REFLEXÕES NATALINAS III

Queria deixar aos meus leitores, mensagens bonitas, confortadoras e de esperança.

Nessa busca encontrei esse texto que mexeu muito comigo e transcrevo para vocês também se emocionarem.

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Estamos a poucos dias de comemorarmos a data que deveria ser o maior acontecimento dos tempos: o nascimento de Jesus.

Há, porém, uma tristeza indelével pairando no ar.

Pessoas que vão e vem pelas ruas, preocupadas apenas com os presentes que irão oferecer aos filhos, pais, parentes ou amigos.

Outros porém existem, que sofrem nesse dia a perda irreparável de entes queridos que não irão estar presentes às comemorações, esquecendo-se que a vida é eterna e que só morremos realmente quando deixamos de acreditar em nossos sonhos.

Alguns sofrem por estarem longe de seus filhos, pais ou irmãos que estão distantes.

Há aqueles que sofrem por não terem condições financeiras de oferecer aos filhos o tão esperado presente de “Papai Noel” e talvez nem mesmo dinheiro possuam para comprar um alimento para ser servido à mesa no dia de Natal.

E o verdadeiro sentido desta data, onde entra?

Jesus não veio ao mundo para que seu nascimento fosse comemorado com bens materiais.

Jesus veio ao mundo para que nossa visão de vida ganhasse um novo sentido de esperança.

Veio nos ensinar a deixar de lado nosso egoísmo; veio nos ensinar o amor ao próximo, mas não aquele amor que só ama aos que realmente estão próximos a nós; isso é fácil!

Jesus veio nos ensinar que devemos estender nossa visão para além daquilo que conseguimos enxergar.

E existe muito, muito mesmo o que se ver.

Pessoas se preocupam demais com coisas que vistas pelo lado espiritual, perdem sua importância.

Jesus veio pregar o amor, a compreensão, o desapego, a caridade e a solidariedade.

Amor que se deve estender a todos os seres vivos.

Desapego aos bens materiais, porque ao nascer não trazemos nada nas mãos, a não ser o desejo de aprender e crescer espiritualmente e ao partir levamos apenas as nossas experiências de vida.

Solidariedade e caridade para com o irmão necessitado do pão para seu corpo sim, mas muito mais do pão para sua alma.

E essa solidariedade e caridade, não devem ser praticadas apenas no decorrer das festividades de Natal e Ano Novo.

Devem ser postas em prática a vida inteira, assim como Jesus nos ensinou.

Pessoas existem que se confraternizam nesta época do ano, se perdoam mutuamente as ofensas trocadas, apertam as mãos, se abraçam, cantam, bebem e riem juntas, mas no dia seguinte, quando a vida volta ao normal, todas as promessas são esquecidas e cada qual retoma sua vida e seus propósitos se dissolvem no ar feito fumaça.

O mesmo egoísmo volta a dominar suas vidas.

O Natal é uma data bonita que deve ser comemorada com a alma, com alegria, com amor.

Jesus nasceu com o objetivo claro e único de dar a vida por nós, para nos salvar.

Vamos procurar mostrar a Ele que seu sacrifício não foi em vão.

Pense nisto: vamos procurar fazer deste Natal não apenas mais uma data em que trocamos presentes, abriremos champanhe e brindaremos juntos aos nossos, mas sim uma data de renovação de nossos propósitos de vida e de renascimento interior.
Feliz Natal!

http://www.reflexaodevida.com.br

Imagem: meganatal6.zip.net

REFLEXÕES NATALINAS I

Meu amor pelo Natal vem de muito longe…

Do tempo em que acreditava em Papai Noel e ficava acordada na esperança de vê-lo chegar, até o dia em que descobri minha mãe, pé ante pé, carregar o pacote e colocá-lo sob a árvore enfeitada.

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(Eu com oito anos, meu pai, minha irmã Ângela, minha mãe e meu irmão Ciro: depois ainda veio mais uma irmã, Raquel)

E é dela (minha mãe) que vem as lembranças mais fortes: sua risada alegre, a música natalina saindo do piano que tocava tão bem.

E como cantávamos!

