FAMÍLIA NÔMADE

Quer dicas de viagens e hotéis, de programas em Curitiba (principalmente com crianças) e de lugares diferentes?

No blog Família Nômade (http://familianomade.com) você encontra tudo isso!

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Quem escreve é a jornalista Tatiana Escosteguy, amiga da minha filha Fabiane.

Elas se formaram juntas, ou seja, eu a conheço há quase vinte anos!

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A Tati é uma pessoa muito querida na família e, um dos posts que ela fez (Um espaço pra brincar ou tomar café?) tem fotos dos meus netos, Isadora e Heitor.

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Aliás, a Tati é mãe da Clara, de dois anos, um encanto de menina.

Ela e os meus netos aproveitaram bastante essas férias para brincarem juntos.

É a amizade de mãe e tia passando para os pequenos!

O nome do blog faz referência ao projeto de vida de Tati, do seu marido Sid, da pequena Clara e do “filho canino” o Dog.

Eles pretendem, ainda esse ano, fazer uma viagem de carro de Curitiba até o Canadá.

No caminho, além de matérias, esperam conhecer outras famílias que vivem nas estradas e que fazem do carro, suas casas e escritórios.

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Você também pode acompanhar as novidades pela página no Facebook- Família Nômade.

Mais uma ótima sugestão de blog interessante e com conteúdo inteligente!

(Colaboração da minha filha jornalista Fabiane Prohmann).

SÍLVIA, CADÊ VOCÊ????

Quinta feira, dia 22, foi meu último post e quero contar a vocês o motivo desse sumiço involuntário.

Foi nesse mesmo dia que tudo aconteceu.

Há tempos eu tomo remédios para um problema de desgaste ósseo no joelho.

Mas até aí tudo bem.

Só que há um mês atrás, logo depois do Natal, fui levantar do chão onde brincava com meus netos e senti.

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Na mesma hora começou a inchar.

Fui ao Hospital de Fraturas e o médico de plantão me indicou um anti- inflamatório.

Os dias passaram e voltei ao normal.

Enquanto isso fui a um especialista em joelhos que, em rápida consulta, mal me olhou, não pediu nenhum exame e mandou continuar com o medicamento.

Não gostei nem um pouco dele!

Aí fui a outro.

Até simpatizei mais, já que pelo menos me pediu uma ressonância magnética.

Marquei e fui fazer (no primeiro dia a máquina estragou e tive que voltar novamente no dia seguinte).

Só que nesse dia seguinte, o dia 22 fatídico, fui levantar da minha mesa de trabalho e… Pimba!

Aconteceu tudo de novo só que num grau muito maior! Não conseguia andar! Travou tudo e doía!

Resultado: corri para o médico que não pode fazer nada porque não tinha o exame em mãos e que ficava pronto só dali a três dias…

Então me mudei para o apartamento da minha filha Viviane que é bem grande e ela poderia me ajudar.

Nessas alturas, andar só com ajuda de bengala e sem poder esticar a perna.

Chegou o dia de pegar o resultado e levar ao médico.

Ele olhou só o diagnóstico e sequer viu as imagens anexas e nem o meu joelho que continuava inchadíssimo!

– Vamos operar! Os dois joelhos! Três meses de recuperação para um e mais três meses de recuperação para o outro!

E já foi dando as guias e pedido de afastamento para o INSS.

Saí dali chorando, é claro!

Meu Deus, tudo iria mudar em minha vida! Como eu faria seis meses dentro de casa? E teria meu trabalho de volta após todo esse tempo?

Aí os filhos tomaram à frente: vamos procurar um outro médico para uma segunda opinião!

Mais alguns dias procurando (como os amigos são importantes nessa hora) e recebendo várias indicações.

Até que apareceu um novo médico e lá fui eu.

Quanta diferença!

Eu com todos os exames nas mãos e ele a me examinar, explicar tudo, vendo todas as fotos da ressonância com extremo cuidado.

Tempo de consulta?

Uma hora e meia!

Por fim, disse que NÃO precisava operar!

Que o desgaste realmente existe mas que com fisioterapia e cuidados, tudo pode voltar a “ser como dantes no quartel de Abrantes”!

