INSÔNIA

Quem nunca teve?

Eu!

Até o fatídico domingo, 12 de julho passado.

Recostada na cama do hotel onde estava hospedada, banho tomado, pijama quentinho, ainda sem sono, resolvi assistir o último programa Super Star, que ainda não tinha assistido nem uma vez.

Aí começo, é claro, a me empolgar e torcer entre as quatro classificadas, para a que achava melhor e que… ficou em segundo lugar.

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Já a campeã, me deixou “fula” de raiva e desliguei a TV com a mesma sensação que tive com o resultado das eleições: perplexidade!

Mas o assunto hoje é outro e fico pensando que a causa começou aí porque fiquei muito agitada.

Então me acomodo, afofo os travesseiros, fecho os olhos e espero o sono chegar.

Dali a pouco, viro para um lado, depois para o outro… nada, nem um bocejo sequer dando sinal que o sono chegava.

Barriga para cima e começo a passar os acontecimentos do dia: almoço, família, mais festa quando começo a ouvir o som da chuva batendo na vidraça.

– Oba! Isso é um começo gostoso para o soninho chegar!

Mas não naquela noite.

Aí lembro dos carneirinhos e resolvo contá-los, pulando uma cerca branquinha…

carneiros

Lá pelos trezentos e tanto desisto e então começo a declamar mentalmente poesias e versículos que sei de cor.

Nada!

– Ah, tem aquele exercício de respiração que ouvi em algum lugar e dizem dar certo!

Começo então a respirar pelo nariz, segurar até contar três e expelir  pela boca lentamente até sair todo o ar.

Aí tudo de novo e em umas cinco vezes, a pessoa já deve estar pegando no sono.

Não eu!

Olho no relógio: 04:49.

Começo a me preocupar de verdade!

E aí não sei quanto tempo mais levei naquele vira prá cá e vira prá lá; só sei que eram 07:30 quando ouvi as camareiras empurrando os carrinhos, abrir portas e cochichar alto.

Era o fim da noite!

rádio relógio

Imagens: 1) gshow.globo.com; 2) arteemparttime.blogspot.com; 3) dojapao.com.br

“INÚTIL VOS SERÁ LEVANTAR DE MADRUGADA, REPOUSAR TARDE, COMER O PÃO DE DORES, POIS ASSIM DÁ ELE AOS SEUS AMADOS O SONO”. Salmos 127- 2

 

 

O DIA EM QUE QUASE MORRI

Férias, que maravilha!

E no verão, melhor ainda!

Como recém separada, peguei meus três filhos, coloquei no carro com toda a bagagem a que tínhamos direito e lá fomos nós, rumo à praia.

Viajamos felizes, cantando e em cada curva que nos aproximava mais do nosso destino, brincávamos de “quem vê o mar primeiro”.

mar

Já sentia aquele cheiro de maresia, já saboreava o que estava para acontecer: muito peixe e camarão no cardápio.

Chegamos à casa que eu alugara por telefone: era bem boa, apesar de um pouco antiga, mas ficava no centro da cidade e bem perto do mar.

E assim começamos nossa tão sonhada temporada.

Os dias se sucediam em passeios, sorvetes, parquinho à noite, amigos e muita alegria.

Até que uma tarde choveu.

Chuva-forte_22

Forte, com direito a relâmpagos rasgando o céu e trovões assustadores.

Só a minha filha mais velha estava comigo em casa porque os outros tinham ido mais cedo à casa dos amigos.

Como o calor era muito forte, fui até a cozinha, descalça, e abri a geladeira para pegar água.

Fiquei grudada nela!

A geladeira em questão era daquelas bem antigas com puxador em aço.

Não conseguia me soltar, nem gritar, meu corpo todo tremia e eu senti que estava desfalecendo.

Foi uma questão de segundos e então fui jogada para longe.

Quando comecei a enxergar melhor, percebi minha filha abaixada ao meu lado.

Ela, com uma rapidez de raciocínio (só por Deus mesmo), tinha puxado o fio da tomada!

Mais tarde, quando fui ao médico e contei o sucedido, ele disse que eu já estava morrendo pelo fato do meu corpo nem ter controlado mais a bexiga.

Naquela noite enquanto dormia, senti alguma coisa bem perto do meu rosto e que me fez acordar: era a mãozinha do meu filho caçula, bem perto do meu nariz, para sentir se eu estava respirando…

Pobrezinhos, como ficaram assustados!

mãe e filhos

É por essa razão que em um poema que escrevi “Minha Filha, Minha Amiga”, do meu livro “Um Pouco de Mim”, digo: “se um dia te dei à luz, você também já me deu”.

