RESSONÂNCIA

A crônica de hoje foi escrita há dez anos atrás quando fiz esse exame pela primeira vez. 

Como repeti agora há poucos dias, achei oportuno mostrá-la.

Então… vamos lá!

RESSONÂNCIA

Bem que se diz que a velhice nos traz experiência!

É verdade!

Eu nunca precisei saber o que era ressonância magnética até sentir minha primeira dor nos joelhos e, depois de ir ao médico, fazer a seu pedido esse exame.

joelhos

A clínica, bonita por fora, dentro mais parecia um hospital: corredores com portas de vai e vem, avisos disso e daquilo, cheiro de remédio no ar, pessoas andando com camisolões e soro nas veias, enfermeiras ziguezagueando por ali.

Fui encaminhada ao vestiário e também precisei usar aquela “linda” roupa esterilizada.

Comecei a fazer parte do ambiente assim que terminei de retirar brincos, relógio, anel, corrente e fivela de cabelo e então me sentei num cantinho da sala de espera.

Percebi um corre- corre diferente e vieram me informar que a máquina acabara de estragar… cancelaram todos os exames.

Também em pleno domingo à tarde, até a máquina se viu no direito de descansar.

Claro que fiquei chateada porque além de ter perdido minha tarde de folga, teria que agendar um novo dia.

Mas… lá estou eu novamente, num final de tarde, depois de um dia cansativo de trabalho.

Respondo de novo todas as perguntas e o ritual se inicia.

Entro na sala.

máquina

A tão falada máquina é realmente assustadora!

Enorme!

Fui deitada, colocaram meu joelho em evidência, ajustaram fones em meus ouvidos recomendando que não me assustasse com o barulho, que não me mexesse, deram-me uma campainha para o caso de me sentindo mal, apertá-la e…saíram.

Então começou o exame.

O barulho é  muito alto e os sons vão mudando.

Eu tensa, imóvel.

Só meus olhos viravam de um lado para outro e meu pensamento, ah! esse sim, dava voltas e mais voltas.

Comecei a contar os quadrados do forro.

Aí parei o olhar em um respiradouro de ar com doze saliências em metal, como uma grade, e pareceu-me ver o Tom Cruise descendo por ela como no filme Missão Impossível.

E aquele monstro, codinome máquina, tremia, esbravejava, sacudia, urrava, querendo e conseguindo me apavorar.

Pelo tanto de sinais que emitia, meu joelho estava sendo devassado, esmiuçado, dissecado, pobrezinho!

Aí, de repente o silêncio!

Voltam os enfermeiros, colocam o outro joelho (ainda bem que não sou uma centopeia, nem sei se centopeia tem joelhos) para ser examinado e começa tudo de novo.

Mas aí já estou até me acostumando e o tempo passa mais rápido.

Silêncio!

Os atendentes voltam solícitos:

– Tudo bem com a senhora? Está sentindo alguma coisa?

E eu respondo sorrindo que tudo está bem, agora.

Afinal acumulei mais uma experiência em meu currículo…

Saí apressada para me vestir, pegar um táxi e correr para casa a tempo de assistir o penúltimo capítulo da novela das sete.

tv

Do meu livro Confidências ao Meio Dia

Imagens: 1) kilorias.band.uol.com.br; 2) http://www.forebrain.com.br; 3) newvagaboard.blogspot.com

MEU ROCAMBOLE DE CARNE

Meu, porque existem muitas outras formas de prepará-lo: com recheio de ovos cozidos, com presunto e queijo, com milho verde, bacon, etc.

Mas o meu é uma mistura mais saudável e não menos deliciosa.

rocambole salg

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INGREDIENTES

1/2 quilo de carne moída

1 pacote de sopa de cebola

1 ovo

2 cenouras

1 pimentão

1 maço de espinafre

1 tomate

Tempere a carne com a sopa de cebola e o ovo e misture bem.

