CRIANÇAS BRINCANDO

Adoro ver crianças brincando sozinhas!

Fico ali perto com cara de paisagem, como quem não quer nada, às vezes fingindo ler, procurando demonstrar que não estou nem aí para o que estão fazendo.

Puro engano!

Estou super ligada, aprendendo com eles como entrar no mundo do faz de conta!

(O menorzinho, meu neto Daniel)

E é tanta magia: amigos imaginários, avião feito de uma caixa, foguetes que sobem através de uma pequena mão para cima, heróis que andam e conversam entre si, carros que passam por pontes invisíveis aos meus olhos de adulto, bonecas que conversam e tomam conta de seus filhinhos menores… tanta beleza junta!

E quando os mais velhos querem brincar de restaurante?

Aí eu entro na história!

Como somos em três, um fica como dono e os outros dois são os clientes.

E tem toda a encenação: primeiro eu, que estou com meu “filho”, toco a campainha (imaginária também) e ela atende:

-Boa tarde! Sejam bem vindos! (Ela é muito educada!) Mesa para quantas pessoas?

E eu respondo:

-Para duas! Obrigada (também sou educada!).

Aí ela mostra o cardápio (escrito por ela mesma com preço e tudo) e nós escolhemos.

Depois de anotar os pedidos, ela diz:

-Um momento que já vou trazer.

E nós esperamos ansiosos por nossa “comida” até que ela vem com uma bandeja com pratinhos, copos, xícaras e talheres (de brinquedinho) e nós experimentamos, fingimos comer e comentamos como tudo está gostoso.

Pedimos a conta e ela vem com uma caixinha e pergunta:

– Débito ou crédito?

Me seguro para não dar uma gargalhada!

-Coloque sua senha, por favor.

E eu segurando o riso, digito a senha na caixinha.

Nos despedimos e agora é a vez do outro ser o dono do restaurante.

Fazemos tudo de novo!

E querem repetir muitas vezes mais, parecem não enjoar!

(Formatura do Pré, meu neto Heitor)

À noite é hora de histórias e lá vou eu novamente.

Minha empolgação é tanta de “contadora de histórias” que isso me faz lembrar de outra passagem engraçada.

(Mudança de faixa no karatê, meu neto Cesinha)

Meu neto gostava muito da história dos Três Porquinhos e na hora em que eu contava da chegada do Lobo Mau, fazia uma voz grossa e cavernosa.

Na outra noite perguntei:

-Qual história você quer ouvir hoje?

E ele:

-Os Três Porquinhos, mas vovó não faz a voz do Lobo Mau, tá bom?

Quem não se encanta com isso?

Li, recentemente, um pensamento do meu amigo escritor Oswaldoir que diz:

“A criança rabiscou o céu num pedacinho de papel e agora brinca de ser anjo, como se já não o fosse”.

Lindo, não?

(Formatura da 4ª série, minha neta Isadora)

É muito amor envolvido!

E sim, eles acreditam em Coelho da Páscoa e Papai Noel!

E sim, quero crer que eles continuem a existir na imaginação tão pura e inocente das crianças.

E sim, ainda vou observar muito esses quatro anjos, meus netos amados, brincando, enquanto finjo ler um livro…

“…QUE DEUS É TÃO GRANDE COMO O NOSSO DEUS? TU ÉS O DEUS QUE FAZES MARAVILHAS…” Salmos, 77- 13 e 14

 

PASTEL DE FORNO

Huumm, amo pastel!!!

Quem não gosta?

Já coloquei aqui a receita de pastel frito, em “Até que enfim…Pastel!”, delicioso, mas sei que esse assado é bem menos calórico!

Então, mãos à obra!

INGREDIENTES

4 xícaras de farinha de trigo

2 ovos

1 colher (chá) de sal

2 colheres (sopa) de manteiga

1 colher (sopa) de fermento

1 caixinha de creme de leite

1 gema (para pincelar)

Misture todos os ingredientes e amasse bem para dar o ponto de abrir.

Espere uns 20 minutos antes de abrir a massa.

