EXPO LIVRO

Gosto de andar pelas ruas da cidade e vou assim, meio devagar, mas observando tudo ao redor.

E foi assim que olhando ao longe, no meio da praça, vejo…

-Não, não pode ser! Um ônibus de livros?

Vou chegando mais perto e…

-Sim, sim é um ônibus de livros!

Entro curiosa e o que vejo é tudo tão claro, limpo, ar condicionado (lá fora um calor enorme), mesas, cadeiras, TV, sofás e livros, muito livros!

Converso então com o casal que me recebe, Milton e Juracema, que me contam sobre tudo aquilo que meus olhos extasiados veem.

Esse projeto se chama INSTITUTO VIDA PARA TODOS (www.institutovidaparatodos.org.br) que leva para inúmeras cidades essa biblioteca ambulante.

Os livros, para adultos, jovens e crianças, são especialmente cuidados e editados em sua própria editora (EDITORA ÁRVORE DA VIDA) onde também circula um jornal mensal e que está em sua 300º edição.

Eles ficam, dependendo da disponibilidade do local, em média 20 dias; vieram de Foz do Iguaçu e seguem daqui para Guarapuava.

Também apresentam palestras e peças teatrais durante a permanência na cidade.

Não são ligados a nenhuma denominação e sua visão é “apresentar ao público cristão um jornal totalmente bíblico, com diversos temas da vida cristã e que suprisse espiritualmente vários segmentos de pessoas.”

Todos os livros trazem mensagens de amor, incentivo, união e outras.

Nesse livro infantil que comprei, Luva Lulu, “ensina a criança a ser perseverante na busca de objetivos e a não desanimar diante das dificuldades”.

Passei momentos tão agradáveis nesse local e só me entristeci por ninguém ter entrado enquanto permaneci ali…

Um presente para a cidade e tomara muitos ainda descubram e cheguem até lá para o receber!

“DISSE JESUS: IDE POR TODO MUNDO, PREGAI O EVANGELHO A TODA CRIATURA.” Marcos, 16- 15

 

 

 

A ARTE CONSTRUINDO UM PLANETA MELHOR!

Aqui em nossa cidade, Campo Mourão-Pr, tivemos dois eventos essa semana muito importantes e tudo a ver com o texto de hoje.

O primeiro, organizado pela primeira dama do município Hosana Tezelli, tem o nome de “CIDADE LIMPA, CIDADE VERDE” onde moradores de todos os bairros se unem para a limpeza e restauro de nossas praças, ruas e casas.

O segundo e não menos importante, foi a entrega do troféu José Moser, pela ACADEMIA MOURÃOENSE DE LETRAS a inúmeros artistas plásticos de nossa cidade, de Peabiru e Mamborê.

Um reconhecimento àqueles que traduzem em arte o sentimento mais profundo de cada um.

E nesse embalo ecológico, recebo esse texto tudo a ver, da minha filha jornalista Fabiane.

Como sempre, ela escrevendo com autoridade e conhecimento de causa!

Vocês vão gostar!!!

“A arte de reutilizar o lixo para desenvolver a consciência social”

Bordalo II consegue, com suas esculturas, criar arte a partir do desperdício.

Novembro de 2017. O bairro do Beato, em Lisboa, se transforma num dos lugares mais concorridos da capital portuguesa. A fila de aproximadamente duas horas é para ver a primeira exposição de Bordalo II, o artista que faz do lixo, arte. Intitulada Attero (substantivo latino para desperdício), em 20 dias atraiu mais de dez mil pessoas.

(Exposição Attero em Lisboa – crédito: Fabiane Prohmann)

Maio de 2018.

Terminal da Lapa, Zona Oeste, São Paulo. Avenida das Américas, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

À primeira vista você pode não entender qual a relação desses dois endereços. Menos ainda, se associarmos isso à história do parágrafo acima. Mas acredite, esses três lugares estão interligados pela arte.

