CARRETEIRO COM CARNES MM- VÍDEO 04

A receita surgiu quando mercadores ambulantes atravessavam a região em carretas puxadas por bois. O carreteiro valia-se muito da carne de sol em seu cardápio, que no Sul do país é conhecida como charque, pois, além de abundante na época, ela se mantinha conservada durante os muitos dias das viagens. (gilomarilia.com.br)

É feito de arroz ao qual se adiciona carne seca desfiada ou picada, às vezes paio e linguiça em pedaços, refogados em bastante gordura, alho, cebola, tomate e cheiro verde.

E é uma receita bem parecida com essa que você vai ver no vídeo abaixo.

Mas antes, quero mostrar outros pratos feito com a FRALDINHA MARIA MACIA e que me foi enviada pelas:  minha amiga de muitos anos, GLACI GURGEL.

Ela contou-me que a família estava reunida e todos aprovaram com louvor!

E acabo de receber mais uma receita aprovada, vinda de Porto Velho, Rondônia. E quem fez foi a TAMARA OLIVEIRA HIGASHI, também amiga de muitos anos!

Obrigada, amigas!

“PORQUE O SENHOR É O NOSSO JUIZ; O SENHOR É O NOSSO LEGISLADOR; O SENHOR É O NOSSO REI; ELE NOS SALVARÁ.” Isaías, 33- 22

 

FRALDINHA MM AOS CINCO TEMPEROS- VÍDEO 03

Como é gratificante fazer um trabalho (tá bom… prá mim nem é trabalho…) e receber tantas manifestações de carinho e incentivo.

Pois é…

Duas amigas apostaram no primeiro vídeo e mandaram fotos dos pratos do Risoto de Linguiça Maria Macia que fizeram!

Eu amei e vou postar aqui para verem.

A primeira a mandar foi a LUCILENE, minha amiga da Câmara da Mulher e que trocamos filmes e séries da Netflix para comentarmos depois.

Olha só que coisa linda ficou!

Ela usou a Linguiça Mista MM!

Bem, a outra a enviar as fotos, foi a TELMA, amiga das Tricocheiras, onde passávamos as tardes a fazer tricô e crochê e trocar receitas.

Vejam que lindo ficou o prato!

Ela usou a Linguiça Mista Apimentada MM!

E assim a medida que eu for recebendo fotos, vou colocando aqui!

Obrigada, amigas!!!

“ESTE É O CAMINHO; ANDAI NELE, SEM VOS DESVIARDES NEM PARA A DIREITA NEM PARA A ESQUERDA.” Esdras, 30- 21