PORTUGAL-7- COMIDAS (1ª PARTE)

Até que enfim vamos falar sobre as comidas maravilhosas das terras portuguesas.

E em cada lugar que fomos, pudemos saborear os pratos típicos e famosos!

Claro que vou começar com dois: um doce e um salgado e preparem-se para salivar muito!!!

Ah, os Patéis de Nata (de Belém)!!!

“Pastel de nata é uma popular especialidade da doçaria portuguesa, de inspiração conventual. Foi criado por monges no Mosteiro dos Jerónimos e possui origem certificada.” Wikipédia

Preparada?

Gostamos mais da Manteigaria, que fica na Rua Augusta e forma uma enorme fila, sinal que já descobriram a melhor mesmo.

Pedi permissão para fotografar e fiquei encantada: a prática que eles tem, é incrível!

Bem, mas vamos ao salgado tão importante quanto: o Bolinho de Bacalhau!

Experimentei esse bolinho acompanhado de uma taça de vinho do Porto!

E, de novo, a sensação de sentir o tão famoso gosto!

Em uma noite fria de inverno em Portugal, o bacalhau pode ser servido com natas — recém-saído do forno, borbulhando em creme de leite — entre camadas de batata frita e fatias de cebola, temperado com noz-moscada. O bacalhau, ingrediente central de todos esses pratos, está profundamente arraigado na identidade culinária portuguesa. O país consome 20% da produção mundial.

Mas vamos continuar falando do bolinho.

O bolinho sendo preparado, aqui chamado de Pastel de Bacalhau.

Em um belo dia, fui me encontrar com a Fabi em seu trabalho e nos reunimos em um lugar bem diferente: “O Mercado de Campo de Ourique que é um mercado alimentar de bairro localizado em Lisboa, Portugal. O mercado foi inicialmente aberto em 1934. Foi remodelado em 1991 e, mais recentemente, em 2013. O mercado inclui bancas de comida gourmet.” Wikipédia

E aqui estão, da esquerda para a direita: o casal chefe, Bruno e Rachel,Clara, Fabi, eu, Letícia e Giulie. Adorei conhecê-los!

No Mercado de Campo de Ourique, tradicionais barracas de frutas e vegetais estão situadas ao lado de estandes que servem cozinha moderna e sofisticada. O Mercado tem uma enorme variedade de restaurantes e ‘bistrôs’. Há um lugar para comer um pedaço de carne de sua escolha, outro para um delicioso bacalhau, hambúrgueres, sushi, doces tradicionais portugueses, e muito mais. 

E meu almoço foi no restaurante Vesúvio onde experimentei um capeletti ao molho de queijo brie com peras. Maravilhoso!

Também fiquei conhecendo uma outra amiga da Fabi: a Claudinha e lá fomos nós experimentar um bolo de chocolate único e com um segredo bem guardado.

“A Landeau Chocolate nasceu da paixão pela culinária e pelo chocolate em particular; por criar espaços acolhedores e únicos e acima de tudo pelo imenso prazer de receber todos os que partilham a paixão pelo chocolate!”

Uma comida deliciosa foi na Ribeira do Porto, restaurante Chez Lapin: um salmão com batatas ao murro e vinho branco.

E ficamos conhecendo o garçom que nos atendeu, Fábio, campeão de vôlei e de um carisma ímpar.

E para encerrar esse primeiro post sobre comidas, um brinde porque ninguém é de ferro!

“GRANDES COISAS FEZ O SENHOR POR NÓS, E, POR ISSO, ESTAMOS ALEGRES.” Salmos, 126- 3

PORTUGAL- 5- SINTRA

Pensar em Sintra é lembrar do Palácio da Pena.

A história deste lugar mágico começa no século XII, altura em que ali existia uma capela dedicada a Nossa Senhora da Pena. Neste mesmo local, D. Manuel I mandou edificar um Mosteiro, o Real Mosteiro de Nossa Senhora da Pena, posteriormente entregue à Ordem de São Jerónimo.