Realmente, nasci de novo.

E da minha filha!

Imagens: 1) fundamar.org.br; 2) tempoagora.com.br; 3) colorirgratis.com

Do meu livro “Confidências ao Meio Dia”

“ASSIM QUE, SE ALGUÉM ESTÁ EM CRISTO, NOVA CRIATURA É: AS COISAS VELHAS JÁ PASSARAM, EIS QUE TUDO SE FEZ NOVO”. 2 Coríntios 5-17

CHICO BALANCEADO

Em nossa família sempre fizemos essa receita, só que ela não tinha nome… 

– Vamos fazer “aquela” de banana?

Ou:

– Hoje tem a sobremesa de “banana com suspiro”!

Até que fiz um caderno de receitas e na hora de colocá-la pensei e escrevi: “Banana Maravilha”… meio sem graça!

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Foi quando “descobri” o nome verdadeiro, mas não entendi o porquê… segue, portanto essa delícia de “Chico”!!!

INGREDIENTES

6 bananas

1 xícara de açúcar (para caramelar as bananas)

1 xícara de açúcar (para fazer o suspiro)

1 lata de leite condensado

2 medidas da lata de leite

3 gemas/ 3 claras em neve

2 colheres (sopa) de maisena

Primeiro caramele as bananas.

chico

Coloque em um pirex.

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Faça um creme levando os leites, as gemas e maisena ao fogo.

(Eu coloco as gemas num copo, acrescento a maisena, misturo super bem e ponho um pouquinho de leite para diluir bem. Aí é que misturo aos leites e levo ao fogo mexendo sempre).

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Coloque sobre as bananas.

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Leve ao fogo o açúcar e meia xícara de água para ferver até ficar uma calda grossa.

Bata as claras em neve e vá despejando a calda sobre elas batendo bem.

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Coloque com cuidado sobre o creme.

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Leve ao forno bem quente só para dar uma dourada no suspiro.

Sirva gelado!!!

FAMÍLIA NÔMADE

Quer dicas de viagens e hotéis, de programas em Curitiba (principalmente com crianças) e de lugares diferentes?

No blog Família Nômade (http://familianomade.com) você encontra tudo isso!

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Quem escreve é a jornalista Tatiana Escosteguy, amiga da minha filha Fabiane.

Elas se formaram juntas, ou seja, eu a conheço há quase vinte anos!

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A Tati é uma pessoa muito querida na família e, um dos posts que ela fez (Um espaço pra brincar ou tomar café?) tem fotos dos meus netos, Isadora e Heitor.

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Aliás, a Tati é mãe da Clara, de dois anos, um encanto de menina.

Ela e os meus netos aproveitaram bastante essas férias para brincarem juntos.

É a amizade de mãe e tia passando para os pequenos!

O nome do blog faz referência ao projeto de vida de Tati, do seu marido Sid, da pequena Clara e do “filho canino” o Dog.

Eles pretendem, ainda esse ano, fazer uma viagem de carro de Curitiba até o Canadá.

No caminho, além de matérias, esperam conhecer outras famílias que vivem nas estradas e que fazem do carro, suas casas e escritórios.

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Você também pode acompanhar as novidades pela página no Facebook- Família Nômade.

Mais uma ótima sugestão de blog interessante e com conteúdo inteligente!

(Colaboração da minha filha jornalista Fabiane Prohmann).

A MENINA ESCOLHIDA

Quando dei por mim, eu tinha pai, mãe, um irmão e uma babá.

Ela tinha a pele bem escura, um colo macio, era alegre, cozinhava como ninguém e engomava minhas anáguas que eu vestia aos domingos para ir à Igreja.

– Tem que ficar bem armada, Pedrina! Bem duras que parem de pé! Eu falava na minha impaciência de criança.

E ela engomava novamente, passava, me vestia e penteava meus cabelos crespos, sempre ouvindo meus choramingos.

Aí sentávamos para conversar: lareira acesa, pinhão estourando na brasa, vento gelado passando pelas frestas da porta, lá em Castro onde morávamos.

Castro

E sempre acabávamos pedindo para mamãe contar a “história da Pedrina”.