Artur Bordalo, 31 anos, nascido em Lisboa, é o responsável por isso. As duas maiores cidades brasileiras foram presenteadas com suas obras – o bicho preguiça e o lobo guará mostram não apenas o talento desse artista, mas principalmente faz uma crítica ao mundo em que vivemos, onde o desperdício é comum e coisas perdem seu valor ou utilidade rapidamente.

(Bicho preguiça em São Paulo – crédito: Reprodução / Facebook)

 (Lobo guará no Rio de Janeiro – crédito: Reprodução / Facebook)

“Eu pertenço a uma geração extremamente consumista, materialista e gananciosa. Com a produção das coisas em seu nível mais alto, a produção de ‘resíduos’ e objetos não utilizados também é mais alta.

‘Waste’ é citado por causa de sua definição abstrata: “o lixo de um homem é o tesouro de outro homem”. Eu crio, recrio, reúno e desenvolvo ideias com material em fim de vida e procuro relacioná-lo à sustentabilidade, consciência ecológica e social”. (www.bordaloii.com)

( Entrada do atelier de Bordalo II, em Lisboa – crédito: Fabiane Prohmann)

Criatividade vem de berço para esse artista, neto do pintor Real Bordalo (1925-2017), conhecido pelos óleos e aquarelas que retratam paisagens urbanas, em especial edifícios e locais históricos de Lisboa.

Para dar forma à sua arte, Bordalo II utiliza caixotes de lixo, mangueiras, rodas de bicicleta, garrafas pets, para-choques de automóveis, caixas de papel, lixo tecnológico, contentores partidos, móveis, entre outros.

( Big Trash Animal: o gato, no Parque das Nações, em Lisboa – crédito: Reprodução / Facebook)

As suas esculturas mais conhecidas fazem parte da série denominada Big Trash Animals, e podem ser encontradas em cidades como Lisboa (Portugal), Paris (França), Hamburgo e Berlin (Alemanha), Santiago (Chile), Talin (Estônia), Lódz (Polônia), San Nicolas (Aruba), Pataya (Tailândia), Las Vegas e São Francisco (Estados Unidos), Rio de Janeiro e São Paulo, entre outras.

E você, já se deparou com alguma obra de arte do Bordalo II?

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Assim ela encerra seu texto, deixando para todos nós o sentido do dever e comprometimento que devemos ter em relação a cultura, aproveitamento e cuidado de nosso planeta.

Obrigada, filha!!!

“FAZE-ME SABER OS TEUS CAMINHOS, SENHOR; ENSINA-ME AS TUAS VEREDAS. GUIA-ME NA TUA VERDADE E ENSINA-ME, POIS TU ÉS O DEUS DA MINHA SALVAÇÃO.” Salmos, 25- 4 e 5

 

CAFÉ COM LETRAS

Que faço parte da Academia Mourãoense de Letras, vocês já sabem (é só ler lá em Foram tantas Emoções….).

Que gosto de café, todos sabem também, é só olhar nas receitas dos bolos onde escrevo: tudo de bom com um café.

E que gosto de livros, claro que estão cansados de saber!

Pois é!

Juntem tudo isso e olhem no que dá: domingo, manhã de céu azul, aquele calorzinho gostoso, uma feira com mil novidades, pessoas passeando e uma barraca com o quê?

Acertou quem pensou em LIVROS E CAFÉ!

Que dupla imbatível!

E ali em volta, nós, os escritores com seus livros, em conversas animadas com os passantes que chegam e param, pegam um ou outro livro e…resolvem levar.

(Dalva, eu, Maurício, Benedita, Giselta, Silvania, Gilson e Jair com sua filha)

Um pai se aproxima com sua filha que observa atentamente os livros à mostra.

– Olá! Eu digo. Quantos anos você tem?

– Nove. Responde ela.

Pego então o meu livro infanto-juvenil “O Nasquimi Dourado e outras Histórias” e entrego a ela.

– Você vai gostar de ler esse. Falo sorrindo.

O pai olha a capa e pergunta:

– Quem é Sílvia, a autora?

– Eu mesma. Respondo.

