TORTA NEGRITA

Para começar bem a semana, aqui vai uma receita de doce, com chocolate (hummmm!!!) acompanhada de um Haicai:

Eterna alquimista!

Misturo pós e temperos.

Preparo manjares.

 

montanha russa, penne e torta negrita 010INGREDIENTES

4 ovos

8 colheres (de sopa) de açúcar

10 colheres (de sopa) de farinha de trigo

10 colheres (de sopa) de nescau

1/2 xícara de vodka (rum ou martini)

3 colheres (de sopa) de manteiga

1 colher (de sopa) de fermento

+ ou – 1/2 copo de leite

Bata as claras em neve e reserve.

Bata a manteiga com o açúcar e gemas até ficar esbranquiçada.

Coloque o trigo, nescau, vodka e leite e bata bem (se a massa ficar meio dura,  coloque um pouquinho mais de leite).

Misture levemente as claras em neve e fermento.

Leve para assar em forma ou pirex untado por + ou – 40 minutos.

Prepare um brigadeiro mole e jogue por cima.

Depois, chocolate granulado.

montanha russa, penne e torta negrita 012

 

Para esse tamanho de pirex, fiz metade da receita.

 

 

ALGUNS HAICAIS

Essas fotos são de um lugar que visitei e que me encantou.

Estava num safári em pleno Parque Nacional do Quiçama, em Luanda, Angola, África.

A vegetação seca da savana e o calor escaldante  turvavam minha visão, até que olhei para um lado e tive a impressão que era uma miragem.

No meio de todo aquele deserto, no meio do nada, essas flores cor de rosa, lindas, desafiando a falta de chuva e o cuidado de mãos carinhosas.

É claro que fotografei!

Então lembrei-me de alguns Haicais que fiz há algum tempo e que falam de flores.

Para quem não conhece, segue a definição de Haicai: ” é uma forma poética de origem japonesa, que valoriza a concisão e a objetividade. Os poemas tem três linhas, contendo na primeira e na última cinco sílabas e sete na segunda linha”-(Wikipédia)

Para mim, defino como: “dizer muito em poucas palavras”.

Quero ver as flores,

a primavera sorrindo…

Deixe-me sonhar!

Chão atapetado

de flores brancas, vermelhas.

Mudam estações.

Flores procurando

um girassol amarelo.

O sol lá no céu.

Dê-me flores, céus,

e farei versos sem fim.

Dê-me amor e paro.

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