Isso enquanto enfeitávamos o pinheirinho (natural) com bolas coloridos que se quebravam ao menor descuido.

Como morávamos longe da cidade (no Instituto Cristão de Castro), o dia em que íamos até lá era uma festa!

E a única loja grande que mamãe nos levava, era uma livraria cheia de objetos, brinquedos, livros (é claro) e cartões (naquela época se mandava cartões pelo correio).

Lembro que fiquei encantada com um deles e peguei escondendo no bolso do meu vestido rodado.

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Quando chegamos em casa mostrei para minha mãe e ganhei um sermão (é claro) sendo que na outra ida até lá, tive que devolver o tão amado cartão e passar uma vergonha daquelas…

Hoje em dia enfeito meu pinheirinho artificial com enfeites de pano (papai Noel, bengalas coloridas, ursos, sinos, homenzinhos de pão de mel, estrelas) que também acho lindo!

Não deixo nunca de colocar luzes coloridas.

Gosto de me sentar e ficar olhando a mudança de cores: ora verdes, vermelhas, azuis e de repente todas as cores piscando juntas!

Não tenho mais o som do piano, mas tenho a voz de Julio Iglesias cantando músicas natalinas em alemão…

Esse ano, em pleno novembro, já tirei uma foto ao lado do Papai Noel; só não vou colocar aqui porque achei que estou mais gorda que o próprio…

Me chamam de criança… acho que é um elogio!

Tomara poder passar para meus netos o verdadeiro sentido do Natal por trás de todos esses símbolos: a presença de Jesus em nossas vidas, trazendo tanto amor, maior presente de Deus ao mundo!

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Imagens: http://www.sabercomofazer.com.br; galeria.colorir.com

BURACO QUENTE

Essa receita foi feita pela minha irmã Ângela e eu apenas fotografei.

E comi, é claro!!!

Quando perguntei o nome desse salgado que estava fazendo, ela me respondeu: “Buraco Quente”.

Achei estranho e meio feio para colocar no blog e já estava pensando em batizá-lo com um outro nome, mais pomposo, tipo: “Francesinho Recheado” ou outro qualquer.

Mas pesquisando em outros blogs de receitas, vi que o nome é esse mesmo!

Então… vamos lá para a receita do…Buraco Quente!

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INGREDIENTES

quantos pães franceses quiser

carne moída temperada à gosto

queijo muçarela cortadinho

requeijão cremoso

Tempere e refogue a carne moída com cebola, alho, e coloque o que quiser, tipo: cheiro verde, azeitonas picadinhas, etc.

Reserve.

Corte a tampinha do pão francês e retire o miolo como na foto.

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Coloque a carne dentro recheando bem.

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Coloque um pouquinho de queijo muçarela picado por cima.

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Em seguida, cubra com o requeijão cremoso.

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Vá colocando um ao lado do outro, de pé, em uma forma e leve ao forno na hora de servir.

Fica bem crocante e gostoso!

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Ótimo para servir para crianças e jovens na hora do lanche!

Obrigada mana, pela receita!!!

PRÁ NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE…LIVROS!

Continuando o assunto “Viagem para Bombinhas”, é claro que comprei um livro para levar.

Até demorei para escolher porque estava sem indicação nenhuma e queria um romance leve e gostoso.

E acertei na mosca!

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Levei as “Sete Irmãs” de Lucinda Riley, um romance com 560 páginas de pura beleza!

Esse é o primeiro de uma série de sete livros, um conto épico e arrebatador sobre o amor e perda.

A escritora mergulhou na cultura e na história do nosso país para conhecer os mitos e verdades sobre a construção de um tão querido monumento nosso: o Cristo Redentor!

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(Aqui quando comecei a ler na sacada do apartamento)

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( E lia em todo lugar…)

Não senti falta de companhia na praia, a não ser quando precisava passar o protetor nas costas…

Esse era um momento bem difícil!

É claro que se uma de minhas irmãs ou alguma amiga estivesse comigo seria mais divertido, mas nem por isso deixei de aproveitar.

No hotel eu era a única pessoa só!