Ele fica mais interessado e comenta com sua filha em como é bom conhecer uma escritora.

– Vou levar. Ele diz.

Chamo então a menina e digo que vou escrever uma dedicatória a ela.

– Como é o seu nome? Pergunto.

– Hannah! E soletra para mim. É a mesma coisa de trás para a frente. Completa.

– Que lindo nome você tem. Eu falo enquanto escrevo para depois entregar.

Fizeram questão de uma foto.

É isso que nos faz sentir a importância desse nosso Café com Letras.

A conversa com um público que ainda não conhece os autores de sua própria cidade!

(Eu, Benedita e Giselta)

(Nós com a primeira dama Hosana)

A reunião gostosa de nós “imortais” tão e apenas mortais como todos que por ali passam

Aquela sensação de estarmos contribuindo com um pouquinho daquilo que temos e sabemos para outras pessoas.

É maravilhoso ver as pessoas saindo dali felizes com seus livros nos braços.

É gratificante o olhar agradecido de quem leva para casa aquilo que nós passamos dias, meses e até anos pensando e escrevendo.

E o que dizer desse encontro dentro dessa barraca onde trocamos ideias, fazemos planos, brincamos uns com os outros?

(Nosso presidente Fabio Sexugi fazendo uma selfie)

São letras que esvoaçam e vão colorindo o céu da nossa cidade.

Isso tudo enquanto tomamos um café!

“NÃO PEÇO QUE OS TIRE DO MUNDO, MAS QUE OS LIVRES DO MAL.” João, 17- 15

 

 

 

NO TEMPO DO TEMPO

É tão gratificante olhar através do tempo e resgatar pessoas e momentos de um passado distante!

Como já disse Salomão: “tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”.

E foi assim que passados 40 anos, pude me encontrar com uma amiga de quando aqui morei: Jose.

Ela era tão especial na sua maneira de ser, de conversar, além do que foi ela quem me ensinou a fazer bolos recheados onde o recheio principal era o amor.

(Lanche em sua casa em nosso primeiro encontro)

Estou escrevendo era, mas quando a encontrei, pude observar que ela continua a mesma pessoa de antes, de uma meiguice ímpar.

E foi interessante o modo como a reencontrei.

Eu já andava há tempos com dores nas pernas e então resolvi consultar um ortopedista.

Como não conhecia nenhum aqui (lembrem-se que retornei para Campo Mourão há três anos) pedi orientação de uma amiga que conhece a cidade inteira.

Ela me deu o nome do médico e disse:

-Ele é filho da Jose!

-Como assim? Perguntei. Da Jose nossa amiga que me ensinou a fazer bolos?

-Sim, ela mesma! Afirmou.

Claro que fui me consultar com ele e fiz mil perguntas sobre sua mãe.

Saí de lá com a receita para minhas dores e com o telefone da minha amiga.

Quando liguei para ela foi um sentimento gostoso, como se o tempo não tivesse passado.

Bem, aí fui até o apartamento onde ela mora e o abraço disse tudo: saudades, um olhar demorado para ver como estávamos (ela parece não ter mudado em nada) e perguntas e mais perguntas para serem respondidas em torno da mesa de café.

Depois desse dia, em 28 de maio, com muita chuva, voltamos a nos encontrar, dessa vez em minha casa e com a presença de mais duas amigas que também não se viam há bastante tempo.

(Jose com Rose e com Maria Teresa)

E em volta da mesa de café da tarde, tiramos selfies, fotos, rimos muito, conversamos com a promessa de nos encontrarmos mais vezes agora.

(Mesa de café bem mineira que preparei em casa)

Pois é, mais uma amiga que junto a tantas outras nessa cidade!

Como diz o final dos versos de Mário Quintana sobre o laço e o abraço: “então o amor e a amizade são isso… não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam. Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço.”

“O AMOR SEJA NÃO FINGIDO. ABORRECEI O MAL E APEGAI-VOS AO BEM.” Romanos, 12-9

 

 

NA TERRA DOS ANIMAIS!