Essa história toda levou exatamente quinze dias, que para mim foram muitos mais.

Me senti com minha vida em suspenso,parada, sem definição, sem saber o que poderia acontecer…

Lembrei  sempre do livro da Polyana, que li muitas vezes, e pensava em fazer o “joguinho do contente” e, se houve alguma coisa para eu me alegrar nesses dias, foi que pude conviver com meus netos o tempo todo, sendo que de outra forma,não conseguiria.

Eu os vi acordar, comer, chorar, brincar, ter mal humor, conversar, dar risadas, e pude abraçá-los muito.

Li histórias centenas de vezes, sentada no “cantinho da vovó” que ficava em um lugar privilegiado onde tudo acontecia perto de mim.

Minhas filhas foram incansáveis nessa jornada.

E hoje,cá estou de volta, já em minha casa, me preparando para voltar ao trabalho na próxima segunda feira.

Viviane, André, Isadora e Heitor viajam nessa hora de volta para sua casa em Angola.

Coração apertado…

Agradeço a todos que ligaram, mandaram mensagens, oraram por mim!

Aos que fizeram aniversário e nem pude cumprimentar pelo facebook tal o meu desânimo, sintam-se abraçados!

A Viviane, André, Fabiane, Paulo Emílio e Patrícia, meu obrigada e amor eterno!

A Deus dou graças por Sua presença constante em minha vida!

boca

E vamos lá, gente!

Segunda feira vem aí com nova receita de um salgado super gostoso que fiz antes de tudo acontecer.

Estamos de volta!!!

Imagem: http://www.minirecados.com

 

A MENINA ESCOLHIDA

Quando dei por mim, eu tinha pai, mãe, um irmão e uma babá.

Ela tinha a pele bem escura, um colo macio, era alegre, cozinhava como ninguém e engomava minhas anáguas que eu vestia aos domingos para ir à Igreja.

– Tem que ficar bem armada, Pedrina! Bem duras que parem de pé! Eu falava na minha impaciência de criança.

E ela engomava novamente, passava, me vestia e penteava meus cabelos crespos, sempre ouvindo meus choramingos.

Aí sentávamos para conversar: lareira acesa, pinhão estourando na brasa, vento gelado passando pelas frestas da porta, lá em Castro onde morávamos.

Castro

E sempre acabávamos pedindo para mamãe contar a “história da Pedrina”.

– “Eu e seu pai”, começava ela, “fomos morar, logo que casamos, em Machado, lá onde você, Silvinha, nasceu. Mas isso foi bem antes de você vir ao mundo. Como seu pai era pastor, visitávamos sempre as famílias da Igreja. Íamos a sítios, casas bem longe do centro e foi numa dessas vezes que chegamos em uma casinha bem pobre, de tábuas, chão de terra batida, apenas um cômodo onde morava a família da Pedrina: pai, mãe e sete filhos. Começamos a conversar, ensinar sobre higiene, cuidado com as crianças, quando vi, espiando pela porta aberta, uma carinha risonha. Colocava a cabeça, olhava, sorria e escondia de novo. Foi quando o pai dela contou-nos que não tinha condições de sustentar sua família, que estavam doentes e que, portanto, iam dar seus filhos. Se quiserem, ele falou, podem escolher qualquer um e levar. Eu então apontei para a porta e disse que era aquela menininha que eu iria levar. E assim, trouxemos a Pedrina para nossa casa. Como ela tinha piolhos, tivemos que raspar sua cabeça após o banho com bucha e sabão. Tiramos os bernes e colocamos creolina. Encontramos carrapatos e tiramos enquanto ela chorava… e nós também. Era magrinha de dar dó, mas fomos tratando com carinho e assim ela se curou e entrou para nossa família”.

Muitas vezes ouvimos essa narrativa e cada vez nos empolgávamos com a parte dos bichos e cada vez os olhos de Pedrina se enchiam de lágrimas de reconhecimento.

Como ela nos amava!

Viveu sempre ao nosso lado até se casar com um cabo do exército que servia com meu irmão.

Não podia ter filhos, mas queria tanto!