O Palácio da Pena foi classificado como Monumento Nacional em 1910 e é o mais importante polo da Paisagem Cultural de Sintra, classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade desde 1995.

Acima o maravilhoso palácio visto em um dia de céu azul em que a Fabi teve a sorte de ver (a foto é dela).

Abaixo o dia em que estivemos lá e que infelizmente estava chovendo e nublado…

Outra foto de “antes” e depois…

(Foto do arquivo da Fabi)

Pois é, mas dentro pudemos ver toda a grandeza desse lugar.

Vejam o teto!

Uma obra de arte!

Azulejos sempre presentes!

Imagina tomar um chá nessa sala abaixo

Observem abaixo a ponte levadiça.

E vejam a parte externa, bonita mesmo com neblina…

E a chuva não deu trégua.

Abaixo, já voltando para o centro da cidade.

E procurando um restaurante…

E encontramos um dos melhores que vocês poderão ver em “Comidas”, um post somente com as iguarias da viagem.

Mais um dia super produtivo com minha filha, guia e companheira!

“A MINHA ALMA ANSEIA PELO SENHOR MAIS DO QUE OS GUARDAS PELO ROMPER DA MANHÃ; SIM, MAIS DO QUE AQUELES QUE ESPERAM PELA MANHÃ.” Salmos 130- 6

VÍDEO 09- GOULASH

Receita prática e barata, essa comida tem sua origem na Hungria, onde ficou conhecida como “a comida dos vaqueiros”.

Sabe quando você chega em casa cansado, com vontade de comer algo que conforte e ao mesmo tempo não dê muito trabalho?

O Goulash é um prato bem aromático, quente e acolhedor. Excelente para confortar a alma em dias que a vida exige nosso melhor. (Harpyja)

Para acompanhar, um arroz branco ou pão para molhar no molho que se forma.

“ATÉ QUANDO PERMANECERÃO NO MEIO DE TI OS TEUS MAUS PENSAMENTOS?”” Jeremias, 4-14

VACA ATOLADA COM COSTELA MM- VÍDEO 10

E chegamos à última receita da série NA COZINHA COM MARIA!

Como foi gratificante fazer e receber tantas mensagens carinhosas; também tantas participações especiais de amigas que puderam comprovar a qualidade dessa carne!

Já estou com saudades da Maria…

Mas vamos ao prato de hoje.

A “vaca atolada” é um prato típico da chamada “comida caipira” que é muito popular em estados como Minas Gerais. A combinação da carne (costela bovina) com a mandioca e temperos, resulta em uma comida saborosa e com substância.

Assistam ao vídeo e comprovem vocês mesmos!

“DE MANEIRA QUE CADA UM DE NÓS DARÁ CONTA DE SI MESMO A DEUS.” Romanos, 14- 12

FÉRIAS, FAMÍLIA, AMIGOS E…COMIDAS!!!

Férias, que palavra mais agradável de se ouvir!

Mais ainda quando você pode aproveitá-la viajando!

Foi o que fiz: Natal em Brusque, Ano Novo em Balneário Camboriú.

Minhas filhas não vieram passar essas festas no Brasil, então me “apeguei” ao meu filho, nora e netos e lá fomos passar com a família da Pati no sul.

Brusque é um encanto de cidade e os pais dela que moram lá nos receberam daquele jeito tão carinhoso que até “fiquei sem jeito…”

(O buffet)

(Regina e eu)

(Todos reunidos)

Recebemos o Ano Novo em Balneário Camboriú, numa noite quente, mas que nem sentimos com o vento gostoso do 8º andar do apartamento de frente para o mar.

(Vista de cima, da praia apinhada de gente)

(O buffet)

(Eu)

A comilança foi muita em todos os dias: de camarões a carne Maria Macia, de antepastos até o tradicional bolo de fubá no café da tarde.

(Camarão à milanesa)

(Mignon recheado com aspargos e queijo e assado em churrasqueira)

(Carne de onça, mignon em tiras e queijo brie assado envolvido em massa)

(Bolo de fubá com goiabada)

Durante as tardes o passeio acabava no Passeio São Miguel, uma rua deliciosa com mesinhas pelo centro e inúmeros cafés, restaurantes e padaria.

