombras nas paredes, começavam a enxergar fantasmas e gigantes.

De repente, tio Artur dava um grito:

– ALEXANDRE!

Os cabelos arrepiavam de susto, um se agarrava ao outro e era uma gritaria geral.

Então vinha a mãe das crianças, lá de dentro, e ralhava com seu irmão:

– Artur, por que você fica assustando essas crianças? Já falei para parar com essas bobagens!

Mas era sempre a mesma coisa, era só ter uma noite sem luz que lá estavam todos reunidos querendo ouvir mais histórias “de medo”.

Um dia, o Alexandre, que era o mais velho dos irmãos, resolveu pregar uma peça no tio Artur.

Pegou um lençol branco da sua cama e deixou escondido perto da porta, esperando que pudesse usa-lo à noite.

Não contou nada para ninguém.

E dito e feito: naquela noite as luzes se apagaram.

Acenderam as velas e ficaram todos em volta do tio, pedindo histórias.

E ele começou.

Estava inspiradíssimo naquela noite!

Ale foi saindo abaixado bem quietinho, e, no corredor colocou o lençol sobre ele.

Na hora em que o tio Artur gritou:

– ALEXANDRE!

Eis que surge pela porta aquele fantasma correndo.

Foi uma gritaria geral!

Era um correndo para um lado, outro se escondendo em baixo da mesa,  quando a mãe entrou.

– Mas o que está acontecendo aqui?

E puxou o lençol de cima do Ale.

Todos olharam espantados para ele que ria a mais não poder.

E o tio Artur?

Esse saiu correndo, tremendo e nem conseguia falar direito.

E a mãe, no alto da sua sabedoria, disse:

– Bem feito! Quem assusta, sai assustado!

Imagens: 1) Pet-Pedagogia-UFBA; 2) Pinterest; 3) PNGWING

“NÃO VOS ENGANEIS: AS MÁS CONVERSAÇÕES CORROMPEM OS BONS COSTUMES.”ICoríntios, 15- 33

POESIA EM VÍDEO

Há muito tempo, coloquei no youtube alguns vídeos de histórias infantis.

Na verdade, 4 pequenas histórias e um vídeo das comidinhas da vovó.

Nunca mais coloquei nada ali.

Acontece que comecei a gravar vídeos de poesias que me pediam para colocar em reuniões online, como manda a pandemia.

Assim gravei alguns e resolvi postá-los em outro canal do youtube com o nome de Sílvia Fernandes- POESIAS (assim como está escrito com o acento agudo e tudo).

Esse foi o primeiro que gravei para a AML (Academia Mourãoense de Letras), um poema de minha autoria: BAILARINA.

“FESTA JUNINA”, é o tema dessas quadrinhas que fiz para um sarau online da AME (Associação Mourãoense de Escritores).

Essa poesia também é minha e foi a pedido da AML e se chama : CONVERSA COM A NATUREZA.

Pablo Neruda é o autor desse pequeno poema sobre as “estações do ano” e gravei para a AME que pediu para um sarau sobre a PRIMAVERA.

Bem, por enquanto são só esses, mas gostei da ideia e a partir de agora vou gravar mais algumas poesias para esse canal.

Se quiserem, o link é:

https://www.youtube.com/channel/UC8lnrkD_MpUaU3mujn4vRWw

Espero que tenham gostado!

“O SENHOR, TEU DEUS, ESTÁ NO MEIO DE TI, PODEROSO PARA TE SALVAR; ELE SE DELEITARÁ EM TI COM ALEGRIA; CALAR-SE-Á POR SEU AMOR, REGOZIJAR-SE-Á EM TI COM JÚBILO.” Sofonias, 3- 17

SERÁ VERDADE?

Um pequeno conto que poderá se tornar verdadeiro daqui alguns anos…

SERÁ VERDADE?

E aquela velha senhora sentou-se em sua cadeira de balanço e começou a lembrar. Devagar, porque agora em sua vida, não existia pressa para nada.

Seus bisnetos irrequietos não aguentavam a espera para ouvi-la contar histórias do seu passado distante.

– Bisa, conta logo! Pediu o menino de cabelos cacheados.

– Vai ser de medo? Não gosto de histórias que me fazem ter medo. Reclamou a bisneta mais velha.

– Vou contar uma história verdadeira que aconteceu há muito tempo atrás quando eu tinha a idade de vocês.

E ela começou e o silêncio reinou.

Era somente sua voz embalada no vai e vem da sua cadeira.

Num belo dia como outro qualquer, surgiu um mal em nosso mundo. Ele era invisível e muitas vezes mortal.

Tudo parou!

As pessoas não podiam sair de casa, se encontrar com amigos e muito menos abraçar porque esse vírus estava rodeando as pessoas para apanhá-las de jeito.

As escolas fecharam bem como as igrejas, parques, lojas, restaurantes, tudo foi fechado.

