UM PASSEIO À COLONIA WITMARSUM

Quinze de Maio, dia lindo de sol, um pouquinho frio, e lá vamos nós fazer um passeio à Colonia Witmarsum em Palmeira.

Fomos em dois carros: André, Viviane, Isadora e Heitor na frente e eu e Fabiane atrás.

Gente, a estrada é simplesmente linda!

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(Igreja Menonita)

E nossa primeira parada foi na Confeitaria Kliewer!

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(Eu e Isadora, minha neta)

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(Já comendo as delícias: Fabiane, Isadora, Viviane, André e Heitor)

Seguindo mais à frente, fomos ao Tracktur, um passeio de trator, R$ 25,00 por pessoa.

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Esse passeio é realizado junto à natureza, em meio a plantações do lugar, até um lindo rio que passa pela região. Com pequenas paradas ideais para apreciar a paisagem e sentir o aroma do campo, ver os animais e pássaros que vivem no local.

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(André, Isadora e Heitor junto com o cão Fênix que é sempre o primeiro a entrar no trator e é bem manso)

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(Aqui uma plantação de Canola; logo vai ficar bem amarela!)

Descemos e seguimos a pé por um caminho até chegar na cachoeira.

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(Árvores lindas pelo caminho!)

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(Amo árvores!!!)

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(A Maria Luiza Wienz, proprietária do local e que foi conosco contando histórias sobre como chegou até ali e como construiu tudo, foi quem tirou essa foto em que todos aparecemos.)

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E aí voltamos até a casa amarela e o que nos esperava?

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(Vejam o capricho!)

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Que final de dia mais gostoso!!!

“O SENHOR GUARDARÁ A TUA ENTRADA E A TUA SAÍDA, DESDE AGORA E PARA SEMPRE!”- Salmo 121-8

100 ANOS DO MEU PAI

Rossine Sales Fernandes.

Engraçado lembrar que ele não gostava do seu nome… quando colocavam (para homenageá-lo) nas crianças que nasciam lá pelas bandas das Minas Gerais onde ele era pastor, pedia para trocarem: “coitadinho desse menino, tão lindinho com esse nome tão feio”, ele dizia…

Nunca gostou, mas combinava com ele.

Meu pai nasceu em Cabo Verde, Minas Gerais, em 04 de maio de 1915, portanto faria 100 anos agora.

papai comigo

(Eu e meu pai, meu amigo de todas as horas!)

Minha irmã encontrou em seus guardados, um bilhetinho que ele escreveu assim: “em 2015 farei 100 anos, se Deus quiser”!

É, ele amava a vida, as pessoas, os animais, a natureza.

Seu jeito calmo e suave conquistava todos à sua volta.

Formou-se no Seminário de Campinas, São Paulo, e, aos 26 anos, chegou como pastor de uma cidade (Jacutinga) onde todas as moças caíram em cima… pudera!

papai

Era o próprio Omar Shariff, lindo, solteiro, inteligente!

E ele escolheu a mocinha de 15 anos que tocava órgão divinamente: minha mãe, Yedda!

papai e mamãe

(Sempre felizes!)

filhos

(Os 4 filhos: Ciro, eu, Ângela e Raquel)

Formou-se em Letras (na época Línguas Neolatinas) e foi professor durante muitos anos, tradutor de obras de Psicologia, poeta, escritor de livros religiosos e escritor de cartas, muitas cartas que enviava para parentes e amigos.

papai e netos

(Da esquerda para a direita: Fabiane, meu pai, Viviane e Paulo Emílio, meus filhos)

E foram 4 filhos, 16 netos, 24 bisnetos e 2 tataranetos!

Em 2006, aos 91 anos ele se foi… mas feliz, afinal sua Yedda o esperava!

Ele teve filhos, escreveu livros, plantou árvores!

Sua vida foi poesia, foi ternura, doação, dedicação.

Não teve riquezas materiais, seu tesouro maior foi uma vida digna, foram suas palavras sábias, seu exemplo.

Amou a todos sem distinção.

Sorria com bondade.

Que falta imensa ele nos faz…mas, a saudade é mesmo assim: você não deixa de sentir, apenas se acostuma com ela…

papai rede

Minha filha Viviane, fez há muitos anos atrás (1991- ela com 19 anos e ele com 76), um poema que deu a ele em seu aniversário.

Transcrevo do cartão que ele guardou consigo, orgulhoso!

