Para quem escreve um livro, a maior alegria é ouvir alguém falando sobre ele.

E melhor ainda quando só falam bem!!!

Foi assim que meu amigo Sérgio Maybuk, integrante da AME (Associação Mourãoense de Escritores) e grande prestigiador de todos nós escritores, comprou, leu e comentou em seu blog (Blog do Maybuk) sobre meu mais recente livro: Acalanto.

Foi tão generoso e seu escrito tão gostoso de ler, que coloco aqui para a leitura de todos vocês.

“O Blog do Maybuk, sempre que possível publica impressões de seu editor o professor Sérgio Luiz Maybuk referente alguma obra lida, de autores aqui da região de Campo Mourão-PR.

Na presente publicação impressões sobre a obra “Acalanto” – Crônicas, Haicais e Poemas da escritora e poetisa Silvia Fernandes.

Capa Tiago Silva. Revisão – Fabiane Prohmann. Edição – Jair Elias dos Santos Junior (Nova História Assessoria e Gestão Cultural). Projeto Gráfico André Luiz Alves (Moai Comunicação).

O Blog do Maybuk já fez várias publicações relacionadas com os escritos da Silvia Fernandes, mineira de nascimento (apaixonada pelo Estado e um dos poemas comprova isso) e paranaense e mourãoense  por escolha (também apaixonada pela cidade e poemas e crônicas comprovam isso).Ela encanta com seus textos, parte deles premiados ver seu no blog e encanta também com suas declamações de poesias (ver seu canal noYoutube) .

Importante destacar que ela faz parte da Academia Mourãoense de Letras – AML e Associação Mourãoense dos Escritores – Ame.

Com referência ao presente livro que servirá de presente de natal , de arrancada o/a leitor/a vai se encantar com o prefácio, um belo texto escrito pelo professor Fábio Sexugi, mas há uma discordância ali. Ele recomenda que se leia com calma e sem pressa, mas os escritos são tão bons que não é possível aceitar a recomendação, é possível devorá-los e depois pede-se perdão pela gula rsrs e aí sim, na segunda leitura segue-se o prefaciador. 

Com referência especialmente às crônicas e poesias, há duas características interessantes. A primeira é a de que são produções escritas em vários anos inclusive os dois últimos e essas duas formas de produção não têm data de validade.

A segunda é uma característica da autora. Ninguém acredita e pede o RG para conferir, mas ela já completou 70 (é uma setentona moderníssima e deve chegar aos 120). Tal detalhe é importante porque ela retrata situações que a juventude atual não conhece e ao mesmo tempo ela se atualiza junto com os netos e pode alcançar todos os públicos.         

São vinte e duas crônicas, uma mais deliciosa que a outra. Não serão comentadas todas, mas o/ leitor/a:

Poderá lembrar da avó se ela foi uma contadora de história. E se tem crianças,  e já as viu  brincando vai se deliciar e a netinha da autora já fala em débito e crédito.

Vai entender a importância da bela mistura que é tomar café e manusear um livro. E se é mais jovem vai estranhar de se falar em conversar no escuro mas se é mais velho vai ter gostosa recordação.

Que já sonhou ter um encontro com um/a cantor/a vai se identificar com a autora. Ou que já foi a evento que odiou ou que já teve uma prosa consigo mesmo/a vai rir ou refletir com a autora. 

Quem teve a experiência de colorir um livro ou teve o prazer de assistir filme de heróis com filho ou neto vai gostar.

É mulher que trabalha, que cuida da beleza ou percebe a necessidade de cuidar para elevar a auto estima ou que cuida de neto ou tira um momento específico para namorar ou consegue “atuar” em todas as personagens citadas, vai se identificar. Ou ainda vai lembrar de ter perdido o encanto por um homem, por causa de um hábito feio e dizer “aconteceu comigo”. E mais, inventou um pretexto para paquerar um homem desconhecido, também está valendo rsrs. 

Que já teve uma experiência linda e inesquecível quando criança, que já teve insônia, que já passou raiva por causa de mudança de casa, que já reencontrou um/a amigo que não via há muitos anos, também vai se encontrar no livro. 

Sobre os haicais são 39 e não há o que comentar, somente parabenizar. É mais fácil escrever crônicas.

Com referência aos poemas são 20 e também para vários gostos e parte deles premiados. 

Sobre Campo Mourão (duas),  Minas Gerais,  África, Amor, Entardecer, Casal apaixonado, Netos (cinco), Saudades, Calvário de Jesus, Natureza, Bailarina, Roupas penduradas (quem ler não olhará um varal com roupas como antes), uma com o título do livro e outra belíssima que trata da pandemia e fala do carnaval adiado e cita uma pequena parte, da talvez marchinha mais linda já composta em 1967, qual é?

Segredo. Compre o livro  e ao ler o verso lindo vai se sentir rodopiando num salão ou numa rua dos antigos e saudáveis blocos de carnaval. “

Gente, é isso aí!

Querem melhor resenha do que esta?

Obrigada, Sergio Maybuk!

Imagem do Carnaval: Acedata Contabilidade

“SE O SENHOR NÃO EDIFICAR A CASA, EM VÃO TRABALHAM OS QUE EDIFICAM; SE O SENHOR NÃO GUARDAR A CIDADE, EM VÃO VIGIA A SENTINELA.” Salmos, 127- 1

4 comentários em “MAYBUK, UM RELATO PERFEITO

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