Fazia muito tempo que minha filha Fabiane não colaborava com o blog ( desde 19 de março de 2018, com Fernando Pessoa) e eu sempre querendo mais e mais.

Então hoje vamos nos deliciar com esse novo texto!

“NA TERRA DOS ANIMAIS”

“Quando eu digo que moro na África muita gente pergunta se eu vejo leões e girafas atravessando a rua. Sempre brinco que sim, e digo que tenho um elefante como bicho de estimação!
Embora nunca tenha encontrado um rinoceronte no meu quintal, a natureza aqui é viva, pulsante e traz surpresas quase que diárias.
Nas últimas semanas uma turma de baleias tem feito a alegria de quem anda no calçadão de Sea Point (um dos bairros mais movimentados de Cape Town). Dia desses cheguei atrasada ao trabalho – fiquei parada olhando encantada elas se exibirem! Golfinhos também são companhias constantes, assim como focas e leões marinhos.

(Foto divulgacão)
E o convívio entre animais e humanos é harmônico. Talvez por isso eles cheguem tão perto da praia, sem receios. Além disso a água do mar, apesar de ser extremamente gelada, é muito limpa.


Já para o lado de Cape Point – onde fica o Cabo da Boa Esperança – os babuínos andam soltos. Mas desses prefiro distância! Eles podem ser agressivos, e gostam de roubar bolsas e comidas. Na minha última passada por lá eles subiram no teto do carro e ficaram pulando. O trânsito para quando eles tomam conta da estrada. Aí o negócio é ter paciência e esperar eles saírem.


Muito mais meigos são os esquilos, que passam o dia subindo e descendo das árvores no Company’s Garden, parque localizado bem no centro da cidade. Eles são supertranquilos e não se assustam com pessoas. Ao contrário, se você tiver alguma comida eles vêm comer na sua mão.


Os pinguins também são bem amistosos, e podem ser vistos aos montes na praia deles, a Boulders Beach em Simon’s Town. A praia é linda, de água limpa e gelada e lá eles vivem soltos na natureza. Como eles já estão acostumados com visitantes, dá dá pra chegar bem perto e caprichar na selfie!


Para os mais corajosos, o Eagle Park, localizado dentro da vinícola Spier, em Stellenbosch, oferece a oportunidade de pegar em águias, corujas e cobras. Como eu estava lá, acabei me empolgando e fiz ‘amizade’ com uma cobra bebê. Segundo o veterinário ela não é venenosa, o que me deu um certo alívio, e ainda vai chegar a três metros de comprimento (depois dessa informação nossa amizade acabou!).


Mas é claro que aqui também tem os grandes e temidos animais! Conhecidos por big five (os cinco grandes), são eles: elefante, rinoceronte, búfalo, leopardo e leão. Com sorte eles podem ser vistos em um dia de game em alguma reserva. Já fiz algumas vezes e recomendo muito! A emoção de procurar e encontrar esses bichos no seu habitat é incrível! Dos cinco só ainda não consegui ver o leopardo. Programa imperdível, afinal não dá para imaginar vir para África e não fazer safari (sim, é como ir a Roma e não ver o papa!).”

Fabiane Prohmann é jornalista, mora em Cape Town e se quiserem saber mais sobre o seu trabalho, é só entrar no Instagran onde tem sua página: @sawabonaturismo e também @fabiprohmann.

“E DEUS CRIOU AS GRANDES BALEIAS, E TODO RÉPTIL DE ALMA VIVENTE QUE AS ÁGUAS ABUNDANTEMENTE PRODUZIRAM CONFORME AS SUAS ESPÉCIES, E TODA AVE DE ASAS CONFORME A SUA ESPÉCIE. E VIU DEUS QUE ERA BOM.” Gênesis, 1-21

 

 

UM PASSEIO PELA LITERATURA

Começo agradecendo a Mara Cristina dos Santos Oliveira, estudante de Biblioteconomia do Centro Universitário Claretiano, responsável pelo projeto Nossa Gente Nossas Letras.