(Esse não consegui resistir…)

E a praia?

Maravilhosa!

Principalmente nas manhãs bem cedo em que eu saía para caminhar e sentar para ler…

E o Camelódromo e a Avenida Brasil?

Uma tentação!

E lá vou eu dando um tchau pra quem fica…

Bem, agora já de volta, a vida segue normal.

Só os quilos a mais que vai ser muito difícil perder…

“PORQUE O SENHOR É DEUS GRANDE E REI GRANDE ACIMA DE TODOS OS DEUSES. NAS SUAS MÃOS ESTÃO AS PROFUNDEZAS DA TERRA, E AS ALTURAS DOS MONTES SÃO SUAS. SEU É O MAR, POIS ELE O FEZ, E AS SUAS MÃOS FORMARAM A TERRA SECA.” Salmos, 95- 3,4 e 5.

 

 

SUPLÁS E PORTA GUARDANAPO EM CROCHÊ

Em nossos encontros de quarta feira para fazermos nosso tricô e crochê (vejam Mãos que Abençoam), fazemos muitas amizades.

E uma nova amiga que conheci, a Telma, me ensinou como fazer um suplá em crochê.

Adorei!!!

“O sousplat ou prato marcador é um prato de maior diâmetro que ornamenta o ambiente de refeição e protege a toalha de mesa de eventuais respingos ao redor do prato onde é servida a comida.”Wikipédia

Vejam como ficou lindo e achei super fácil de fazer.

Primeiro comprei a linha que ela me indicou.

E aí fui fazendo conforme o modelo que ela me emprestou.

Fiz seis e dei de presente para a Viviane, minha filha, que amou e já me deu a ideia de fazer o porta guardanapo.

Fiz a flor conforme está no centro do suplá.

Depois virei e fiz uma correntinha onde será colocado o guardanapo.

Deu certo e ficou uma gracinha!

Boas ideias devem ser repartidas!

“MAS, QUANDO TU DERES ESMOLA, NÃO SAIBA A TUA MÃO ESQUERDA O QUE FAZ A TUA DIREITA, PARA QUE A TUA ESMOLA SEJA DADA OCULTAMENTE, E TEU PAI, QUE VÊ EM SECRETO, TE RECOMPENSARÁ PUBLICAMENTE.”Mateus, 6- 3 e 4

ENFIM… CAPE TOWN!!!

Dia 17 de junho, domingo, deixei Luanda e meus queridos para seguir rumo a África do Sul, encontrar-me com minha filha Fabiane e conhecer essa cidade.

Saí de uma temperatura de 27° e tempo muito seco, para entrar em 12° com muito vento e uma chuva fininha!

Nada que abalasse minha vontade de conhecer tudo e dar um abraço apertado em minha filha…

E eis que chego, então, depois de 4 horas de um voo tranquilo.

Cape Town (Cidade do Cabo) é apelidada de “Cidade Mãe” e é a capital legislativa do país, sendo a segunda mais populosa (a primeira é Joanesburgo) com 3 milhões e setecentos mil habitantes.

Foi ocupada primeiramente pelos holandeses e depois o Reino Unido.

(Aqui, fotos do nosso encontro)

Como cheguei no primeiro dia do jogo da seleção do Brasil pela copa, fomos até um local chamado Mojo onde colocaram um telão e onde estava reunida uma turma de brasileiros para assistirem.

Nesse lugar, tem bem no centro um local onde se vendem somente as bebidas e, espalhados ao redor, tipo umas barraquinhas cada uma vendendo comidas diversas: pizzas, sushis, frutos do mar, sanduíches, nachos, pipocas, etc.

Fiquei a lembrar onde estava há quatro anos atrás, no dia do jogo do Brasil… quanta coisa aconteceu! Se me falassem que eu iria mudar de cidade, jamais acreditaria… e lembrei do que escrevi aqui nesse dia ( Dia dos Namorados/ Primeiro Jogo do Brasil).

Saindo dali, tipo decepcionada com a seleção, fomos até Waterfront.