Vivi, eu não poderia ter escrito nada melhor…

OBRIGADA MINEIRO TÍMIDO

PELAS POUCAS HORAS

EM QUE PUDEMOS CONVERSAR MUITO.

POUCAS POR FALHA MINHA

EM NÃO TE PROCURAR MAIS VEZES.

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SUA FALA MANSA, EM TOM BAIXO.

SEU SILÊNCIO, SUA APROVAÇÃO.

SEU AR UM TANTO APAIXONADO,

SEU AMOR ETERNO, YEDDA,

SUA DEDICAÇÃO EM SER PASTOR.

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SUA INTELIGÊNCIA ME ENSINA,

SUA SIMPLICIDADE ME CATIVA.

SEUS ENSINAMENTOS ESTARÃO SEMPRE COMIGO,

SUA VIDA PARA MIM É UMA LIÇÃO.

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PALAVRAS DE PASTOR- PORTANTO BÊNÇÃOS.

PALAVRAS DE PROFESSOR- PORTANTO REGRAS.

PALAVRAS DE AMIGO- PORTANTO CONSELHOS.

E PALAVRAS DE AVÔ- PORTANTO AMOR!

(Viviane Fernandes Prohmann- 1991)

VIAGEM DE SONHO: DISNEY!!!

Para comemorar meu aniversário hoje e também os mais de 20.000 acessos ao blog, nada melhor do que entrar no reino encantado da Disney!

Vou apenas colocar algumas fotos dessa viagem que foi em 2013 e que foi inesquecível para mim, que escrevo histórias infantis!

Duas semanas de puro encantamento!!!

Das mais de 5000 fotos que tiramos lá, a primeira não podia ser diferente: “Era uma vez”!!!

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Quando vi o castelo da Cinderela ao longe… chorei!!!

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Nessa foto estão minha filha Viviane, seu marido André e meu neto Heitor no colo, nessa época com 1 ano e 2 meses. (Paulo aparece lá atrás).

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E nessa outra, minha filha Fabiane, que tem uma matéria linda dela sobre a Disney indicada no “Para aproveitar as férias”, um texto com o título de “Disney, um lugar para todas as idades”.

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E, nessa outra, meu filho Paulo Emílio com minha nora Patrícia, já a caráter! Ainda não tínhamos o Cesar, então vamos ter que ir novamente para levá-lo ( claro que a vovó vai junto!!!)

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E aqui, nossa princesa Isadora! Linda e aproveitando todos os momentos! 

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E o Heitor, que nessa viagem não curtiu muito, mas já foi novamente e tirou o atraso…

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E eu… feliz, feliz!!!!! (Epcot Center)

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Nessa, abaixo, no hotel onde ficamos (All Star Movies).

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E eram passeios e mais passeios: à noite, de trem, de balão, nos brinquedos e parques!

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E as compras, então? Loucura total!!!

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E os jantares? Muito chique!!!

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E claro, minha gratidão a minha família que foi perfeita nessa viagem e a ele: Walt Disney, o criador dessa maravilha!

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E deixo aqui, um pensamento que li hoje na minha devocional diária: “A paz está apenas a uma oração de distância”!

 

FAMÍLIA NÔMADE

Quer dicas de viagens e hotéis, de programas em Curitiba (principalmente com crianças) e de lugares diferentes?

No blog Família Nômade (http://familianomade.com) você encontra tudo isso!

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Quem escreve é a jornalista Tatiana Escosteguy, amiga da minha filha Fabiane.

Elas se formaram juntas, ou seja, eu a conheço há quase vinte anos!

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A Tati é uma pessoa muito querida na família e, um dos posts que ela fez (Um espaço pra brincar ou tomar café?) tem fotos dos meus netos, Isadora e Heitor.

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Aliás, a Tati é mãe da Clara, de dois anos, um encanto de menina.

Ela e os meus netos aproveitaram bastante essas férias para brincarem juntos.

É a amizade de mãe e tia passando para os pequenos!

O nome do blog faz referência ao projeto de vida de Tati, do seu marido Sid, da pequena Clara e do “filho canino” o Dog.

Eles pretendem, ainda esse ano, fazer uma viagem de carro de Curitiba até o Canadá.

No caminho, além de matérias, esperam conhecer outras famílias que vivem nas estradas e que fazem do carro, suas casas e escritórios.