Em parceria com a bibliotecária Liane Cordeiro (Biblioteca Antonio Martins Filho), organizou o Encontro de Escritores, juntamente com os acadêmicos da Unespar Campus Campo Mourão (colegiado de Pedagogia e do curso de Formação de Docentes do Colégio Estadual).

Este foi o primeiro encontro organizado pelo projeto, aproveitando a data de 29 de outubro na qual se comemora o Dia Nacional do Livro.

(Liane, Mara e eu)

Pela manhã, falei para uma platéia interessada (Um passeio pela Literatura) e à noite, Jair Elias dos Santos Junior, discorreu sobre o tema:”Campo Mourão, a construção de uma cidade”.

Fui levando os ouvintes a passear primeiramente pela poesia, depois as crônicas, haicais, contos, reescritas, histórias infantis e juvenis.

Um passeio lindo para quem, como eu, ama a literatura!

(Valéria, a primeira à esquerda,-responsável pela biblioteca; em seguida a professora Dalva, Liane, professor Renato, eu e Marlene – bibliotecária do Colégio Santa Cruz).

(Momento para perguntas)

(Mara, Dalva e eu autografando um livro)

(Os alunos com as professoras Adriana e Cristiane e os outros já mencionados)

O que dizer desse momento?

Fernando Pessoa disse, certa vez: escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. 

A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida. Não é o caso da literatura. Essa simula a vida.

(Visita à biblioteca da Unespar)

“Por intermédio de diversos gêneros, formas nas quais a linguagem literária se manifesta, a literatura toma corpo e liberta-se do plano das ideias; transforma-se em um poderoso instrumento da comunicação e interação, difunde a cultura e democratiza o conhecimento”-Mundo Educação.

“COM A SABEDORIA SE EDIFICA A CASA, E COM A INTELIGÊNCIA ELA SE FIRMA; PELO CONHECIMENTO OS SEUS CÔMODOS SE ENCHEM DO QUE É PRECIOSO E AGRADÁVEL.” Provérbios, 24- 3 e 4.

 

 

 

 

 

 

 

ÚLTIMAS FOTOS E UM ATÉ BREVE…

E chegou a hora de voltar!

Sei que vocês, leitores, estão sentindo falta das receitas, mas foi tanta coisa bonita para contar que precisei dar um tempo nelas.

Aguardem!!!

O dia estava muito frio apesar do sol, um vento gelado, mas saímos passear.

Minha filha mora em SEA POINT ao lado desse calçadão onde caminhamos vendo o mar.

(Observem o banco onde me sentei para descansar e a vista de Waterfront)

Fui conhecer o CAPE TOWN STADIUM onde foi realizado jogos da Copa de 2010.

Fica em meio a um jardim com direito a lago com patos nadando e muito verde; uma limpeza e cuidados de impressionar!

Nesse dia andamos muito até chegar ao centro para ver mais lojas de artesanato.

(Ao lado de Nelson Mandela e em outro dia descobrindo uma feira de rua)

Teve um dia que o sol não saiu, fazia um frio terrível e ficamos pensando se devíamos sair ou não. Aí perto da hora do almoço, não teve outra: vamos almoçar fora e tomar um vinho para aquecer. E descobrimos um encanto de restaurante!

Nas paredes livros e mais livros, uma lareira acesa esquentando o ambiente e… uma comida dos deuses!!!

Ao sair dali ainda tivemos coragem para andar pela praia deserta em frente.

(Olhem o “abacaxi de Itu”)

E deixei para o fim falar da TABLE MOUNTAIN (Montanha da Mesa), principal ponto turístico da cidade. Recebe esse nome por conta de sua estrutura, reta por cima, como se fosse uma mesa. Ela é vista de vários pontos da cidade.

E eu, ansiosa para tirar uma foto com ela atrás, mas vejam só…

Em um dia, a “sorte” de aparecer um pouquinho dela e que rapidamente foi coberta pelas nuvens. Em outro, eu faço pose de “onde ela está?”.