– Aquela senhora que está sozinha! Assim se referiam a mim na recepção…

Na praia eu observava: os homens sempre de bermuda, boné, óculos escuros, em baixo do guarda sol e antes das onze horas já estavam pedindo cerveja ao garçom; as mulheres nos seus biquínis, torravam ao sol.

Sexta feira chegou com muitas famílias (por causa do Dia das Crianças) e a toda hora eu ouvia uma menina de mais ou menos cinco anos (idade da minha neta Isadora), chamar:

– Vovó! Vovó!

Aí eu sentia como se fosse eu sendo chamada e olhava a imensidão daquele mar à minha frente e pensava:

-Queridinha, um oceano nos separa!

Nessa hora a garganta dava nó…

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E assim terminei o livro e a temporada…

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ÂNGELA E RAQUEL

São minhas irmãs e agora divulgando seus trabalhos.

Uma com gostosuras e outra com belezuras (só para rimar…), isto é, uma faz doces e salgados deliciosos e a outra faz lindos trabalhos em artesanato.

Como podem ver, somos uma família prendada!

Vou começar em ordem alfabética, com a Ângela.

No facebook sua página é: DELÍCIAS DA ÂNGELA

/www.facebook.com/pages/Delícias-da-Angela/590429861054595?fref=ts

Telefones para contato: 9869-0037 e 3378-2406

bolo de morangos

Bolo de Morangos

torta de pessegos

Torta de Pêssegos com Doce de Leite

docinho

Docinhos para festas

Agora vou mostrar a Raquel.

Sua página no facebook é MDF, PAPEL E PINCEL BY RAQUEL

//www.facebook.com/mdfpapelpincelbyraquel?fref=ts

Telefones para contato: 9864-9395 e 3245-1858

chá

Caixa para chá

bebê

Conjunto para bebês

porta controle

Porta Controle Remoto

Então, gostaram?

 

QUICHE DE PALMITO E CHAMPIGNON

A palavra Quiche  vem do alemão “kuchen” que significa “torta”.

Ela não leva cobertura, como o empadão.

E sábado passei uma tarde gostosa com minhas irmãs e cunhado em minha casa.

Além de outras coisas fiz essa quiche deliciosa!

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INGREDIENTES

2 e 1/2 xícaras de farinha de trigo

5 colheres de manteiga (eu uso doriana)

4 ovos

1 lata de creme de leite

1 vidro de palmito

1 vidro de champignon

1 cebola picadinha

sal, pimenta do reino

queijo ralado para salpicar

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Comece pela massa: numa tigela coloque a farinha de trigo e a manteiga.

Vá amassando com as mãos até dar liga e abrindo (também na palma da mão) e colocando na assadeira untada.

Reserve.

Frite a cebola em um pouquinho de óleo e refogue o palmito e champignon.

Coloque o sal e pimenta à gosto.

Retire e reserve.

Em uma tigela bata os ovos como para omelete e junte o creme de leite (sem o soro) e coloque uma pitadinha de sal.

Junte o refogado de palmito e mexa.

Despeje sobre a massa e salpique queijo ralado.

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Leve para assar em forno pré aquecido, 180° durante mais ou menos 40 minutos.

Você pode variar muito esse recheio, como: tomates secos, espinafre com requeijão, frango, etc.

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Sirva quente ou morno.

De qualquer maneira é maravilhosa!!!

PARECENÇAS

Que somos todos pedacinhos de nossos antepassados, isso já sabemos.

Mas o que eu não tinha consciência é de que, quanto mais idosa vou ficando, mais essas semelhanças vão acentuando.

Em minha juventude quando alguém me achava parecida com minha mãe ou meu pai, eu nem gostava muito porque os via como velhos, cabelos brancos, rugas, etc, mas agora que estou como eles eram, nem me acho tão velha assim.

Ah, essas parecenças…

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Começou dias atrás em que eu escrevia um texto e quando olhei para minha letra, jurava que era meu pai quem acabara de escrever!

Aquela caligrafia inconfundível dançava em frente aos meus olhos pasmos!