– Nossa, bisa, e como vocês faziam? Ficavam presos em casa? Perguntou o mais curioso.

Muitas vezes sim. Respondeu a bisavó. Sair significava não ver esse inimigo que podia entrar pelo nariz e boca nos deixando doentes. As pessoas não podiam ir ao trabalho e começou faltar dinheiro para comprarmos alimentos. Éramos obrigados a usar máscaras.

– O que? Tipo Homem Aranha? Perguntou o menorzinho.

– Mais ou menos, continuou a velhinha, e lavávamos as mãos centenas de vezes ao dia e ainda usávamos álcool nelas e nos móveis, fechaduras, pacotes. Tudo era muito difícil.

– Bisa, muita gente morreu por causa disso? Perguntou tristemente a menina.

– Sim, respondeu a bisa, milhares e milhares! Cada manhã chegavam mais notícias de pessoas contaminadas e os hospitais não davam conta de cuidar de tanta gente. O desespero só crescia!

Até que um dia, a vacina foi inventada!

– Ainda bem, que legal! Todos falaram juntos.

– Verdade, queridos! Sorriu continuando a contar. Mas ela foi vindo de pouquinho em pouquinho e todos nós enfrentávamos fila no desejo de sermos vacinados e ficarmos tranquilos.

Foi uma alegria quando todo o mundo pode tomar a vacina e por o vírus prá correr!

– Que sorte a nossa, né bisa, por não termos mais esse vilão por perto! Ponderou o mais velho.

Sim, falou a bisavó, nossa fé e esperança de que tudo iria passar, foi nossa salvação. É por isso que agora vocês podem usufruir dessa paz e tranquilidade em que o mundo se encontra.

Gostaram da história?

– Sim, muito! Obrigado, bisa! Respondeu o mais esperto que ao sair com os outros para as brincadeiras no quintal, pergunta: vocês acreditaram na história que a bisa contou? Acham que aconteceu tudo aquilo mesmo? Não sei não…

E a bisavó que ouvia tudo pensou com seus botões, será mesmo?

Imagens: 1) dreamstime; 2) Vecteezy; 3) BC boa consulta

“POIS ASSIM COMO POR UMA SÓ OFENSA VEIO O JUÍZO SOBRE TODOS OS HOMENS PARA CONDENAÇÃO, ASSIM TAMBÉM POR UM SÓ ATO DE JUSTIÇA VEIO A GRAÇA SOBRE TODOS OS HOMENS PARA JUSTIFICAÇÃO DE VIDA.” Romanos, 5- 18

O VÍDEO DA LIVE

Tudo passa…e a live já ficou na memória!

Foi uma noite linda com a presença do mestre de cerimônias FÁBIO SEXUGI e da presidente atual da Academia Mourãoense de Letras, DALVA HELENA DE MEDEIROS.

(Fábio e eu)

E meus filhos, nora e netos leram poemas e haicais!

Super emocionante!

O vídeo já está no Youtube, mas vou colocar aqui para quem não pôde assistir, ver!

O link para comprar o ACALANTO é: http://www.livrariaamolivros.com.br

“BOM É O SENHOR PARA OS QUE SE ATÊM A ELE, PARA A ALMA QUE O BUSCA. BOM É TER ESPERANÇA E AGUARDAR EM SILÊNCIO A SALVAÇÃO DO SENHOR.” Lamentações, 3- 25 e 26

A ÍNDIA “CARA PINTADA”

Era uma vez, há muitos e muitos anos atrás, uma indiazinha chamada Luau.

Ela morava com sua tribo bem no meio de uma linda floresta, às margens do rio Paraná.

Era um lugar mágico, cheio de vida silvestre onde as árvores serviam de abrigo para inúmeros pássaros e onde o rio transbordava de peixes.

Os índios mais antigos se reuniam ao pé da fogueira e contavam sobre as maravilhas que conheceram: O Salto de Sete Quedas que deu origem a Usina de Itaipu.

Os homens eram guerreiros valentes e as mulheres cuidavam das ocas, que era como chamavam suas casas.

Luau tinha muitos amigos.

Eles se divertiam nadando nas águas limpas do rio, ouvindo e aprendendo o canto dos pássaros e observando as estrelas à noite no céu.

Aprendeu a fazer objetos de barro, usar plantas para fazer chás e tintas.

Sua melhor amiga era Iamá.

Passavam o dia juntas inventando mil coisas.

E foi num desses dias em que preparavam tintas de várias cores e espessuras (umas mais grossas e outras mais finas) que Iamá perguntou:.

O que vamos fazer com essas tintas?

– Estou pensando em uma coisa: que tal eu passar essas tintas em seu rosto? Perguntou Luau a sua amiga.

Se você prometer que ficarei bonita, eu deixo! Confirmou Iamá.

E, com muito jeito, a pequena índia começou a maquiar (ela nem sabia que era isso que estava fazendo) o rosto de sua amiga.