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Você também pode acompanhar as novidades pela página no Facebook- Família Nômade.

Mais uma ótima sugestão de blog interessante e com conteúdo inteligente!

(Colaboração da minha filha jornalista Fabiane Prohmann).

SÍLVIA, CADÊ VOCÊ????

Quinta feira, dia 22, foi meu último post e quero contar a vocês o motivo desse sumiço involuntário.

Foi nesse mesmo dia que tudo aconteceu.

Há tempos eu tomo remédios para um problema de desgaste ósseo no joelho.

Mas até aí tudo bem.

Só que há um mês atrás, logo depois do Natal, fui levantar do chão onde brincava com meus netos e senti.

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Na mesma hora começou a inchar.

Fui ao Hospital de Fraturas e o médico de plantão me indicou um anti- inflamatório.

Os dias passaram e voltei ao normal.

Enquanto isso fui a um especialista em joelhos que, em rápida consulta, mal me olhou, não pediu nenhum exame e mandou continuar com o medicamento.

Não gostei nem um pouco dele!

Aí fui a outro.

Até simpatizei mais, já que pelo menos me pediu uma ressonância magnética.

Marquei e fui fazer (no primeiro dia a máquina estragou e tive que voltar novamente no dia seguinte).

Só que nesse dia seguinte, o dia 22 fatídico, fui levantar da minha mesa de trabalho e… Pimba!

Aconteceu tudo de novo só que num grau muito maior! Não conseguia andar! Travou tudo e doía!

Resultado: corri para o médico que não pode fazer nada porque não tinha o exame em mãos e que ficava pronto só dali a três dias…

Então me mudei para o apartamento da minha filha Viviane que é bem grande e ela poderia me ajudar.

Nessas alturas, andar só com ajuda de bengala e sem poder esticar a perna.

Chegou o dia de pegar o resultado e levar ao médico.

Ele olhou só o diagnóstico e sequer viu as imagens anexas e nem o meu joelho que continuava inchadíssimo!

– Vamos operar! Os dois joelhos! Três meses de recuperação para um e mais três meses de recuperação para o outro!

E já foi dando as guias e pedido de afastamento para o INSS.

Saí dali chorando, é claro!

Meu Deus, tudo iria mudar em minha vida! Como eu faria seis meses dentro de casa? E teria meu trabalho de volta após todo esse tempo?

Aí os filhos tomaram à frente: vamos procurar um outro médico para uma segunda opinião!

Mais alguns dias procurando (como os amigos são importantes nessa hora) e recebendo várias indicações.

Até que apareceu um novo médico e lá fui eu.

Quanta diferença!

Eu com todos os exames nas mãos e ele a me examinar, explicar tudo, vendo todas as fotos da ressonância com extremo cuidado.

Tempo de consulta?

Uma hora e meia!

Por fim, disse que NÃO precisava operar!

Que o desgaste realmente existe mas que com fisioterapia e cuidados, tudo pode voltar a “ser como dantes no quartel de Abrantes”!

Essa história toda levou exatamente quinze dias, que para mim foram muitos mais.

Me senti com minha vida em suspenso,parada, sem definição, sem saber o que poderia acontecer…

Lembrei  sempre do livro da Polyana, que li muitas vezes, e pensava em fazer o “joguinho do contente” e, se houve alguma coisa para eu me alegrar nesses dias, foi que pude conviver com meus netos o tempo todo, sendo que de outra forma,não conseguiria.

Eu os vi acordar, comer, chorar, brincar, ter mal humor, conversar, dar risadas, e pude abraçá-los muito.

Li histórias centenas de vezes, sentada no “cantinho da vovó” que ficava em um lugar privilegiado onde tudo acontecia perto de mim.

Minhas filhas foram incansáveis nessa jornada.

E hoje,cá estou de volta, já em minha casa, me preparando para voltar ao trabalho na próxima segunda feira.

Viviane, André, Isadora e Heitor viajam nessa hora de volta para sua casa em Angola.

Coração apertado…

Agradeço a todos que ligaram, mandaram mensagens, oraram por mim!

Aos que fizeram aniversário e nem pude cumprimentar pelo facebook tal o meu desânimo, sintam-se abraçados!

A Viviane, André, Fabiane, Paulo Emílio e Patrícia, meu obrigada e amor eterno!

A Deus dou graças por Sua presença constante em minha vida!

boca

E vamos lá, gente!

