CREME DE MILHO

Penso que todos já fizeram um creme de milho, mas essa receita é a que mais eu faço e como fica tão boa, deixo aqui para vocês, caso queiram experimentar.

1 lata de milho verde

a mesma medida de leite

1 colher (sopa) de manteiga

1 cebola 

1 dente de alho

1 colher (sopa) rasa de farinha de trigo

1 caixinha de creme de leite

Primeiro bata em liquidificador o milho verde com o leite e reserve.

Doure na manteiga a cebola bem picadinha e o alho espremido.

Junte a farinha de trigo e deixe dourar.

Acrescente a mistura do liquidificador e tempere com sal e pimenta do reino.

Vá mexendo até ferver bem.

Junte o creme de leite, mexa, retire e coloque em um pirex.

Sirva com arroz branco e uma carne assada.

Delicioso sempre!!!

“PORVENTURA, NÃO CONHECERÁ DEUS ISSO? POIS ELE SABE OS SEGREDOS DO CORAÇÃO.” Salmos, 44- 21

 

ABRIL

ABRIL

                                                              

Não é só por ser o mês de meu aniversário que amo Abril.

Sempre afirmei que as manhãs de Abril são as mais lindas: céu azul, temperatura amena e um não sei o quê de encantamento no ar.

Abril, abrir, abrir-se!

É isso que penso ao abrir minha janela e descortinar a natureza com ares de novidade, entrando no outono como que tranformada, transformando-se!

Abrir para o mundo, para a vida, dando novas chances de enriquecimento pessoal!

Tom Jobim já dizia mais ou menos isso em: “são as águas de março fechando o verão, é promessa de vida no meu coração.”

 

Falam muito sobre o outono da vida, aquela etapa onde “ nossas folhas caem”, onde encerramos um ciclo, onde as árvores se tornam amarelecidas, parecendo um encurvar de costas…

 

“Uma borboleta amarela?

Ou uma folha seca que desprendeu

e não quis pousar?”

Mário Quintana.

 

E, como escrevi há tempos:

“As tardes de abril

Passaram por minha vida.

Saudade sentida!”

 

Como eu gosto dos Haicais!

Dizer tudo em apenas três versos!

Os japoneses já sabiam tudo!

Mas quero pensar em Abril como recomeços, de sonhos, projetos, amizades, de tudo que faz bem a alma e ao coração!

Então, mais alguns haicais meus.

 

DEPOIS DO CALOR,

QUERO O SOPRO REFRESCANTE

DO VENTO OUTONAL.

 

MAGIA NO AR.

É O OUTONO COMEÇANDO

E SOU EU EM TUDO.

 

POR DO SOL DE ABRIL

NA NATUREZA QUE EXPLODE!

EU FICO CALADA…

 

Como diz em Eclesiastes 3, versículo 1, “tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.”

Imagens: 1) 50emails; 2) moraremportugal.com, 3) doladodosol

 

 

 

 

 

MEU DISCURSO DE POSSE NA AML

Muitas pessoas pediram para que eu postasse o discurso que fiz por ocasião da minha posse na cadeira de número dois na ACADEMIA MOURÃOENSE DE LETRAS.

Ele é um tanto curto para os padrões, mas eu sou assim: minhas palavras são resumidas mas cheias de verdade e amor.

Então aí vai!

“Vou iniciar minhas palavras fazendo referência a três pessoas importantes na história da nossa Academia.

FRANCISCO IRINEU BRZEZINSKI, foi o fundador da nossa Academia Mourãoense de Letras.
Nasceu em Malé, no Paraná, em 1937.
Formado em Direito e Filosofia, em 1962 já estava em nossa cidade e foi vereador e presidente da Câmara.
Colaborou na fundação do Museu Histórico, foi deputado federal e fundou a Associação de Escritores de Campo Mourão.

NELSON BITTENCOURT PRADO, patrono, nasceu em Guarapuava , Paraná, em 1917.
Formado em Ciências Jurídicas e Sociais, Filosofia e Jornalismo.
Em 1951 instalou a primeira banca de advocacia geral aqui na cidade e editou o primeiro jornal local.
Foi vereador e presidente da Câmara.
São deles os dizeres: “bendito o criador e o semeador. Bendita a terra onde o povo recolhe o pão de sua própria seara.”