Gente, o lugar é o que há de lindo!!!

Pode-se sentar, comer e degustar um bom vinho.

Ali se reúnem turistas de todo o mundo, dá para curtir lojinhas de artesanato, passeios de barco, roda gigante, museus, corais de música típica africana e muito, muito mais, que contarei em outros posts.

As fotos saíram cinzentas, como estava o dia, mas nem por isso deixa-se de ver um pouco a beleza do lugar.

Logo estarei contando como foi estar desbravando essa cidade linda!

“NO DIA DA PROSPERIDADE, GOZA DO BEM, MAS NO DIA DA ADVERSIDADE, CONSIDERA; PORQUE TAMBÉM DEUS FEZ ESTE EM OPOSIÇÃO ÀQUELE, PARA QUE O HOMEM NADA ACHE QUE TENHA DE VIR DEPOIS DELE.” Eclesiastes, 7- 14

 

 

 

 

COMENDO A COMIDA TÍPICA DE ANGOLA!

A Luciana, amiga da Viviane minha filha, convidou-nos para almoçar com ela.

E claro, pediu para sua cozinheira preparar a comida típica daqui.

CALULU, FUNGE E FEIJÃO DE PALMA

“A culinária tradicional de Angola é influenciada pela portuguesa e pela moçambicana, tendo também recebido nos últimos anos uma forte influência da culinária brasileira.” Wikipédia

CALULU DE PEIXE

Esse que ela serviu foi feito com: peixe (corvina preta), peixe seco, quiabo, berinjela, gimboa (uma folha que parece couve muito fácil de ser encontrada), tomate, cebola e óleo de palma (nosso azeite de dendê).

Também tem o calulu feito com carne seca.

FEIJÃO DE ÓLEO DE PALMA

Feito com feijão branco e temperos, mais o óleo de palma que vem a ser o nosso azeite de dendê.

O caldo fica bem grosso e o sabor, uma delícia!

FUNGE DE BOMBO

Essa é a Jose e foi ela quem fez o funge, que nada mais é do que um pirão feito com água e farinha de mandioca ou de milho.

É o prato principal do angolano!

O segredo é bater muito bem, por isso ela colocou a panela no chão para bater melhor…

Nessa foto abaixo (tirada do Google), dá para ver como é feito o processo.

Essa moça sorridente da foto foi a responsável pelos pratos servidos.

( Bá, fazendo pose para a foto)

Ela acabou fazendo um prato de salada a pedido da Lu, mas deixou claro que não combina com os outros pratos.

(Aqui o meu prato com um pouquinho de cada coisa para experimentar)

(E aqui em primeiro plano o Funge de Bombo, depois o Calulu de Peixe, em seguida o Feijão de óleo de Palma e à direita, a salada).

Obrigada, Luciana por seu convite tão carinhoso!

“PORQUE NELE VIVEMOS, E NOS MOVEMOS, E EXISTIMOS, COMO TAMBÉM ALGUNS DOS VOSSOS POETAS DISSERAM: POIS SOMOS TAMBÉM SUA GERAÇÃO.” Atos, 17- 28

 

 

 

CASA DE VÓ

A CASA DA VOVÓ

É gostosa e perfumada

cheira talco de jasmim.

As cortinas são xadrez

e os móveis em marfim.

 

Tem uma linda cristaleira

com bibelôs pequeninos.

Uma estante com mil livros

e um gato cheio de mimos.

 

Na cozinha tem a mesa

com bolachinhas de mel,

quando derretem na boca

é como entrar lá no céu.

 

No quarto, em cima da cama,

tem a colcha de retalhos

e minha foto sorrindo

em muitos porta retratos.

(Escrevi esse poema há bastante tempo e faz parte do material do aluno do Positivo).

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(Essa guirlanda ganhei da minha amiga Rose, que disse que ela tem tudo a ver comigo…)

Pois é… passei 30 anos morando em apartamentos pequenos, próprios para uma pessoa sozinha como eu.