Eu já tinha um recheio pronto de frango que foi o que usei, mas você pode usar outro como: presunto e queijo, camarão, atum, carne moída, etc.

Abra a massa com um rolo e vá formando os pastéis com ajuda de um copo ou outro utensílio redondo.

Ponha o recheio à gosto e aperte bem as bordas usando um garfo.

Pincele com a gema e leve ao forno médio pré aquecido, em forma untada por 25 minutos aproximadamente.

Essa receita deu 22 pastéis.

Ficaram lindos e super saudáveis!

Observação: você pode fazer uma misturinha de maionese e catchup e molhar o pastel à medida que vai comendo porque a massa fica mais sequinha.

“NÃO SABES, NÃO OUVISTE QUE O ETERNO DEUS, O SENHOR, O CRIADOR DOS CONFINS DA TERRA, NEM SE CANSA, NEM SE FATIGA? NÃO HÁ ESQUADRINHAÇÃO DO SEU ENTENDIMENTO.” Isaías, 40- 28

 

O SILÊNCIO DAS MONTANHAS

Faz tempo que não coloco um livro como indicação de leitura…

O último foi “Um Presente da Tiffany“, em 11 de dezembro do ano passado.

Isso não quer dizer que não tenho lido, só que nem sempre dá tempo para colocar alguma coisa (ainda bem que tenho muitos assuntos).

Mas vamos lá!

Gosto de ler o livro e depois que passa algum tempo, releio novamente, e assim foi com esse, 4 anos depois.

Gostei mais dessa última leitura que fiz.

É assustador saber da miséria e dor porque passam povos longe de nos!

Ouvimos notícias da TV, mas lendo as histórias de crianças sendo vendidas, famílias separadas por continentes, mortes trágicas, nos faz parar e pensar naquilo que estamos lendo.

Mais uma razão porque gosto de ler: posso parar a leitura e pensar.

O autor, Khaled Hosseini ficou mundialmente conhecido com o “O Caçador de Pipas”, até levado às telas de cinemas.

“Hosseini tem o mágico poder de escrever livros que emocionam” (Financial Times).

E esse livro em particular, conta sobre famílias, e esse sentimento nos toca mais profundamente e, como a “fala” de um de seus personagens diz, “o tempo é como um encantamento; a gente nunca tem o quanto imagina.”

E é aqui em minha casa, já toda enfeitada para o Natal de Jesus, é que termino de ler mais um livro pensando em como seria bom fazer do livro um belíssimo e inesquecível presente para as festas de final de ano.

E aqui estou eu, fazendo propaganda dos meus livros: o de poesias “Um Pouco de Mim” e o infantojuvenil “O Nasquimi Dourado e outras histórias” à venda na Livraria Amo Livros !!!

“POIS TU TENS SUSTENTADO O MEU DIREITO E A MINHA CAUSA; TU TE ASSENTASTE NO TRIBUNAL, JULGANDO JUSTAMENTE.” Salmos, 9- 4

 

 

DOCE DE ABÓBORA EM CALDA

Já coloquei aqui o doce de abóbora que faço com coco, mas nunca tinha feito em pedaços.

Agora com a facilidade da Doniro Frut, fui experimentar e adorei!

A abóbora já vem pré cozida e o primeiro passo é retirar todo o líquido contido na embalagem e lavar em água corrente.

Coloque em uma panela com água até cobrir todo o produto e deixe ferver por vinte minutos.

Após isso, escorra toda a água da panela e acrescente água morna até cobrir todo o produto novamente.

Adicione 800 gramas de açúcar, canela em pau e alguns cravos.

Deixe ferver até a calda adquirir uma consistência desejada.

Aí você pode colocar em uma compoteira…

Ou em um vidro…

E até dar de presente…

Como eu fiz…

Sirva sempre com um queijo branco de minas ou creme de leite.

Não há quem não goste!