– “Eu e seu pai”, começava ela, “fomos morar, logo que casamos, em Machado, lá onde você, Silvinha, nasceu. Mas isso foi bem antes de você vir ao mundo. Como seu pai era pastor, visitávamos sempre as famílias da Igreja. Íamos a sítios, casas bem longe do centro e foi numa dessas vezes que chegamos em uma casinha bem pobre, de tábuas, chão de terra batida, apenas um cômodo onde morava a família da Pedrina: pai, mãe e sete filhos. Começamos a conversar, ensinar sobre higiene, cuidado com as crianças, quando vi, espiando pela porta aberta, uma carinha risonha. Colocava a cabeça, olhava, sorria e escondia de novo. Foi quando o pai dela contou-nos que não tinha condições de sustentar sua família, que estavam doentes e que, portanto, iam dar seus filhos. Se quiserem, ele falou, podem escolher qualquer um e levar. Eu então apontei para a porta e disse que era aquela menininha que eu iria levar. E assim, trouxemos a Pedrina para nossa casa. Como ela tinha piolhos, tivemos que raspar sua cabeça após o banho com bucha e sabão. Tiramos os bernes e colocamos creolina. Encontramos carrapatos e tiramos enquanto ela chorava… e nós também. Era magrinha de dar dó, mas fomos tratando com carinho e assim ela se curou e entrou para nossa família”.

Muitas vezes ouvimos essa narrativa e cada vez nos empolgávamos com a parte dos bichos e cada vez os olhos de Pedrina se enchiam de lágrimas de reconhecimento.

Como ela nos amava!

Viveu sempre ao nosso lado até se casar com um cabo do exército que servia com meu irmão.

Não podia ter filhos, mas queria tanto!

Até que um dia conseguiu engravidar e mamãe cuidou dela com infinita paciência, porque sua pressão subia pondo em risco sua vida e do bebê, que veio ao mundo recebendo o nome de Yedda em homenagem à minha mãe.

Mae negra (1)

Viveu pouco, depois disso.

Fiquei com aquela impressão triste de que se foi cedo demais…

Agora só restam lembranças e saudades!

(Do meu livro Confidências ao Meio Dia)

Imagens: 1) http://www.castro.pr.gov.br; 2) simplismentevida.blogspot.com

SOLIDARIEDADE

Choro…

Pelas incertezas da vida…

Pela criança perdida,

pelas pessoas doentes,

pelas famílias ausentes,

por pais esquisitos,

pelos velhos, esquecidos.

—–

Pela poluição do ar,

por falta do que sonhar,

pela injustiça, pela guerra,

pela falta de paz na terra,

pelo político ladrão

que rouba seu próprio irmão.

—–

Pelo desrespeito,

pelo desfalque aceito,

pela menina abandonada,

pela comida estragada,

pela morte na barriga

tirando de dentro uma vida.

—–

Pela sujeira de rios, mares,

pela destruição de lares,

pelo abraço negado,

pelo perigo a nosso lado,

pelo descaso com Deus

pela influência de ateus.

—–

Que fazer, Senhor?

Enxugue minhas lágrimas!

Solidariedade,

teu nome é amor!

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(Imagem: apenasumservo.blogspot.com)

Poesia do meu livro Um Pouco de Mim.

ROSCA ESTRELA DE FAMÍLIA

Dona Elisa, minha sogra, fazia essa rosca.

Sempre!

E nós adorávamos!

Aí ficou para sua filha e para mim o continuarmos a fazer essa receita.

rosca 8

E sim, você pode!!!

Acredite e vai conseguir fazer essa deliciosa rosca.

A satisfação de vê-la pronta, não tem preço!

INGREDIENTES E MODO DE FAZER

1 copo de leite morno

2 colheres (sopa) de açúcar

2 colheres (sopa) de fermento biológico

Misture e deixe crescer em uma caneca.

rosca

4 xícaras de farinha de trigo

1 colher (chá) de sal

1 colher (sopa) de óleo

3 gemas

rosca 2

Misture todos os ingredientes, sove a massa muito bem e depois abra como pastel.

Faça um creme com:

6 colheres (sopa) de açúcar

4 colheres (sopa) de margarina

Espalhe sobre a massa.

rosca 3

Pique pedacinhos de goiabada por cima.

rosca 4

Enrole e corte em pedaços.

rosca 6 (2)

Coloque em forma untada e deixe crescer por mais ou menos 1 hora e meia (dependendo do calor do dia).

pão e rosca 006

rosca 6 (1)

Asse em forno médio por 30 minutos mais ou menos.

rosca 7

Cubra com uma calda feita com:

2 xícaras de leite

2 xícaras de açúcar

rosca 9

MARAVILHOSA!!!

PÃO QUENTE DA PATI

ESPECIALIDADES DA FAMÍLIA II

Gente, esse prato vocês tem de colocar como muito especial!!!