AGENOR KRUL, primeiro ocupante da cadeira número dois, nasceu em Ponta Grossa, Paraná, em 1946.
Filho de pais poloneses, veio para nossa cidade em 1970.
Formado em Filosofia, foi professor, diretor e depois presidente da Fundescam, hoje Unespar, onde foi o primeiro diretor. Sua esposa está aqui presente, o que muito me honra.
Ele diz em sua biografia: “a profissão do professor é uma das mais nobres entre todas as profissões e nunca devemos deixar as coisas como as encontramos, mas sim melhores do que estavam. Adotei essa terra, Campo Mourão, como a minha terra, para morar, viver e ser feliz.”

Agora sobre mim.
Nasci em Machado, Minas Gerais, a setenta anos atrás.
Meu pai, pastor, professor, escritor, poeta, tradutor; minha mãe professora de música e que tocava piano como ninguém.
Como não acabar gostando de ler, de música, e como boa mineira, gostar de cozinhar?
Então acabei sendo aquela pessoa que gosta de estar na cozinha e que enquanto prepara suas comidas, pensa em versos…
Tudo que escrevo é muito simples.
Minha poesia não é feita com palavras difíceis.
Ela é uma conversa que tenho com o leitor, como se estivéssemos nessa minha cozinha saboreando um café.
Como dizia Rubem Alves que tive o prazer de conhecer pessoalmente: “para se entrar numa escola, alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros bem que podiam dar lições aos professores. Os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome. Nós professores, temos que despertar a fome pelo conhecimento em nossos alunos, como faz o bom cozinheiro quando deixa a porta da cozinha aberta para que os aromas possam percorrer pela área de jantar e fazer os estômagos dos frequentadores roncarem de fome.”
É isso que esperam de nós: que possamos levar essa fome pelo saber, pela leitura, pela literatura.

Preciso agora agradecer.
A Deus, em primeiro lugar, por traçar meu caminho de volta para essa cidade que se tornou minha.
A meus três filhos, Viviane, Fabiane e Paulo Emílio, que sempre me incentivaram, juntamente com meu genro André e minha nora Patrícia, que me deram a alegria de quatro netos: Isadora, Heitor, Cesar e Daniel, obrigada.
A todos os meus amigos antigos e novos, da AME, da Biblioteca, do tricô e dessa Academia que hoje me recebe, meu muito obrigada.
Aos amigos que estão prestigiando esse solenidade, obrigada.
E encerro minhas palavras com a poesia que fiz, a qual ganhou o prêmio em 2017 no concurso de poesia sobre nossa cidade.
HISTÓRIA SEM FIM
Há muitos anos atrás
ela aqui viveu.
Na terra vermelha
de campos de soja,
de trigo, de gado,
de andorinhas voando
num céu todo seu.

Depois foi embora.
Criar filhos, trabalhar.
Ganhou netos,
escreveu livros,
mas um dia quis voltar.

E chegou devagarinho,
sem saber como
iria se recebida.
E a cidade faceira
abriu seus braços saudosos
recebendo a forasteira.

E ela pergunta ao moço:
A cidade mudou muito,
quase não a reconheço,
onde estão as andorinhas
que faziam alvoroço?

E ele continua contando
coisas que ela consegue lembrar.
Campo Mourão é história,
casa de amigos,
fácil de amar.

E ela agradece sorrindo
porque sabe muito bem
que dessa cidade amiga
ela faz parte também.

Agora, mais do que nunca!
Obrigada!”

“RECOMPENSOU-ME O SENHOR CONFORME A MINHA JUSTIÇA E RETRIBUIU-ME CONFORME A PUREZA DAS MINHAS MÃOS.” Salmos, 18- 20

 

FORAM TANTAS EMOÇÕES!!!

Depois de entregar convites, escrever o discurso, escolher uma roupa adequada para a solenidade, marcar salão, e esperar ansiosa, finalmente chega o dia tão esperado: 23 de março de 2019, um dia para ser lembrado com muita alegria!

Já pela manhã, me empolgo com flores que vão chegando!

À tarde me arrumo e… vou direto para as mãos fantásticas do meu amigo Jackson, que consegue transformar a Gata Borralheira numa Cinderela!

Às 07:15, já estou na Câmara dos Vereadores, recebendo os convidados e é quando bate aquela saudade de minhas filhas, tão longe, e que gostaria tanto de tê-las comigo.

Mas logo o coração se acalma com a chegada de meu filho e nora.

A cerimonia começa com a saudação feita pelo mestre de cerimonias, Ilivaldo Duarte de Campos.

Então sou levada até dentro do plenário pelos amigos Giselta da Silva Veiga e Robervani Pierin do Prado.