“SENHOR, TEM MISERICÓRDIA DE NÓS! POR TI TEMOS ESPERADO; SÊ TU O NOSSO BRAÇO CADA MANHÃ, COMO TAMBÉM A NOSSA SALVAÇÃO EM TEMPOS DE TRIBULAÇÃO.” Isaías, 32- 2

 

INHOCÃO DE RICOTA

Às vezes assisto algum programa de culinária na TV, mas nem sempre gosto do que vejo: sou mais das receitas rápidas e fáceis de fazer.

Pois essa (do programa da Rita Lobo) me pareceu ser tudo isso e resolvi experimentar.

Aqui já coloquei outra receita de Inhocão de Abóbora, mas essa é completamente diferente.

Comecei pelo MOLHO DE TOMATE.

INGREDIENTES

3 colheres (sopa) de azeite

um macinho de manjericão

meia cebola (sem picar)

2 latas de tomate pelado

sal e pimenta do reino

Coloque numa panela o azeite e frite levemente a cebola e manjericão, para perfumar (e o perfume já é maravilhoso!)

Junte o tomate pelado e tempere com o sal e pimenta do reino.

Deixe ferver bem e reserve.

Vamos ao INHOCÃO.

INGREDIENTES

uma ricota 

1 colher (sopa) de tomilho

1 limão siciliano (raspas)

2 ovos

1/2 xícara de queijo parmesão ralado

1 colher (chá) de noz moscada

1 colher (chá) de sal

+ou- 2 colheres (sopa) de farinha de trigo

Primeiro esfarele a ricota em uma tigela.

Junte os ovos, o tomilho, a noz moscada, as raspas do limão, o sal e o queijo ralado.

Misture bem.

Vá colocando a farinha de pouquinho em pouquinho até dar ponto de fazer uma bola (do tamanho de um ovo) e essa massa não grudar nas mãos.

Pegue um pirex e coloque metade do molho de tomate.

Vá colocando as bolinhas sobre esse molho.

Cubra com a outra metade do molho (retire a cebola e o manjericão).

Cubra com queijo ralado.

Leve ao forno pré aquecido em 200° por 30 minutos.

Pronto!

Mais uma delícia pronta!

Observação: você pode trocar algum tempero por outro da sua preferência. Eu, por exemplo, quis seguir a receita à risca, mas de uma próxima vez vou trocar o limão siciliano por nozes picadinhas, Vai ficar mais ao meu gosto.

“PORQUE O SENHOR CONHECE O CAMINHO DOS JUSTOS; MAS O CAMINHO DOS ÍMPIOS PERECERÁ.” Salmos, 1- 6

 

 

 

UM PASSEIO PELA LITERATURA

Começo agradecendo a Mara Cristina dos Santos Oliveira, estudante de Biblioteconomia do Centro Universitário Claretiano, responsável pelo projeto Nossa Gente Nossas Letras.

Em parceria com a bibliotecária Liane Cordeiro (Biblioteca Antonio Martins Filho), organizou o Encontro de Escritores, juntamente com os acadêmicos da Unespar Campus Campo Mourão (colegiado de Pedagogia e do curso de Formação de Docentes do Colégio Estadual).

Este foi o primeiro encontro organizado pelo projeto, aproveitando a data de 29 de outubro na qual se comemora o Dia Nacional do Livro.

(Liane, Mara e eu)

Pela manhã, falei para uma platéia interessada (Um passeio pela Literatura) e à noite, Jair Elias dos Santos Junior, discorreu sobre o tema:”Campo Mourão, a construção de uma cidade”.

Fui levando os ouvintes a passear primeiramente pela poesia, depois as crônicas, haicais, contos, reescritas, histórias infantis e juvenis.

Um passeio lindo para quem, como eu, ama a literatura!

(Valéria, a primeira à esquerda,-responsável pela biblioteca; em seguida a professora Dalva, Liane, professor Renato, eu e Marlene – bibliotecária do Colégio Santa Cruz).

(Momento para perguntas)

(Mara, Dalva e eu autografando um livro)

(Os alunos com as professoras Adriana e Cristiane e os outros já mencionados)

O que dizer desse momento?

Fernando Pessoa disse, certa vez: escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. 

A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida. Não é o caso da literatura. Essa simula a vida.