Segunda feira vem aí com nova receita de um salgado super gostoso que fiz antes de tudo acontecer.

Estamos de volta!!!

Imagem: http://www.minirecados.com

 

BOLO BRANCO

No último dia 26 eu ia receber visitas de sobrinhas que iam até minha casa para conhecer o Cesar, meu neto de 5 meses que mora em Campo Mourão. Acabou virando festa porque meus três filhos, 3 netos, nora e genro também estavam lá. 

Depois de tanta comida nos dias 24 e 25,  procurei uma receita de bolo que fosse fácil, leve e muito, muito gostoso!

E inspirada na Receitas Aprovadas da Diana, fiz essa gostosura que servi geladinha.

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INGREDIENTES

MASSA (PÃO DE LÓ)

4 ovos

4 colheres (sopa) de açúcar

4 colheres (sopa) de farinha de trigo

1 colher rasa (sopa) fermento 

massa do bolo

Bata as claras em neve, junte o açúcar sempre batendo, depois as gemas e bata bem.

Retire e junte o fermento.

Leve para assar em forma untada por cerca de 30 minutos em forno 180º.

bolo assado

Retire e deixe esfriar um pouco antes de virar no prato onde vai ficar.

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Prepare o RECHEIO:

1 lata de leite condensado

1 lata (medida do leite condensado) de leite

1 caixinha de creme de leite

1 colher (sopa) de maisena

3 gemas

Leve ao fogo o leite, o leite condensado, as gemas e a maisena dissolvida em um pouquinho de leite.

Vá mexendo sempre até ferver e engrossar.

Retire e deixe esfriar.

Junte o creme de leite e empregue no bolo já cortado ao meio.

recheio bolo

COBERTURA:

3 claras

1 xícara e meia de açúcar

1/4 xícara de água

Com a água e açúcar faça uma calda em ponto de fio.

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Bata as claras em neve e vá juntando, sem parar de bater, a calda quente aos poucos.

Bata bem!

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Vai ficar um “incrível” marshmallow!!!

Vá cobrindo todo o bolo e com um garfo, faça uns crespinhos em todo ele.

bolo fatia

Ficou como eu queria: sensacional!!!

REFLEXÕES NATALINAS I

Meu amor pelo Natal vem de muito longe…

Do tempo em que acreditava em Papai Noel e ficava acordada na esperança de vê-lo chegar, até o dia em que descobri minha mãe, pé ante pé, carregar o pacote e colocá-lo sob a árvore enfeitada.

família natal

(Eu com oito anos, meu pai, minha irmã Ângela, minha mãe e meu irmão Ciro: depois ainda veio mais uma irmã, Raquel)

E é dela (minha mãe) que vem as lembranças mais fortes: sua risada alegre, a música natalina saindo do piano que tocava tão bem.

E como cantávamos!

Isso enquanto enfeitávamos o pinheirinho (natural) com bolas coloridos que se quebravam ao menor descuido.

Como morávamos longe da cidade (no Instituto Cristão de Castro), o dia em que íamos até lá era uma festa!

E a única loja grande que mamãe nos levava, era uma livraria cheia de objetos, brinquedos, livros (é claro) e cartões (naquela época se mandava cartões pelo correio).

Lembro que fiquei encantada com um deles e peguei escondendo no bolso do meu vestido rodado.

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Quando chegamos em casa mostrei para minha mãe e ganhei um sermão (é claro) sendo que na outra ida até lá, tive que devolver o tão amado cartão e passar uma vergonha daquelas…

Hoje em dia enfeito meu pinheirinho artificial com enfeites de pano (papai Noel, bengalas coloridas, ursos, sinos, homenzinhos de pão de mel, estrelas) que também acho lindo!

Não deixo nunca de colocar luzes coloridas.

Gosto de me sentar e ficar olhando a mudança de cores: ora verdes, vermelhas, azuis e de repente todas as cores piscando juntas!

Não tenho mais o som do piano, mas tenho a voz de Julio Iglesias cantando músicas natalinas em alemão…

Esse ano, em pleno novembro, já tirei uma foto ao lado do Papai Noel; só não vou colocar aqui porque achei que estou mais gorda que o próprio…

Me chamam de criança… acho que é um elogio!

Tomara poder passar para meus netos o verdadeiro sentido do Natal por trás de todos esses símbolos: a presença de Jesus em nossas vidas, trazendo tanto amor, maior presente de Deus ao mundo!