A mesa já está composta pelo presidente Fábio Alexandro Sexugi e demais autoridades e então é entoado o Hino Nacional e o Hino de Campo Mourão.

É depois disso que assino o livro da Academia Mourãoense de Letras.

Nossa, nessa hora eu estava tremendo…

Aí meu filho Paulo Emílio é chamado até a frente, já com minha pelerine em mãos e coloca em meus ombros a tão sonhada vestimenta!

Que abraço gostoso, cheio de carinho, obrigada Senhor!

Minha amiga Ester de Abreu Piacentini, faz a entrega do diploma.

Chegou a hora em que subo à tribuna para o juramento: “Juro pela minha honra cultivar, preservar e enaltecer o vernáculo pátrio em seus aspectos científico, histórico, literário e artístico, nas suas muitas diversidades culturais e de falares, construindo uma sociedade ética, fraterna e solidária.”

Após a leitura de minha biografia feita pelo mestre de cerimonias, faço o meu discurso.

Nessa hora estou calma, tranquila e olho para todos os presentes com muito carinho.

Primeiramente discorro sobre os três ilustres personagens da história de Campo Mourão: o fundador, Francisco Irineu Brzezinski, o patrono, Nelson Bittencourt Prado e o primeiro ocupante da cadeira número dois, Agenor Krul.

Então falo sobre mim, encerrando com minha poesia sobre Campo Mourão e que foi premiada em 2017.

Um rápido discurso e que teve a “minha cara”.

A palavra é passada para a nossa primeira dama, Hosana Avila Tezelli, representando o prefeito e que sendo minha amiga, teceu muitas palavras carinhosas a meu respeito.

Depois dela, foi chamado o professor José Eugênio Maciel que em seu discurso nos deu uma aula de amor a essa cidade.

O presidente encerra então a solenidade de posse e pede aos “imortais” presentes que se aproximem para a foto oficial.

Começam então os abraços!

Que gostoso!

(As amigas do crochê/tricô)

Essas fotos foram tiradas pelo mestre da fotografia, Walter Natalio!

E as pessoas foram saindo para comemorarmos em um restaurante, o Cayena e que fica quase em frente de onde estávamos.

Nesse momento eu estava tão descontraída e feliz, que peguei o microfone das mãos da cantora que estava começando as notas de Fascinação, e me atrevi a cantar…

Pois é!

O casal Larissa Guimarães e Diego Salvetti, ele tocando magistralmente um violão e ela com uma voz afinadíssima, trouxeram a beleza da música italiana e deixou o ambiente mágico e acolhedor.

Fomos para o restaurante em um local aberto, com um céu cheio de estrelas sobre nossas cabeças e um calorzinho gostoso.

Descontração geral!

E assim foi a minha noite de posse: pertenço agora à cadeira de número dois dessa Academia de Letras, dessa cidade onde moro e que aprendi a amar.

São ou não são, “muitas emoções”?

“A MINHA BOCA ENTOARÁ O LOUVOR DO SENHOR, E TODA A CARNE LOUVARÁ O SEU SANTO NOME PARA TODO O SEMPRE.” Salmos, 145- 21

 

 

 

 

 

CUCA DE BANANA

Ah, uma cuca de banana com café!

Tudo de bom!

Vou passar a receita como copiei do programa da Rita Lobo, mas acabei fazendo só a metade.

Comecei por preparar a farofa.

3/4 de xícara de açúcar

3/4 de xícara de farinha de trigo

1 colher (sobremesa) de canela em pó

50 gramas de manteiga gelada cortada em cubinhos

Mexa com a ponta dos dedos até ficar como uma areia molhada.

Reserve.

Enquanto isso corte 6 bananas em rodelas e reserve também.

Agora vamos à massa.

INGREDIENTES

6 ovos (na foto estão três porque, como já escrevi, fiz metade da receita)

1 e 1/2 xícara de açúcar

50 gramas de manteiga 

3 xícaras de farinha de trigo

1 xícara de leite

1 colher (sopa) de fermento

Primeiro unte uma forma com manteiga e polvilhe trigo.

Bata a manteiga com o açúcar e depois vá juntando os ovos um a um, sempre batendo.

Junte intercalando o leite e a farinha.

Retire da batedeira e junte o fermento, mexendo levemente.

Despeje na forma.

Coloque as bananas por cima.

Depois a farofa.

Leve para assar em forno pré aquecido a 180°, por mais ou menos 40 minutos.

Retire do forno e coma ainda quentinho!