Nessas fotos acima, a primeira e segunda fotos mostram estátuas dos quatro ganhadores do prêmio Nobel com as devidas explicações: Albert Luthuli, Desmond Tutu, Fw de Klerk e o mais famoso, NelsonMandela.

Na terceira foto, os cantores de rua e na quarta, um descanso na paisagem linda.

(Aqui uma foto do acervo da Sawabona Turismo que pertence a minha filha Fabiane)

A Table Mountain num dia de sol.

Duas outras montanhas são destaque também: Lions Head e Signal Hill.

E assim encerro essa viagem, agradecendo a Deus e feliz por poder ter convivido com minhas filhas e netos, conhecer tantos lugares novos, tantas pessoas amáveis e contente por estar de volta para minha casa em Campo Mourão!

“PORQUE A TERRA SE ENCHERÁ DO CONHECIMENTO DA GLÓRIA DO SENHOR, COMO AS ÁGUAS COBREM O MAR.” Habacuque, 2- 14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OS ESQUILOS E A BIBLIOTECA

Não, não é uma historinha das que conto para as crianças…(esse vídeo dos Esquilos e o Cachorro, está aqui).

Começou com um passeio pela Company’s Gardens, um jardim criado pelos holandeses em 1650 e que hoje se tornou um grande calçadão arborizado, com início na esquina da Wale Street com a Adderley Street.

(O começo do passeio)

Ao longo do jardim estão vários prédios importantes, como o Parlamento Sul Africano, uma escola, museus e…a Biblioteca!

Há também um grande parque público de acesso gratuito com jardins, jardim japonês, aviário e um pequeno lago.

E, esquilos!!!

São muito fofos e dóceis; se aproximam querendo algo para comer e teve um que até subiu pelas minhas pernas me dando susto!

Aí, como por encanto, surge a National Library of South Africa, fundada em 1818, portanto completando seus 200 anos de existência.

Abrimos o portão de ferro, subimos as escadas e entramos.

Já na entrada, assino um livro com meu nome e país de onde venho.

(Essa foto me fez lembrar do filme do Harry Potter, com as estantes que se moviam).

Maravilhosa!!!

(Muitas pessoas pesquisando e um silêncio absoluto).

(Programação do mês de Junho)

Se você quiser saber mais sobre “Muita Cultura no Centro de Cape Town“, clique aqui para ler uma matéria linda e completa, escrita em novembro de 2015 pela minha filha Fabiane Prohmann que reside lá e me acompanhou nesse passeio.

“DO SENHOR É A TERRA E A SUA PLENITUDE, O MUNDO E AQUELES QUE NELE HABITAM.” Salmos, 24- 1

 

 

ENFIM… CAPE TOWN!!!

Dia 17 de junho, domingo, deixei Luanda e meus queridos para seguir rumo a África do Sul, encontrar-me com minha filha Fabiane e conhecer essa cidade.

Saí de uma temperatura de 27° e tempo muito seco, para entrar em 12° com muito vento e uma chuva fininha!

Nada que abalasse minha vontade de conhecer tudo e dar um abraço apertado em minha filha…

E eis que chego, então, depois de 4 horas de um voo tranquilo.

Cape Town (Cidade do Cabo) é apelidada de “Cidade Mãe” e é a capital legislativa do país, sendo a segunda mais populosa (a primeira é Joanesburgo) com 3 milhões e setecentos mil habitantes.

Foi ocupada primeiramente pelos holandeses e depois o Reino Unido.

(Aqui, fotos do nosso encontro)

Como cheguei no primeiro dia do jogo da seleção do Brasil pela copa, fomos até um local chamado Mojo onde colocaram um telão e onde estava reunida uma turma de brasileiros para assistirem.

Nesse lugar, tem bem no centro um local onde se vendem somente as bebidas e, espalhados ao redor, tipo umas barraquinhas cada uma vendendo comidas diversas: pizzas, sushis, frutos do mar, sanduíches, nachos, pipocas, etc.