Coloque sobre um papel filme esticado em uma superfície lisa e vá ajeitando com as mão até ficar como um grande bife.

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Dê uma passada no espinafre em água fervente, escorra bem e pique. Reserve.

Pique o pimentão e a cenoura em pedacinhos e refogue com óleo, alho e cebola à gosto até ficar ao dente. Reserve.

Pique o tomate em cubinhos e reserve.

Vamos a montagem:

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Primeiro o espinafre.

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Depois o refogado de cenoura e pimentão.

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Por último o tomate.

Aí com cuidado e ajuda do papel filme, vá enrolando como rocambole.

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Coloque em uma forma e retire o papel filme.

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Regue com bastante azeite e leve assar em forno pré aquecido e quente por mais ou menos meia hora.

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Coloque em travessa e sirva em fatias.

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Fica muuuuuito bom!!!

SÍLVIA, CADÊ VOCÊ????

Quinta feira, dia 22, foi meu último post e quero contar a vocês o motivo desse sumiço involuntário.

Foi nesse mesmo dia que tudo aconteceu.

Há tempos eu tomo remédios para um problema de desgaste ósseo no joelho.

Mas até aí tudo bem.

Só que há um mês atrás, logo depois do Natal, fui levantar do chão onde brincava com meus netos e senti.

natal 525

Na mesma hora começou a inchar.

Fui ao Hospital de Fraturas e o médico de plantão me indicou um anti- inflamatório.

Os dias passaram e voltei ao normal.

Enquanto isso fui a um especialista em joelhos que, em rápida consulta, mal me olhou, não pediu nenhum exame e mandou continuar com o medicamento.

Não gostei nem um pouco dele!

Aí fui a outro.

Até simpatizei mais, já que pelo menos me pediu uma ressonância magnética.

Marquei e fui fazer (no primeiro dia a máquina estragou e tive que voltar novamente no dia seguinte).

Só que nesse dia seguinte, o dia 22 fatídico, fui levantar da minha mesa de trabalho e… Pimba!

Aconteceu tudo de novo só que num grau muito maior! Não conseguia andar! Travou tudo e doía!

Resultado: corri para o médico que não pode fazer nada porque não tinha o exame em mãos e que ficava pronto só dali a três dias…

Então me mudei para o apartamento da minha filha Viviane que é bem grande e ela poderia me ajudar.

Nessas alturas, andar só com ajuda de bengala e sem poder esticar a perna.

Chegou o dia de pegar o resultado e levar ao médico.

Ele olhou só o diagnóstico e sequer viu as imagens anexas e nem o meu joelho que continuava inchadíssimo!

– Vamos operar! Os dois joelhos! Três meses de recuperação para um e mais três meses de recuperação para o outro!

E já foi dando as guias e pedido de afastamento para o INSS.

Saí dali chorando, é claro!

Meu Deus, tudo iria mudar em minha vida! Como eu faria seis meses dentro de casa? E teria meu trabalho de volta após todo esse tempo?

Aí os filhos tomaram à frente: vamos procurar um outro médico para uma segunda opinião!

Mais alguns dias procurando (como os amigos são importantes nessa hora) e recebendo várias indicações.

Até que apareceu um novo médico e lá fui eu.

Quanta diferença!

Eu com todos os exames nas mãos e ele a me examinar, explicar tudo, vendo todas as fotos da ressonância com extremo cuidado.

Tempo de consulta?

Uma hora e meia!

Por fim, disse que NÃO precisava operar!

Que o desgaste realmente existe mas que com fisioterapia e cuidados, tudo pode voltar a “ser como dantes no quartel de Abrantes”!

Essa história toda levou exatamente quinze dias, que para mim foram muitos mais.

Me senti com minha vida em suspenso,parada, sem definição, sem saber o que poderia acontecer…

Lembrei  sempre do livro da Polyana, que li muitas vezes, e pensava em fazer o “joguinho do contente” e, se houve alguma coisa para eu me alegrar nesses dias, foi que pude conviver com meus netos o tempo todo, sendo que de outra forma,não conseguiria.