Não dá para resistir!

“NO DIA EM QUE EU TEMER, HEI DE CONFIAR EM TI. EM DEUS LOUVAREI A SUA PALAVRA; EM DEUS PUS A MINHA CONFIANÇA E NÃO TEMEREI…” Salmos, 56- 3 e 4.

 

 

 

MACARRÃO COM BRÓCOLIS, FRANGO E QUEIJO

Esse é um prato delicioso e bem fácil de preparar.

Vi essa receita no Tasty e depois de algumas alterações ficou da maneira que fiz.

INGREDIENTES

2 colheres (sopa) de azeite

2 peitos de frango, cortado em cubinhos

sal e pimenta do reino

1 cebola picadinha

2 dentes de alho picados

2 xícaras de caldo de frango

3 xícaras de água

450 gramas de macarrão(pode ser conchinha, parafuso, ou outro)

1 maço de brócolis

1 xícara de leite

2 xícaras de queijo prato (ralado no lado grosso)

Faça em uma panela grande.

Frite o frango no azeite até começar a dourar e acrescente a cebola, alho, sal e pimenta.

Adicione o caldo (preparei o caldo com 1 cubo de caldo de galinha) e a água.

Precisa ser essa medida certa para a massa não ficar muito mole.

Junte o macarrão.

Quando estiver quase cozido, junte o brócolis.

Depois o leite e o queijo.

Mexa com cuidado e experimente o sal.

Fica cremoso e tudo feito em uma panela só!!!

Bom apetite!!!

“POIS SE VÓS, SENDO MAUS, SABEIS DAR BOAS DÁDIVAS AOS VOSSOS FILHOS, QUANTO MAIS DARÁ O PAI CELESTIAL O ESPÍRITO SANTO ÀQUELES QUE LHO PEDIREM?” Lucas, 11- 13

VOU VIRAR IMORTAL!!!

Pois é…

Dia 23 próximo, vou ter a honra de entrar para a ACADEMIA MOURÃOENSE DE LETRAS.

Mas o que vem a ser uma Academia de Letras?

“É uma instituição literária brasileira, fundada na cidade do Rio de Janeiro em 20 de julho de 1897 (Machado de Assis, Olavo Bilac, Ruy Barbosa entre eles).”

Por que seus membros são chamados de “Imortais”?

“A Academia é composta por 40 membros efetivos e perpétuos, por isso alcunhados imortais, sendo cada novo membro eleito pelos acadêmicos para ocupar uma cadeira vazia devido ao falecimento do último titular.”

(Brasão da AML)

A fundação da AML se deu em 08 de junho de 2001 e instalada em 21 de maio de 2002.

Quando pensei que aquela pessoa que escrevia tão despretenciosamente iria entrar para tão seleto grupo de imortais? 

Mas aos poucos a trajetória foi se desenhando…

Em um encontro com nossa poeta maior Helena Kolody; com a presença de Túlio Vargas, presidente da Academia Paranaense de Letras no lançamento do meu primeiro livro; em palestras sobre literatura; com novo lançamento de livro infantojuvenil; etc.

Meus leitores do blog que amam minhas receitas, vão precisar ter um pouquinho de paciência porque quero colocar fotos e fatos importantes desse dia da minha posse.

Estou muito feliz!

“…PORQUE O SENHOR, VOSSO DEUS, É PIEDOSO E MISERICORDIOSO E NÃO DESVIARÁ DE VÓS O ROSTO, SE VOS CONVERTERDES A ELE.” II Crônicas, 30- 9

 

 

NA TERRA DOS ANIMAIS!

Fazia muito tempo que minha filha Fabiane não colaborava com o blog ( desde 19 de março de 2018, com Fernando Pessoa) e eu sempre querendo mais e mais.

Então hoje vamos nos deliciar com esse novo texto!

“NA TERRA DOS ANIMAIS”

“Quando eu digo que moro na África muita gente pergunta se eu vejo leões e girafas atravessando a rua. Sempre brinco que sim, e digo que tenho um elefante como bicho de estimação!
Embora nunca tenha encontrado um rinoceronte no meu quintal, a natureza aqui é viva, pulsante e traz surpresas quase que diárias.
Nas últimas semanas uma turma de baleias tem feito a alegria de quem anda no calçadão de Sea Point (um dos bairros mais movimentados de Cape Town). Dia desses cheguei atrasada ao trabalho – fiquei parada olhando encantada elas se exibirem! Golfinhos também são companhias constantes, assim como focas e leões marinhos.