Fiquei a lembrar onde estava há quatro anos atrás, no dia do jogo do Brasil… quanta coisa aconteceu! Se me falassem que eu iria mudar de cidade, jamais acreditaria… e lembrei do que escrevi aqui nesse dia ( Dia dos Namorados/ Primeiro Jogo do Brasil).

Saindo dali, tipo decepcionada com a seleção, fomos até Waterfront.

Gente, o lugar é o que há de lindo!!!

Pode-se sentar, comer e degustar um bom vinho.

Ali se reúnem turistas de todo o mundo, dá para curtir lojinhas de artesanato, passeios de barco, roda gigante, museus, corais de música típica africana e muito, muito mais, que contarei em outros posts.

As fotos saíram cinzentas, como estava o dia, mas nem por isso deixa-se de ver um pouco a beleza do lugar.

Logo estarei contando como foi estar desbravando essa cidade linda!

“NO DIA DA PROSPERIDADE, GOZA DO BEM, MAS NO DIA DA ADVERSIDADE, CONSIDERA; PORQUE TAMBÉM DEUS FEZ ESTE EM OPOSIÇÃO ÀQUELE, PARA QUE O HOMEM NADA ACHE QUE TENHA DE VIR DEPOIS DELE.” Eclesiastes, 7- 14

 

 

 

 

100.000 VISUALIZAÇÕES!!!

Caramba!!!

Quando penso que esse número é maior que toda a população da cidade onde moro (Campo Mourão tem 94.153 habitantes conforme o IBGE de 2017), fico, no mínimo, espantada!

E feliz!!!

Comecei a escrever ainda tão inexperiente, isso em maio de 2013, quando contei o porquê do nome do blog e um pouco sobre mim.

Pensava nas pessoas e na responsabilidade que eu tinha em apresentar alguma coisa boa, diferente, gostosa de ler.

E hoje vejo com surpresa a lista de países que visualizam esse meu blog: BRASIL, ESTADOS UNIDOS, PORTUGAL, FRANÇA, HOLANDA, ÁFRICA DO SUL, ANGOLA, IRLANDA, CANADÁ, REINO UNIDO, ALEMANHA, SUÍÇA, ISRAEL, MOÇAMBIQUE, UNIÃO EUROPÉIA, ITÁLIA, SUÉCIA, JAPÃO, LUXEMBURGO, ESPANHA, ARGENTINA, BOLÍVIA, PARAGUAI, TAIWAN, POLÔNIA, MOLDÁVIA, CHILE, VENEZUELA, COLÔMBIA, UCRÂNIA, CABO VERDE, TAILÂNDIA, RÚSSIA, BÉLGICA, ÍNDIA, MÉXICO, BULGÁRIA, SURINAME, SÉRVIA, MACAU (CHINA), portanto 40 países!

Fico pensando quem, lá na Moldávia ou Suriname ou Macau, abriu esse blog e compartilhou um momento comigo…

Puxa, 100.000!!!

E nesse tempo contei tantas histórias, contei sobre viagens e cidades onde morei (11 ao todo), postei crônicas, poesias, vídeos, ensinei tricô e crochê, indiquei livros e filmes, e receitas (202), ao todo 397 posts.

É…conversamos muito nesses quase cinco anos!

E aí mudei de cidade, deixei meu cabelo branco, natural, fui premiada com contos e poesias, escrevi mais um livro (a ser lançado logo, logo), conheci pessoas, fiz novas amizades, ganhei mais netos, cuidei de plantas, e tantas coisas mais.

E quero continuar escrevendo, sempre, cada dia mais, que é o que ofereço a você que é um dos 100.000 que hoje forma comigo essa rede de amigos que me faz tão feliz!

(Foto tirada em dezembro de  2017 em Balneário Camboriú, sintam-se todos dentro desse abraço)

 

“Mas eu, com um cântico de gratidão,
oferecerei sacrifício a ti.
O que eu prometi
cumprirei totalmente.
A salvação vem do Senhor”.

Jonas, 2- 9