Eu os vi acordar, comer, chorar, brincar, ter mal humor, conversar, dar risadas, e pude abraçá-los muito.

Li histórias centenas de vezes, sentada no “cantinho da vovó” que ficava em um lugar privilegiado onde tudo acontecia perto de mim.

Minhas filhas foram incansáveis nessa jornada.

E hoje,cá estou de volta, já em minha casa, me preparando para voltar ao trabalho na próxima segunda feira.

Viviane, André, Isadora e Heitor viajam nessa hora de volta para sua casa em Angola.

Coração apertado…

Agradeço a todos que ligaram, mandaram mensagens, oraram por mim!

Aos que fizeram aniversário e nem pude cumprimentar pelo facebook tal o meu desânimo, sintam-se abraçados!

A Viviane, André, Fabiane, Paulo Emílio e Patrícia, meu obrigada e amor eterno!

A Deus dou graças por Sua presença constante em minha vida!

boca

E vamos lá, gente!

Segunda feira vem aí com nova receita de um salgado super gostoso que fiz antes de tudo acontecer.

Estamos de volta!!!

Imagem: http://www.minirecados.com

 

A CASA DAS ORQUÍDEAS

Não podia ser melhor o primeiro livro que li esse ano: “A Casa das orquídeas”de Lucinda Riley!

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É dela o livro que li em meus dias de férias em Bombinhas no ano passado: “As Sete Irmãs“e que amei.

No último Natal fizemos amigo secreto e foi criada uma página no Facebook para todos os 25 participantes colocarem o que gostariam de ganhar (valor de R$ 100,00).

Eu, mais que depressa, pedi um vale presente das Livrarias Cultura, Saraiva ou Curitiba e minha amiga Alexandra me deu o presente pedido dentro de uma caixa linda em forma de casinha acompanhada de chocolates Lindt que amo de paixão.

Aí fui escolher o livro e… que bom, vai dar para comprar mais dois!!!

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(Essa é uma orquídea que tenho em minha casa)

Bem, voltando ao meu livro: fico pensando em como uma pessoa pode ter tanta imaginação para inventar uma história como essa!

A autora consegue entremear o passado com o presente de seus personagens (como já visto no livro anterior) com muita precisão e coerência.

Tudo isso numa linguagem gostosa que prende a atenção e faz com que a gente nem queira desgrudar da leitura.

Me tornei fã dessa autora e já comprei mais um dela que, se gostar, indico para vocês.

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Mais uma leitura que chega ao fim… adorei!!!

 

BROWNIE COM FRUTAS VERMELHAS

E não é que a responsabilidade de levar a sobremesa para a ceia do dia 31 foi minha novamente?

E, como no ano passado a “Sobremesa de Frutas Vermelhas” que levei foi super elogiada, procurei por uma nova receita com as mesmas frutas e juntei o brownie com um creme a elas.

Nesse mundo de facilidades, resolvi experimentar o “Brownie Dona Benta”.

Ficou ótimo!

E viva a praticidade!!!

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INGREDIENTES

1 embalagem de mistura para bolo Brownie Dona Benta

3 ovos

5 colheres (sopa) de manteiga

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CREME DE CHOCOLATE BRANCO

2 latas de leite condensado

1 barra de chocolate branco

PARA DECORAR

frutas vermelhas a sua escolha

açúcar de confeiteiro para polvilhar

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Prepare a mistura conforme as indicações da embalagem e leve ao forno por aproximadamente 30 minutos.

Espere esfriar, retire do forno e desenforme soltando as laterais.

Essa é a base da torta.

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Leve ao fogo os leites condensados e o chocolate branco picado e mexa até ficar em ponto de brigadeiro mole. 