Até que um dia conseguiu engravidar e mamãe cuidou dela com infinita paciência, porque sua pressão subia pondo em risco sua vida e do bebê, que veio ao mundo recebendo o nome de Yedda em homenagem à minha mãe.

Mae negra (1)

Viveu pouco, depois disso.

Fiquei com aquela impressão triste de que se foi cedo demais…

Agora só restam lembranças e saudades!

(Do meu livro Confidências ao Meio Dia)

Imagens: 1) http://www.castro.pr.gov.br; 2) simplismentevida.blogspot.com

BOLO BRANCO

No último dia 26 eu ia receber visitas de sobrinhas que iam até minha casa para conhecer o Cesar, meu neto de 5 meses que mora em Campo Mourão. Acabou virando festa porque meus três filhos, 3 netos, nora e genro também estavam lá. 

Depois de tanta comida nos dias 24 e 25,  procurei uma receita de bolo que fosse fácil, leve e muito, muito gostoso!

E inspirada na Receitas Aprovadas da Diana, fiz essa gostosura que servi geladinha.

bolo pronto

INGREDIENTES

MASSA (PÃO DE LÓ)

4 ovos

4 colheres (sopa) de açúcar

4 colheres (sopa) de farinha de trigo

1 colher rasa (sopa) fermento 

massa do bolo

Bata as claras em neve, junte o açúcar sempre batendo, depois as gemas e bata bem.

Retire e junte o fermento.

Leve para assar em forma untada por cerca de 30 minutos em forno 180º.

bolo assado

Retire e deixe esfriar um pouco antes de virar no prato onde vai ficar.

bolo assado 2

Prepare o RECHEIO:

1 lata de leite condensado

1 lata (medida do leite condensado) de leite

1 caixinha de creme de leite

1 colher (sopa) de maisena

3 gemas

Leve ao fogo o leite, o leite condensado, as gemas e a maisena dissolvida em um pouquinho de leite.

Vá mexendo sempre até ferver e engrossar.

Retire e deixe esfriar.

Junte o creme de leite e empregue no bolo já cortado ao meio.

recheio bolo

COBERTURA:

3 claras

1 xícara e meia de açúcar

1/4 xícara de água

Com a água e açúcar faça uma calda em ponto de fio.

bolo branco

Bata as claras em neve e vá juntando, sem parar de bater, a calda quente aos poucos.

Bata bem!

marsmellow

Vai ficar um “incrível” marshmallow!!!

Vá cobrindo todo o bolo e com um garfo, faça uns crespinhos em todo ele.

bolo fatia

Ficou como eu queria: sensacional!!!

REFLEXÕES NATALINAS III

Queria deixar aos meus leitores, mensagens bonitas, confortadoras e de esperança.

Nessa busca encontrei esse texto que mexeu muito comigo e transcrevo para vocês também se emocionarem.

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Estamos a poucos dias de comemorarmos a data que deveria ser o maior acontecimento dos tempos: o nascimento de Jesus.

Há, porém, uma tristeza indelével pairando no ar.

Pessoas que vão e vem pelas ruas, preocupadas apenas com os presentes que irão oferecer aos filhos, pais, parentes ou amigos.

Outros porém existem, que sofrem nesse dia a perda irreparável de entes queridos que não irão estar presentes às comemorações, esquecendo-se que a vida é eterna e que só morremos realmente quando deixamos de acreditar em nossos sonhos.

Alguns sofrem por estarem longe de seus filhos, pais ou irmãos que estão distantes.

Há aqueles que sofrem por não terem condições financeiras de oferecer aos filhos o tão esperado presente de “Papai Noel” e talvez nem mesmo dinheiro possuam para comprar um alimento para ser servido à mesa no dia de Natal.

E o verdadeiro sentido desta data, onde entra?

Jesus não veio ao mundo para que seu nascimento fosse comemorado com bens materiais.

Jesus veio ao mundo para que nossa visão de vida ganhasse um novo sentido de esperança.

Veio nos ensinar a deixar de lado nosso egoísmo; veio nos ensinar o amor ao próximo, mas não aquele amor que só ama aos que realmente estão próximos a nós; isso é fácil!

Jesus veio nos ensinar que devemos estender nossa visão para além daquilo que conseguimos enxergar.