E o jeito “mineirês” de falar, então: palavras que só meu pai falava e entendia e que eu aprendera há tanto tempo e agora repetia…

Outro dia, vesti um casaco vermelho (minha mãe adorava vermelho) e fiz um gesto para abrir e mostrar à minha filha; ela parou de boca aberta me olhando e disse:

– Mãe, você fez igualzinho a vovó!

Depois, num domingo, fui almoçar com minha irmã.

Eu acabara de cortar o cabelo bem curto e enquanto conversávamos coloquei meus óculos para ler o que ela me mostrava.

– Meus santo, mana! Nunca te achei parecida com a mãe, mas você está igual a ela! Disse com olhos arregalados…

Achei um exagero dela!

Na manhã seguinte ao escovar meus dentes, dei de cara comigo no espelho: não era eu, era minha mãe me olhando espantada!

Sorri para ela que era eu e, nesse momento, tantas coisas vieram à minha mente: um passado gostoso onde pai e mãe eram toda minha estrutura, meu amparo, minha força.

É, os anos passam!

E nem que não queiramos (o que não é o meu caso) lá está em nós um pedacinho dos que foram antes de nós.

E, por certo, lá na frente haverá pedacinhos de mim em outros rostos de pessoinhas do futuro.

É bom saber que não morremos!

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Imagens: 1) nuvemdeestrelas.blogspot.com; 2) wp.clicrbs.com.br

 

ANTONINA

Antonina me remete às mais doces lembranças…

Foi lá que vivi minha adolescência e passei quatro anos cursando o “Ginásio”.

Foi lá que “conheci o mar” (ver crônica do dia 23 de janeiro).

Foi lá que nasceu minha irmã caçula, Raquel.

É de lá que vem a vontade de passar novamente por aquelas ruas centenárias, cheias de histórias, sentir o cheiro do mar e pensar que voltei a ser jovem, só por um instante…

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ANTONINA

Morei lá.

Fiz ginásio, fiquei mocinha,

aprendi a paquerar.

Usei meu primeiro sutiã

sem nem ter o que aparar.

—–

Passeava pela pracinha

nos domingos, ao entardecer

e com amigas da escola

um filme sempre ia ver.

—–

No teatro do colégio

representei muitas vezes.

Fiz a Bela, a Virgem, anciã,

fui cantora, menino, negrinha,

ganhei até papel de vilã.

—–

Bons tempos eram aqueles

de passeios à prainha,

Ponta da Pita, Mercado

e o começo dos namoros

sempre com “velas” ao lado.

—–

A cidade se iluminava

de foguetes lá no morro.

Era a festa da padroeira

em pleno mês de agosto.

—–

A brisa era suave,

o sol era quente,

o céu tão azul,

o coração contente…

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(Do meu livro Um Pouco de Mim)

Imagens: 1) http://www.tripadvisor.com; 2) viageiro.com

 

ROCAMBOLE DE AMENDOIM

Somos três irmãs morando em extremos da cidade, às vezes passando tempo sem nos encontrar, falando tão somente por telefone.

Aí combinamos de uma vez ao mês nos juntarmos, cada vez na casa de uma.

Deu certo e a tarde de sábado passa rápido entre muitas conversas e risadas.

E lanches! Sempre caprichado!

A receita de hoje foi a Ângela quem fez e o resultado, provado e aprovado!

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INGREDIENTES

MASSA:

6 ovos

6 colheres (sopa) de açúcar

6 colheres (sopa) de farinha de trigo

1 colher (sobremesa) de fermento

RECHEIO:

2 latas de leite condensado (cozido por 20 minutos em panela de pressão)

200 gramas de amendoim torrado e moído

Bata as claras em neve (na batedeira), junte o açúcar sempre batendo e depois as gemas.

Bata bem, retire e misture a farinha e fermento delicadamente.

Leve para assar em tabuleiro untado em forno quente.

Prepare um pano (molhe e torça bem) sobre uma mesa e vire o pão de ló ainda quente sobre ele.

Enrole no pano e desenrole.

Coloque o leite condensado e amendoim- deixe um pouco de ambos para usar na cobertura.

Enrole novamente e cubra.

rocambole Angela 004Observação: essa massa é básica para ser usada com inúmeros recheios (goiabada, creme de ovos, baba de moça, etc.).