Coloque sobre o brownie.

brownie

Decore com as frutas (eu usei amora, morango, cereja e mirtilo) previamente lavadas e secas.

br 2

Polvilhe o açúcar de confeiteiro e sirva.

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Palmas!!!!!!!!!!

CONSTATAÇÃO

“Ação ou efeito de constatar; comprovação ou confirmação. Ação de apurar a verdade sobre os fatos; verificação.”- Dicionário Online de Português.

mulher pensando

CONSTATAÇÃO

Naquele dia caí em mim.

Pensei em fatos,

avaliei conversas,

lembrei promessas,

me senti ruim…

—–

Me vi amante,

amada, carente.

Uma foto antiga

amassada, jogada,

sombra de antigamente.

—–

Era o ontem,

o antes, sem idade.

As promessas,

as grandes noites

de cumplicidade.

—–

Havia paixão, tesão,

emoção…

Arrepios, calafrios,

havia garra, grude,

desafios.

—–

E agora o nada.

A mesmice,

caretice.

O beijo dado,

obrigado.

—–

O olhar sem ver.

O tocar sem sentir.

O ouvir sem querer.

A mão estendida

e nada a receber…

(Do meu livro Um Pouco de Mim)

(Imagem: stock.xchng)

EMPADÃO DE MASSA PODRE

Minha nora Patrícia me pediu há tempos essa receita e hoje aí está!

Já coloquei duas outras: a Torta de Frango de Liquidificador e o Empadão com Massa de Queijo, mas essa massa é diferente,  esfarelenta e super deliciosa!

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INGREDIENTES

MASSA

4 xícaras de farinha de trigo

1 colher (chá) de sal

4 colheres (sopa) de margarina (ou o quanto baste)

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Sim, é só isso mesmo!

Vai amassando com as mãos, se preciso colocando mais margarina (eu uso Doriana) até ligar bem.

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Vá pegando pequenas porções da massa e esticando nas mãos para depois colocá-las (uma a uma) na forma untada (eu fiz em um pirex).

emp (1)

Junte os pedaços cobrindo todo o fundo e lateral da forma.

RECHEIO

Você pode fazer o recheio de sua preferência.

Nesse em especial, fiz de camarão.

Refoguei no óleo cebola picadinha, juntei os camarões e quando ficaram cor de rosa, coloquei sal, pimenta do reino, azeitonas e um copo de leite onde dissolvi 1 colher (sopa) de farinha de trigo. Retirei do fogo e juntei 1 copo de requeijão cremoso.

empadão

Coloque esse recheio sobre a massa crua.

emp.4

Pegue novamente pedaços da massa e vá cobrindo toda a forma.

Passe uma gema por cima.

emp (6)

Leve para assar em forno já aquecido e forte por mais ou menos 35 minutos.

emp (3)

UAU!!!!!!!!!!!

A MENINA ESCOLHIDA

Quando dei por mim, eu tinha pai, mãe, um irmão e uma babá.

Ela tinha a pele bem escura, um colo macio, era alegre, cozinhava como ninguém e engomava minhas anáguas que eu vestia aos domingos para ir à Igreja.

– Tem que ficar bem armada, Pedrina! Bem duras que parem de pé! Eu falava na minha impaciência de criança.

E ela engomava novamente, passava, me vestia e penteava meus cabelos crespos, sempre ouvindo meus choramingos.

Aí sentávamos para conversar: lareira acesa, pinhão estourando na brasa, vento gelado passando pelas frestas da porta, lá em Castro onde morávamos.

Castro

E sempre acabávamos pedindo para mamãe contar a “história da Pedrina”.