(Visita à biblioteca da Unespar)

“Por intermédio de diversos gêneros, formas nas quais a linguagem literária se manifesta, a literatura toma corpo e liberta-se do plano das ideias; transforma-se em um poderoso instrumento da comunicação e interação, difunde a cultura e democratiza o conhecimento”-Mundo Educação.

“COM A SABEDORIA SE EDIFICA A CASA, E COM A INTELIGÊNCIA ELA SE FIRMA; PELO CONHECIMENTO OS SEUS CÔMODOS SE ENCHEM DO QUE É PRECIOSO E AGRADÁVEL.” Provérbios, 24- 3 e 4.

 

 

 

 

 

 

 

DOCE DE MAMÃO VERDE

Seguindo com meus experimentos dos produtos da Doniro Frut, fiz o doce de mamão pela primeira vez.

Lembrei muito da minha mãe porque ela fazia muito esse doce, só que era muito trabalhoso: pegar o mamão, lavar, ralar… e nunca mais eu tinha comido…

Vejam como agora é fácil!

Primeiro retire o conteúdo do pacote e deixe escorrer todo o líquido.

Coloque em uma vasilha com água e deixe por duas horas.

Repita o mesmo procedimento: escorra a água, acrescente uma água limpa e deixe de molho mais duas horas.

Coloque para cozinhar em água fervente por 15 minutos.

Retire e jogue a água fora.

Junte 750 gramas de  açúcar cristal, alguns cravos e canela em pau (se gostar).

Leve ao fogo baixo por 10 minutos e coloque água conforme gostar da consistência da calda (eu coloquei 1 copo porque o mamão já está bem molhado).

Deixe esfriar e sirva.

Observação: minha mãe quando preparava esse doce, não colocava nem cravo e nem canela e sim uma folha de figo que dava um gostinho todo especial. Como eu não consegui a folha de figo, coloquei os outros dois.

Gente, esse doce geladinho com uma fatia de queijo branco de minas, fica maravilhoso!!!

“TU TE APROXIMASTE NO DIA EM QUE TE INVOQUEI; DISSESTE: NÃO TEMAS.” Lamentações, 3- 57

 

 

CELEIRO CULTURAL

Outubro é um mês no qual comemoramos a cultura:

dia 12- Dia Nacional da Leitura, cujo objetivo dessa data é incentivar a prática da leitura entre jovens e adultos;

dia 20- Dia do Poeta, onde se celebra o profissional que pode e deve ser reconhecido como um artista escritor, que usa de sua criatividade , imaginação e sensibilidade para escrever, em versos, as poesias que faz;

dia 29- Dia Nacional do Livro, uma das invenções mais enriquecedoras do ser humano, que vem a ser o Livro!

E, nesse dia 19, fomos convidados (eu e mais 19 escritores), a participar do término do PROJETO CELEIRO CULTURAL MOURÃOENSE, no Colégio Estadual Dr. Osvaldo Cruz.

Que projeto encantador e tão importante!

À frente dele, duas pessoas de grande visão: Rosemere e Maria Pasquini, respectivamente diretora e coordenadora do projeto.

(Aqui, Maria Pasquini, eu e Rosemere)

Dias antes começamos a receber cartinhas dos alunos que tinham lido nossas obras e convidando para o evento.

A Leiriele do sexto ano, por exemplo, leu meu relato “Mãe África” do livro “Caminhos in Versos e Prosas VII” lançado esse ano pela AME (Associação Mourãoense de Escritores) da qual faço parte; o David, também do sexto ano, leu o conto “O Caso do Bilhete Perdido” que faz parte do livro também editado esse ano, “O Nasquimi Dourado e outras histórias“.

(Na primeira foto, as cartas recebidas; na segunda um mural com várias poesias dos autores presente e a terceira foto, a minha poesia também da Antologia citada e que foi declamada pelas alunas).

(Nessas fotos as alunas declamam poesias que decoraram para homenagear os autores)

O auditório estava repleto de alunos que se mostraram interessados e surpresos por conhecerem tantos escritores juntos!

Todos os autores presentes se apresentaram contando um pouco das suas trajetórias na literatura.