Começou fazendo um traço bem fino com tinta preta, em volta dos olhos; aplicou a tinta azul que era mais grossa por cima; deu uma cor meio rosa nas bochechas e, na boca, usou uma tinta bem vermelha.

Pronto!

Olhou e nem acreditava no que via: Iamá estava linda!

E foram as duas correndo para suas ocas, mostrar para as mães.

No dia seguinte, ao amanhecer, enquanto espreguiçava em sua rede, Luau ouviu ruídos, passos e conversas lá fora.

Quando olhou, qual não foi sua surpresa ao ver uma fila de mães com suas filhas, esperando por ela e pedindo que as fizesse lindas também!

Até o cacique da tribo, que era o chefe, estava lá.

Só o Pagé, que era o feiticeiro, estava num canto morrendo de inveja.

E assim, Luau ficou sendo conhecida em toda a tribo como a “Índia Cara Pintada” e foi feliz para sempre.

Imagens: 1 e 2) pinterest; 3) educaçaoetransformaçao.com.br

“O SENHOR TE GUARDARÁ DE TODO MAL; ELE GUARDARÁ A TUA ALMA.” Salmos, 121- 7

A CASA DO PORQUINHO PRÁTICO

“No jargão da didática de leitura e escrita, reescrever um texto não é corrigi-lo ou revisá-lo, como faz supor o senso comum. No contexto da disciplina, reescrever é contar, com as próprias palavras, uma história conhecida, com a qual a turma já está bem familiarizada.”

E é isso que fiz em várias histórias que coloquei aqui, como:

A FILHA DA GALINHA RUIVA

DUNGA, O ANÃO QUE NÃO ERA MUDO

Como tenho visto nas estatísticas um grande número de procura por essas historinhas, resolvi colocar outra.

E hoje, a reescrita vai ter como personagem principal, A CASA DO PORQUINHO PRÁTICO.

Éramos três casinhas: uma feita de bambu, outra de tábuas e outra de tijolos.

Eu sou a de tijolos e vou contar o que aconteceu com as outras duas.

Fomos construídas por três irmãozinhos: o Cícero, o Heitor e o Prático.

Eles andavam com muito medo porque souberam que um Lobo muito mau havia chegado nas vizinhanças e logo acabaria por ali.

Foi quando cada um resolveu fazer uma casa e eu fui a última a ficar pronta.

Fui construída com tijolos, muito cimento e muita paciência e fiquei uma beleza: com janelas e floreiras, porta com cadeado e até uma lareira com enorme chaminé.

Enquanto isso, eu observava os dois irmãos que já estavam com suas casas prontas, a cantar e dançar pelos caminhos.

Nisso, uma correria danada!

Cada um entrou e se fechou dentro de suas casas.

Era o Lobo que chegava!

E logo ouvi sua voz, alta e forte, gritando na frente da casa do Cícero:

– Abra essa porta senão eu assopro e bufo e faço voar essa casa pelos ares!

E ele soprou e bufou e as palhas voaram nada sobrando daquela casinha.

Também ela era amarrada com barbantes e cola!

E não é que o Lobo já estava gritando na porta do Heitor onde o Cícero entrara correndo?

– Abra essa porta senão eu sopro e bufo e faço voar essa casa pelos ares!

E ele soprou e bufou e as tábuas foram caindo como se feitas de papel.

Que susto!

Abri minha porta para os dois irmãozinhos que entraram correndo como um raio, tremendo de medo.

Mas o Prático que estava sossegado, pois sabia como tinha me construído, acalmou-os dizendo que nada iria acontecer porque eu era muito forte.

Fiquei contente, mas sabia que a responsabilidade era enorme.

Eu tinha que salvar a vida daqueles três irmãozinhos adoráveis!

E o Lobo chegou gritando na minha porta:

– Abra essa porta senão eu assopro e bufo e faço voar essa casa pelos ares!

E o ouvimos soprar e bufar, e bufar e soprar e eu ali, firme como uma rocha.

Não balancei nem um milímetro!

Mas o Lobo não desistiu.

Resolveu entrar pela chaminé.

Mas o Prático que além de tudo era muito inteligente colocou fogo na lareira e quando o Lobo desceu, seu rabo começou a pegar fogo e ele saiu como um foguete, correndo sem nem olhar para trás.

E o final foi feliz, é claro: os irmãos se abraçaram e Cícero e Heitor resolveram construir casas iguaizinhas a mim.

Sou ou não sou poderosa?

Outras historinhas com centenas de visualizações:

O SORRISO DO GATO DA ALICE

O ARCO ÍRIS

A FADA SERELEPE

O LANCHE DAS PRINCESAS

O DIA DO PAPAI NOEL

Imagens: 1) Dentro da História; 2) Cultura Genial; 3) iStock

“OUVE-ME, SENHOR, POIS BOA É A TUA MISERICÓRDIA; OLHA PARA MIM SEGUNDO A TUA MUITÍSSIMA PIEDADE.”Salmos, 69- 16