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Imagens: http://www.sabercomofazer.com.br; galeria.colorir.com

VÍDEO HISTORINHA INFANTIL

Já está no Youtube a última historinha desse primeiro momento e hoje coloco aqui no blog: O GRILO, O RATO E O GATO.

São muitas histórias já escritas, mas sem poder fazer o vídeo.

Isso porque continuamos aguardando o interesse de empresas ou escolas para patrocinar esse empreendimento.

Agradeço muito aos meus amigos: JÜRGEN PFITZNER (COPHTA PRODUÇÕES), ANA CARLA BORTOLONI, MARCO VIEIRA e ERVIN FAST que me atenderam nesse projeto piloto sem receber qualquer gratificação.

Sinto muito que histórias instrutivas para crianças não despertem interesse por parte de escolas e instituições…

Com uma bagagem grande para crianças de diversas idades, continuo batalhando para que, quem sabe um dia, possa ser reconhecido esse nosso trabalho.

Enquanto isso, aproveitem as que estão prontas para mostrar a seus filhos, sobrinhos e netos.

Para entrar diretamente no Youtube e ver os 4 vídeos é só digitar o meu nome: Sílvia Novaes Fernandes

 

 

MEU PÃO CASEIRO

Adoro a sensação de fazer pão!

É uma gostosura ver o fermento crescendo, a massa se avolumando, o cheirinho invadindo a casa toda, o sabor da mordida em uma fatia com uma grossa camada de manteiga!

Muito, muito bom!!!

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INGREDIENTES

1 copo e meio de água morna

1 colher (de sopa) de açúcar

1 colher e meia (sopa) de fermento biológico

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Misture os ingredientes acima e deixe crescer em uma caneca.

1 quilo de farinha de trigo

2 colheres (sopa) de açúcar

1 colher (sopa) de sal

1/2 xícara de óleo

2 ovos

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Em uma bacia coloque os ingredientes acima e junte o fermento que já cresceu.

Vá amassando com um pouco mais de água quente (coloque aos poucos, se necessário).

Amasse muito bem.

Deixe crescer na bacia mesmo por mais ou menos 2 horas (se o tempo estiver quente, em menos tempo a massa já cresceu).

Divida a massa em duas partes e enrole como pão.

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(Eu fiz um grande e dois pequenos).

Coloque em assadeira untada e deixe crescer novamente por mais ou menos 40 minutos.

Passe uma gema em cima e leve para assar por uns 40 minutos.

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É aí que começa a magia: aquela farinha se transformando num apetitoso pão caseiro de sabor incomparável!

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Maravilha, não?

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Fiz essa receita em meu primeiro dia de férias curtas, para esperar minhas filhas, genro e netos que chegavam de Campo Mourão.

Imagina se não gostaram…

PASSEIO POR CURITIBA COM O TRICÔ DA VOVÓ

Como já contei anteriormente em “Fazendo Tricô“, preciso abastecer o guarda roupa dos netos que crescem tão rápido!

E juntando o frio que fez para estrearem as blusas, fomos fazer um passeio cultural pela nossa Cidade Sorriso.

Primeiro as fotos das blusas que fiz usando a lã Jacquard da Cisne.

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Essa lã é uma beleza: o desenho vai saindo sozinho… lembro que antigamente para fazer um trabalho assim, levava dias porque tinha de usar lãs de cores diferentes e passar os fios atrás (no lado do avesso) e dava um trabalhão enorme…

Essas são as vantagens da modernidade…

Aqui, eles já usando as blusas… fofos não?

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Bem, aproveitando a arrumação, fomos fazer os passeios.

Primeiro o Museu do Olho, onde Isadora já com seus cinco anos, aproveitou bastante, mas Heitor que não estava entendendo nada, correu pelos corredores e acabou se divertindo também.

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Agora o que mais gostaram mesmo foi o passeio ao Bosque Alemão!

Fomos descendo pelo caminho, parando e lendo a história do Joãozinho e Maria até chegarmos à casa da Bruxa (que é uma casa encantadora com livros e contação de história).

E fantasias!!!

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A titia Fabiane, que é um “grude” desses sobrinhos e claro… estava junto, fez a festa com eles, colocando chapéus e subindo em vassouras.

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E assim passamos o dia, finalzinho de minhas férias ligeiras e antes de embarcarem de volta para Angola…