Minha nora, Patrícia, é quem faz e nos passou a receita.

Eu aproveitei a vinda dos meus “angolanos” para fazer e nos deliciamos!

pão de forno da Pati 004

INGREDIENTES

1 pão de forma fatiado sem casca

300 gramas de queijo muçarela (em fatias)

200 gramas de peito de peru defumado (cortado em pedacinhos)

5 tomates picados

5 colheres (sopa) de pomarola

150 ml de água

1 cebola picadinha

3 colheres (sopa) de margarina

3 colheres (sopa) de óleo

1 colher (chá) de maisena

1 caixinha de creme de leite

sal

1 pacote de batata palha (bem fininha)

1 pacote (50 g) de queijo ralado

pão de forno da Pati 001

Leve ao fogo o óleo e a margarina.

Frite a cebola rapidamente e junte os tomates e deixe até derretê-los.

Junte a pomarola, sal e água.

Ferva bem e adicione a maisena (dissolvida em um pouquinho de água) e o creme de leite e deixe ferver por mais ou menos três minutos.

pão de forno da Pati 002

MONTAGEM

– molho ao fundo

– pão

– molho

– queijo muçarela e peito de peru

– molho

– pão

– molho

– queijo muçarela

– batata palha

– queijo ralado

pão de forno da Pati 003

Leve ao forno (180°) por mais ou menos 30 minutos e sirva quente.

pão de forno da Pati 005

pão de forno da Pati 006

Obrigada, Pati, por sua receita linda e gostosa!!!

TORTA DE LIMÃO DO EDU

Não!

Não é o Edu Guedes!

É o Eduardo, meu sobrinho, campeão na torta de limão (até rimou…).

Com essa receita, vou dar início a uma série de “Especialidades da Família”,  porque temos uma porção de mestres cucas nela.

Então, vamos lá: ESPECIALIDADES DA FAMÍLIA I

torta pronta

MASSA

5 xícaras de farinha de trigo

2 xícaras de açúcar

2 colheres (chá) de fermento

1 colher (chá) de sal

6 colheres (sopa) de margarina

massa 1

Misturar todos os ingredientes em pó, acrescentar a margarina e mexer (com as mãos mesmo) até ficar como uma farofa mais úmida. Untar a forma de aro removível. Fazer uma camada fina de massa nas bordas e fundo da forma.

massa 2

Assar em forno com temperatura média por aproximadamente 15 minutos (até ficar com a cor dourada).

RECHEIO

2 latas de leite condensado

2 latas de creme de leite

4 limões

Misturar o leite condensado e creme de leite até homogeneizar. Acrescentar aos poucos o suco de limão (peneirado) e continuar mexendo (o próprio suco vai engrossar o creme).

creme

COBERTURA

3 claras

4 colheres (sopa) de açúcar

suspiro 1

Aquecer (sem ferver senão cozinha) as claras e o açúcar. 

Quando começar a sair fumaça, bata na batedeira até virar um marshmallow.

Coloque o recheio sobre a massa já assada, depois o marshmallow e leve ao forno novamente para dourar, virando o tipo de um suspiro.

calda

CALDA

raspas de limão

3 colheres (sopa) de açúcar

1/2 xícara de água

Faça uma calda com as raspas de limão, açúcar e água e coloque por cima.

Só gelar, desenformar e se deliciar!!!

fatia

Obrigada ao Edu que tão gentilmente preparou a torta, fotografou os passos e me enviou!

ÂNGELA E RAQUEL

São minhas irmãs e agora divulgando seus trabalhos.

Uma com gostosuras e outra com belezuras (só para rimar…), isto é, uma faz doces e salgados deliciosos e a outra faz lindos trabalhos em artesanato.

Como podem ver, somos uma família prendada!

Vou começar em ordem alfabética, com a Ângela.

No facebook sua página é: DELÍCIAS DA ÂNGELA

/www.facebook.com/pages/Delícias-da-Angela/590429861054595?fref=ts

Telefones para contato: 9869-0037 e 3378-2406

bolo de morangos

Bolo de Morangos

torta de pessegos

Torta de Pêssegos com Doce de Leite

docinho

Docinhos para festas

Agora vou mostrar a Raquel.

Sua página no facebook é MDF, PAPEL E PINCEL BY RAQUEL

//www.facebook.com/mdfpapelpincelbyraquel?fref=ts

Telefones para contato: 9864-9395 e 3245-1858

chá

Caixa para chá

bebê

Conjunto para bebês

porta controle

Porta Controle Remoto

Então, gostaram?