E existe muito, muito mesmo o que se ver.

Pessoas se preocupam demais com coisas que vistas pelo lado espiritual, perdem sua importância.

Jesus veio pregar o amor, a compreensão, o desapego, a caridade e a solidariedade.

Amor que se deve estender a todos os seres vivos.

Desapego aos bens materiais, porque ao nascer não trazemos nada nas mãos, a não ser o desejo de aprender e crescer espiritualmente e ao partir levamos apenas as nossas experiências de vida.

Solidariedade e caridade para com o irmão necessitado do pão para seu corpo sim, mas muito mais do pão para sua alma.

E essa solidariedade e caridade, não devem ser praticadas apenas no decorrer das festividades de Natal e Ano Novo.

Devem ser postas em prática a vida inteira, assim como Jesus nos ensinou.

Pessoas existem que se confraternizam nesta época do ano, se perdoam mutuamente as ofensas trocadas, apertam as mãos, se abraçam, cantam, bebem e riem juntas, mas no dia seguinte, quando a vida volta ao normal, todas as promessas são esquecidas e cada qual retoma sua vida e seus propósitos se dissolvem no ar feito fumaça.

O mesmo egoísmo volta a dominar suas vidas.

O Natal é uma data bonita que deve ser comemorada com a alma, com alegria, com amor.

Jesus nasceu com o objetivo claro e único de dar a vida por nós, para nos salvar.

Vamos procurar mostrar a Ele que seu sacrifício não foi em vão.

Pense nisto: vamos procurar fazer deste Natal não apenas mais uma data em que trocamos presentes, abriremos champanhe e brindaremos juntos aos nossos, mas sim uma data de renovação de nossos propósitos de vida e de renascimento interior.
Feliz Natal!

http://www.reflexaodevida.com.br

Imagem: meganatal6.zip.net

PERIPÉCIAS EM BOMBINHAS

Enfim, chegou minha semana de férias e com ela o dia da viagem.

Malas prontas e lá vou eu!

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Em minha bagagem, além de roupas e necessaires, claro que meu iPad e celular conectadíssimos na Internet.

E depois de quase 250 km vou sentindo o cheiro do mar e começando a vê-lo ao passar por Balneário Camboriu, Itapema, Porto Belo, Bombas e finalmente Bombinhas, meu destino final.

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Sabem o porquê do nome “Bombinhas”?

Conta-se que se deu em função da areia solta de sua praia, que, ao caminhar, as pessoas percebiam alguns ruídos, pequenos estalos, que popularmente entendiam como sendo as famosas “bombinhas” muito comuns nas festas juninas.

Bombinhas pertencia ao município de Porto Belo e sua emancipação se deu em 1992. 

É composta de 39 praias e a população gira em torno de 15 mil habitantes alcançando mais de 100 mil na alta temporada de verão.

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Cheguei já pensando em entrar no Facetime e mostrar a meus filhos distantes a beleza do lugar; entrar no Facebook para colocar no Google maps minha localização e ir mostrando dia a dia as comidas que provava.

Entrei no Hotel, deixei as malas no apartamento e voltei à recepção para pegar a senha do Wi-Fi. 

Gente, não entrava!

Nunca entrou!

Por mais que eu tentasse dentro do apartamento, no corredor, no restaurante, na rua… nada!

Comecei a ficar desesperada!

À noite consegui uma ligação (nem isso conseguia…) e falei com minha filha Fabiane em Curitiba contando que estava bem, mas que não estava “conectada”.

Sabem o que ela respondeu?

– Mãe, desligue os aparelhos!Não se preocupe! Você está aí para descansar então aproveite tudo aí e ESQUEÇA a Internet!

Nossa! E não é que ela estava certa?

Depois dessa conversa, aposentei os “apetrechamentos” como diria Odorico Paraguaçu e passei a desfrutar de tudo sem me preocupar!

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Não, não é a Rua Caminito em Buenos Aires e sim uma rua de Bombinhas.

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Igreja Nossa Senhora dos Navegantes.

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Vista da sacada do meu apartamento (todas as noites foram assim).

Aí resolvi aposentar o relógio também… não queria saber a que horas levantava, almoçava ou ia dormir… Qualquer hora era hora. Meu estômago avisava quando devia me alimentar.