E aí começaram as perguntas: um pouco tímidas, mas que eram respondidas com muito carinho.

(Eu respondendo algumas das perguntas)

O ambiente foi de muita camaradagem entre todos os autores, porque conversar é preciso!

Depois dessa primeira parte fomos levados até as salas que já estavam organizadas com os alunos esperando para conversar “tête-à-tête” com os autores escolhidos.

(Na primeira e segunda fotos, o cartão que recebi; na foto maior, a cópia da”orelha”do meu livro de poesias “Um Pouco de Mim”)

Foram momentos muito gratificantes que pude passar com a “minha” turminha: o Vinicius, Kerolyn, Karin e Maria Eduarda respondendo mil perguntas!

(Na foto acima com a Luciana, diretora da Biblioteca Municipal Egydio Martello)

Que esses momentos possam se repetir muitas outras vezes com eles e que outros colégios possam seguir esse exemplo maravilhoso de amor a literatura!

“LOUVAI AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM; PORQUE A SUA BENIGNIDADE É PARA SEMPRE.” Salmos, 136- 1

 

 

 

 

 

 

ARROZ FRITO

Estava eu dando uma procurada por algum programa melhor na TV, quando me interessei por uma receita que a Rita Lobo estava ensinando.

Todos os ingredientes eu tinha em casa, então resolvi preparar.

Gente, que surpresa boa: ficou maravilhoso!!!

Então se você tiver uma sobra de arroz cozido,comece a fazer.

Cenoura e abobrinha também quase sempre temos na geladeira.

Mãos à obra!

Essa receita dá para uma pessoa, OK?

Primeiro pegue meia cenoura e rale no lado grosso do ralador.

Faça o mesmo com metade de uma abobrinha.

Você vai precisar de azeite, sal, um dente de alho e pimenta do reino.

Coloque três colheres (de sopa) de azeite em uma frigideira e depois junte a cenoura e abobrinha.

Rale o alho e jogue por cima para perfumar, depois o sal e pimenta do reino.

Refogue rapidamente e junte uma xícara de arroz cozido.

Misture e vá mexendo.

O segredo é esse: ir fritando por mais ou menos 10 minutos, sempre mexendo.

O arroz vai ficando escuro e crocante e é assim mesmo que tem que ficar.

Nem dá para acreditar no sabor delicioso!

Ele sozinho já é uma refeição completa, mas você pode ousar com o acompanhamento de uma carne ou frango.

“NÃO FALES AOS OUVIDOS DO TOLO, PORQUE DESPREZARÁ A SABEDORIA DAS TUAS PALAVRAS.” Provérbios, 23- 9

 

SUPLÁS E PORTA GUARDANAPO EM CROCHÊ

Em nossos encontros de quarta feira para fazermos nosso tricô e crochê (vejam Mãos que Abençoam), fazemos muitas amizades.

E uma nova amiga que conheci, a Telma, me ensinou como fazer um suplá em crochê.

Adorei!!!

“O sousplat ou prato marcador é um prato de maior diâmetro que ornamenta o ambiente de refeição e protege a toalha de mesa de eventuais respingos ao redor do prato onde é servida a comida.”Wikipédia

Vejam como ficou lindo e achei super fácil de fazer.

Primeiro comprei a linha que ela me indicou.

E aí fui fazendo conforme o modelo que ela me emprestou.

Fiz seis e dei de presente para a Viviane, minha filha, que amou e já me deu a ideia de fazer o porta guardanapo.

Fiz a flor conforme está no centro do suplá.

Depois virei e fiz uma correntinha onde será colocado o guardanapo.

Deu certo e ficou uma gracinha!

Boas ideias devem ser repartidas!

“MAS, QUANDO TU DERES ESMOLA, NÃO SAIBA A TUA MÃO ESQUERDA O QUE FAZ A TUA DIREITA, PARA QUE A TUA ESMOLA SEJA DADA OCULTAMENTE, E TEU PAI, QUE VÊ EM SECRETO, TE RECOMPENSARÁ PUBLICAMENTE.”Mateus, 6- 3 e 4