– “Eu e seu pai”, começava ela, “fomos morar, logo que casamos, em Machado, lá onde você, Silvinha, nasceu. Mas isso foi bem antes de você vir ao mundo. Como seu pai era pastor, visitávamos sempre as famílias da Igreja. Íamos a sítios, casas bem longe do centro e foi numa dessas vezes que chegamos em uma casinha bem pobre, de tábuas, chão de terra batida, apenas um cômodo onde morava a família da Pedrina: pai, mãe e sete filhos. Começamos a conversar, ensinar sobre higiene, cuidado com as crianças, quando vi, espiando pela porta aberta, uma carinha risonha. Colocava a cabeça, olhava, sorria e escondia de novo. Foi quando o pai dela contou-nos que não tinha condições de sustentar sua família, que estavam doentes e que, portanto, iam dar seus filhos. Se quiserem, ele falou, podem escolher qualquer um e levar. Eu então apontei para a porta e disse que era aquela menininha que eu iria levar. E assim, trouxemos a Pedrina para nossa casa. Como ela tinha piolhos, tivemos que raspar sua cabeça após o banho com bucha e sabão. Tiramos os bernes e colocamos creolina. Encontramos carrapatos e tiramos enquanto ela chorava… e nós também. Era magrinha de dar dó, mas fomos tratando com carinho e assim ela se curou e entrou para nossa família”.

Muitas vezes ouvimos essa narrativa e cada vez nos empolgávamos com a parte dos bichos e cada vez os olhos de Pedrina se enchiam de lágrimas de reconhecimento.

Como ela nos amava!

Viveu sempre ao nosso lado até se casar com um cabo do exército que servia com meu irmão.

Não podia ter filhos, mas queria tanto!

Até que um dia conseguiu engravidar e mamãe cuidou dela com infinita paciência, porque sua pressão subia pondo em risco sua vida e do bebê, que veio ao mundo recebendo o nome de Yedda em homenagem à minha mãe.

Mae negra (1)

Viveu pouco, depois disso.

Fiquei com aquela impressão triste de que se foi cedo demais…

Agora só restam lembranças e saudades!

(Do meu livro Confidências ao Meio Dia)

Imagens: 1) http://www.castro.pr.gov.br; 2) simplismentevida.blogspot.com

BOLO BRANCO

No último dia 26 eu ia receber visitas de sobrinhas que iam até minha casa para conhecer o Cesar, meu neto de 5 meses que mora em Campo Mourão. Acabou virando festa porque meus três filhos, 3 netos, nora e genro também estavam lá. 

Depois de tanta comida nos dias 24 e 25,  procurei uma receita de bolo que fosse fácil, leve e muito, muito gostoso!

E inspirada na Receitas Aprovadas da Diana, fiz essa gostosura que servi geladinha.

bolo pronto

INGREDIENTES

MASSA (PÃO DE LÓ)

4 ovos

4 colheres (sopa) de açúcar

4 colheres (sopa) de farinha de trigo

1 colher rasa (sopa) fermento 

massa do bolo

Bata as claras em neve, junte o açúcar sempre batendo, depois as gemas e bata bem.

Retire e junte o fermento.

Leve para assar em forma untada por cerca de 30 minutos em forno 180º.

bolo assado

Retire e deixe esfriar um pouco antes de virar no prato onde vai ficar.

bolo assado 2

Prepare o RECHEIO:

1 lata de leite condensado

1 lata (medida do leite condensado) de leite

1 caixinha de creme de leite

1 colher (sopa) de maisena

3 gemas

Leve ao fogo o leite, o leite condensado, as gemas e a maisena dissolvida em um pouquinho de leite.

Vá mexendo sempre até ferver e engrossar.

Retire e deixe esfriar.

Junte o creme de leite e empregue no bolo já cortado ao meio.

recheio bolo

COBERTURA:

3 claras

1 xícara e meia de açúcar

1/4 xícara de água

Com a água e açúcar faça uma calda em ponto de fio.

bolo branco

Bata as claras em neve e vá juntando, sem parar de bater, a calda quente aos poucos.

Bata bem!

marsmellow

Vai ficar um “incrível” marshmallow!!!

Vá cobrindo todo o bolo e com um garfo, faça uns crespinhos em todo ele.

bolo fatia

Ficou como eu queria: sensacional!!!