E o sol brilhou a semana toda!

Amo o sol, mas tenho medo dele; isso porque já me queimei demais nos tempos da Ilha do Mel.

Então o jeito foi me cuidar.

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Lá os moradores dizem que Bombinhas é o lugar do sol o ano inteiro.

Eu pude ver!

E acreditei!

(Aguardem mais peripécias na quinta feira que vem!)

VÍDEO HISTORINHA INFANTIL

Já está no Youtube a última historinha desse primeiro momento e hoje coloco aqui no blog: O GRILO, O RATO E O GATO.

São muitas histórias já escritas, mas sem poder fazer o vídeo.

Isso porque continuamos aguardando o interesse de empresas ou escolas para patrocinar esse empreendimento.

Agradeço muito aos meus amigos: JÜRGEN PFITZNER (COPHTA PRODUÇÕES), ANA CARLA BORTOLONI, MARCO VIEIRA e ERVIN FAST que me atenderam nesse projeto piloto sem receber qualquer gratificação.

Sinto muito que histórias instrutivas para crianças não despertem interesse por parte de escolas e instituições…

Com uma bagagem grande para crianças de diversas idades, continuo batalhando para que, quem sabe um dia, possa ser reconhecido esse nosso trabalho.

Enquanto isso, aproveitem as que estão prontas para mostrar a seus filhos, sobrinhos e netos.

Para entrar diretamente no Youtube e ver os 4 vídeos é só digitar o meu nome: Sílvia Novaes Fernandes

 

 

MEU PÃO CASEIRO

Adoro a sensação de fazer pão!

É uma gostosura ver o fermento crescendo, a massa se avolumando, o cheirinho invadindo a casa toda, o sabor da mordida em uma fatia com uma grossa camada de manteiga!

Muito, muito bom!!!

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INGREDIENTES

1 copo e meio de água morna

1 colher (de sopa) de açúcar

1 colher e meia (sopa) de fermento biológico

pão 2 (2)

Misture os ingredientes acima e deixe crescer em uma caneca.

1 quilo de farinha de trigo

2 colheres (sopa) de açúcar

1 colher (sopa) de sal

1/2 xícara de óleo

2 ovos

pão 2 (1)

Em uma bacia coloque os ingredientes acima e junte o fermento que já cresceu.

Vá amassando com um pouco mais de água quente (coloque aos poucos, se necessário).

Amasse muito bem.

Deixe crescer na bacia mesmo por mais ou menos 2 horas (se o tempo estiver quente, em menos tempo a massa já cresceu).

Divida a massa em duas partes e enrole como pão.

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(Eu fiz um grande e dois pequenos).

Coloque em assadeira untada e deixe crescer novamente por mais ou menos 40 minutos.

Passe uma gema em cima e leve para assar por uns 40 minutos.

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É aí que começa a magia: aquela farinha se transformando num apetitoso pão caseiro de sabor incomparável!

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Maravilha, não?

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Fiz essa receita em meu primeiro dia de férias curtas, para esperar minhas filhas, genro e netos que chegavam de Campo Mourão.

Imagina se não gostaram…

TRI VOVÓ!!!

Talvez o texto mais bonito (para não dizer perfeito) que já li sobre ser avó,  se chama “A Arte de ser Avó”, escrito por Rachel de Queiroz.

É meio longo, mas se tiver tempo, leia e seu coração vai apertar de emoção, assim como o meu.

http://pensador.uol.com.br/frase/OTc5NzEy/

Ela começa dizendo que “netos são como herança que ganhamos sem merecer” e vai por aí afora, contando das alegrias que recebemos através deles em nossa velhice.

Eu, particularmente, sou muito avó, tão avó, imensamente avó!

Da minha filha mais velha, Viviane e meu genro André, tenho a Isadora e o Heitor ( que já tenho escrito muito sobre eles).

Com minha filha do meio, Fabiane, reparto as atenções deles por ser ela a titia mais presente e carinhosa que já vi…

E agora, do meu caçula Paulo Emílio e minha nora Patrícia, recebemos nesse dia 14, o Cesar!