Mas eu sonhava com uma casa, que fosse grande, com uma mesa de jantar onde coubesse todos, um quarto pronto para receber meus filhos e netos, uma cozinha enorme onde pudesse fazer experimentos culinários, um quintal e um jardim…

Mudei de cidade, de vida e: PLIM!!!

Estou morando na casa que sonhei!

Sem luxo, sem ostentação, mas confortável, gostosa, aconchegante, tipo… casa de vó!

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No momento que estou a escrever esse texto (são 19:30 horas do horário de verão),o céu está limpo, claro e eu deitada nessa rede na área de casa.

É nesse momento que fico divagando, lembrando, sonhando e agradecendo a Deus por tanto em minha vida.

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Daqui vejo a casa para os passarinhos que coloquei no muro.

Eles passam voando perto, fazem ninho no telhado, mas ainda não descobriram a casinha onde coloco água e alpiste.

As pessoas dizem que é assim mesmo até eles se acostumarem, mas vai ser fantástico o dia em que um deles entrar nela!

Vou pular de alegria!

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Ao lado coloquei dois pallets com vasinhos de flores e em baixo plantei agaphantus que ainda vão demorar a florir, mas que tem suas folhas lindas o ano todo.

Lá atrás, no quintal também são dois pallets: um que quando abro a janela do meu quarto, lá está ele como a sorrir dando bom dia.

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Agora, o outro… é o meu xodó!

Meus temperos!!!

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Ainda estão crescendo e fico tempo ali ao lado como para ver se crescem mais ligeiro…

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(Cebolinha, salsa e manjerona)

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(Hortelã para chá, alecrim e hortelã para tempero)

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(Tomilho, sálvia e manjericão)

O dia em que cortei um punhadinho de cada para usar, foi a glória!

Tive vontade de beijar cada uma daquelas folhinhas!

O perfume delas encheu minha cozinha!

Estou terminando de escrever e o céu está escurecendo.

A luz do poste bem em frente, acabou de acender.

Os passarinhos já se acomodaram em suas casas e está na hora de também entrar.

E, como diz a guirlanda, “na casa da vó o Natal é mágico”, vai ser, quando meus filhos e netos chegarem, enchendo essa casa de risos, abraços,  alegria e muito amor!

Isso tudo é muito mais do que mereço!

É graça!!!

(Se quiserem saber mais sobre o assunto, leiam o que escrevi em “Gente… como a gente“.

“PORQUE PELA GRAÇA SOIS SALVOS, POR MEIO DA FÉ; E ISSO NÃO VEM DE VÓS; É DOM DE DEUS.” Efésios, 2- 8

 

QUIBE DE ABÓBORA

Quibe é um prato típico do Oriente Médio.

oriente-medio

Consiste em um bolinho de carne moída, temperada com ervas, que pode ser servido cru, frito ou assado.

A carne pode ser substituída por proteína de soja ou…abóbora, como fiz!

INGREDIENTES

2 xícaras de trigo para quibe

3 xícaras de água

5 xícaras de abóbora

1 xícara de cebola picadinha

2 colheres (sopa) de azeite

6 colheres (sopa) de hortelã picadinha

6 colheres (sopa) de salsinha picadinha

suco de 1 limão

sal e pimenta à gosto

Primeiro cozinhe a abóbora picada até ficar macia e amasse com um garfo; retire e nessa mesma água quente, coloque o trigo de molho por 30 minutos.

Aperte bem para retirar toda a água.

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Refogue a cebola no azeite e leve para bater em liquidificador com os demais ingredientes.

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Junte tudo e amasse bem.

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Leve para assar em forno quente (200º) em forma ou pirex untado por mais ou menos 30 minutos.

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Essas são as embalagens prontas da linha Fitness, Comidinhas da Vovó Sílvia.

Imagem do mapa mundi: slideplayer.com.br

“E EM NENHUM OUTRO HÁ SALVAÇÃO, PORQUE TAMBÉM DEBAIXO DO CÉU NENHUM OUTRO NOME HÁ, DADO ENTRE OS HOMENS, PELO QUAL DEVAMOS SER SALVOS.” Atos, 4- 12