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Até a natureza estava em festa: essas fotos são das árvores e calçada (da rua onde eles moram em Campo Mourão) completamente floridas!

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Campo Mourão  Cesinha 003

E ele veio ao mundo tão lindo e tão tranquilo!

Cesinha

Já foi difícil deixá-lo depois desses dois dias em que passamos juntos…

Fico imaginando com quem vai se parecer, mas se for uma mistura fica melhor ainda!

Paulo e Pati

E aqui está ele, Cesinha para os íntimos, no berço e em meu colo em seu primeiro e segundo dia.

Cesinha 1º dia

Campo Mourão  Cesinha 013

Seja muito bem-vindo, queridinho e tenha certeza que já te amamos demais!

Parabéns pelos seus 10 dias!!!!!

Observação: no próximo dia 26, comemoramos o Dia da Vovó!

 

MANIFESTAÇÕES DE CARINHO!

Nossa, fiquei muito feliz!

Foram tantas manifestações de carinho que quero agradecer a todos que curtiram, compartilharam, assistiram, mostraram a filhos, sobrinhos, netos e até bisnetos, os vídeos das historinhas que postei.

sorrisos

E foram muitas mensagens, dezenas bem curtas, mas nem por isso menos importantes e que diziam:

– QUE SHOW!

– PARABÉNS!

– MUITO FOFO!

– QUE LINDINHOS!

– QUE GRAÇA!

– MUITO LEGAL!

– VOU MOSTRAR PARA…

Outras, transcrevo para vocês:

– Sílvia, querida, como você arruma tempo para tantos projetos? Você é realmente uma inspiração para mim! Te desejo muito sucesso! (Cristiane Hayashi).

– Oi, Sílvia, você como sempre surpreendendo com seus talentos… Adorei! Hoje mesmo mostrarei a meu filho. (Elianay Monte Carmelo).

– Que bonitinho, Sílvia! E o melhor é que as histórias mostram com tanta delicadeza, relações de amizade e afeto! Parabéns! (Stela- Niterói-RJ)

– Sílvia, realmente criança adora a “amizade” entre bichos! Minha sobrinha Carolina, dizia: “olhe vó, a galinha e o pato amigos”, quando via as aves andando no quintal do vizinho! (Maria Irmina Vieira)

– História infantil feita e narrada pela mãe da querida Fabiane Prohmann. Vale a pena mostrar para crianças! Nossos filhos precisam de mais literatura de boa qualidade e menos TV. (Danielle Viotto compartilhando em sua rede em Luisville, Kentucky, onde mora).

– Parabéns, dona Sílvia! A cada dia a gente conhece novas qualidades tuas… que encanto de pessoa você é! (Ieda Matias).

– Que linda historinha!!!! A Luaninha assistiu várias vezes!!! Parabéns! (Luciana Sankari).

– O Samuca AMOU!!!! Principalmente quando a vovó Sílvia muda a entonação de voz e ao ver o porquinho com frio… Parabéns de novo! (Danielle Viotto.

– A Giulia aprovou e agora? “Mamãe quero mais histoia de caineio”! Queremos mais!!!(Ligia Gabriel).

– Maravilhoso!!! Amei o gatinho! Parabéns! (Karyn Teixeira)

– Que ótima ideia, minha querida, parabéns! Já me inscrevi lá e assisti: adorei sua narração, que voz doce…(Solange Loss)

– Parabéns, Sílvia. Com certeza será um sucesso como tudo que faz. Hoje mesmo irei mostrar para minha baixinha. (Fernanda Fanchin).

– Minha tia disse que meus priminhos viram umas 10 vezes seguidas!!! (Juliana Roes).

– A Larinha já viu e aprovou!!! (Vania Dutra Elias).

– Muito legal e instrutivo!!! (Carolina Mascaro Vieira).

– Hoje a Luaninha acordou e já pediu para assistir a história da vovó “Silva”. kkkkk decoramos as falas, precisamos de mais historinhas!!! (Luciana Sankari).

sorriso piscando

Pois é… e amanhã tem mais um vídeo!!!

Aguardem!!!

Imagens: 1) revistadesafios.blogspot.com; 2) agencialab.blogspot.com