(Foto divulgacão)
E o convívio entre animais e humanos é harmônico. Talvez por isso eles cheguem tão perto da praia, sem receios. Além disso a água do mar, apesar de ser extremamente gelada, é muito limpa.


Já para o lado de Cape Point – onde fica o Cabo da Boa Esperança – os babuínos andam soltos. Mas desses prefiro distância! Eles podem ser agressivos, e gostam de roubar bolsas e comidas. Na minha última passada por lá eles subiram no teto do carro e ficaram pulando. O trânsito para quando eles tomam conta da estrada. Aí o negócio é ter paciência e esperar eles saírem.


Muito mais meigos são os esquilos, que passam o dia subindo e descendo das árvores no Company’s Garden, parque localizado bem no centro da cidade. Eles são supertranquilos e não se assustam com pessoas. Ao contrário, se você tiver alguma comida eles vêm comer na sua mão.


Os pinguins também são bem amistosos, e podem ser vistos aos montes na praia deles, a Boulders Beach em Simon’s Town. A praia é linda, de água limpa e gelada e lá eles vivem soltos na natureza. Como eles já estão acostumados com visitantes, dá dá pra chegar bem perto e caprichar na selfie!


Para os mais corajosos, o Eagle Park, localizado dentro da vinícola Spier, em Stellenbosch, oferece a oportunidade de pegar em águias, corujas e cobras. Como eu estava lá, acabei me empolgando e fiz ‘amizade’ com uma cobra bebê. Segundo o veterinário ela não é venenosa, o que me deu um certo alívio, e ainda vai chegar a três metros de comprimento (depois dessa informação nossa amizade acabou!).


Mas é claro que aqui também tem os grandes e temidos animais! Conhecidos por big five (os cinco grandes), são eles: elefante, rinoceronte, búfalo, leopardo e leão. Com sorte eles podem ser vistos em um dia de game em alguma reserva. Já fiz algumas vezes e recomendo muito! A emoção de procurar e encontrar esses bichos no seu habitat é incrível! Dos cinco só ainda não consegui ver o leopardo. Programa imperdível, afinal não dá para imaginar vir para África e não fazer safari (sim, é como ir a Roma e não ver o papa!).”

Fabiane Prohmann é jornalista, mora em Cape Town e se quiserem saber mais sobre o seu trabalho, é só entrar no Instagran onde tem sua página: @sawabonaturismo e também @fabiprohmann.

“E DEUS CRIOU AS GRANDES BALEIAS, E TODO RÉPTIL DE ALMA VIVENTE QUE AS ÁGUAS ABUNDANTEMENTE PRODUZIRAM CONFORME AS SUAS ESPÉCIES, E TODA AVE DE ASAS CONFORME A SUA ESPÉCIE. E VIU DEUS QUE ERA BOM.” Gênesis, 1-21

 

 

APAGÃO!

Eram 15:30 do dia 19 último, quando eu falava com minha filha e a internet começou a rodar, falhar e deu aquele aviso de “sem sinal”!

Pensei que era por causa da bateria do celular que estava quase acabando, tratei logo de conectar e nada de sinal.

Mudei de tomada até que vi que o problema era outro: falta de energia!

-Ah, tá! Já já volta! Falei para mim mesma.

Que nada,,,

Fui até a vizinha conversar e ela e toda a rua estavam sem luz.

-Mas deve voltar logo! Continuei otimista!

Fui para minha rede aproveitando que estava fresquinho e gostoso.

Aí começou a ansiedade:

-Quero ver meu whatsapp! Quero checar meus e-mails!

Nada ainda…

-Bom, pensei, tenho certeza que até às 18:20, hora da minha novela preferida, a luz vai voltar.

Voltei olhar para o céu, as nuvens se movimentando, o vai e vem dos passarinhos, o beija flor costumeiro, e os minutos passando e nada da luz voltar.

-Bom, já são 19:00 horas e estou com um pouquinho de fome.

Aproveito para deixar preparada duas velas e uma caixa de fósforos sobre a mesa, pego uma taça de vinho, queijos, amendoins e volto para a rede.

E por ali fico, bebericando, comendo, enquanto ouço as conversas dos vizinhos que chegam e não conseguem abrir os portões elétricos.

Lembrei de uma crônica que escrevi sobre falta de luz, em “Conversas no Escuro“, e eu ali, só tomando meu vinhote e descansando (porque trabalhei bastante nesse dia, fazendo as “Comidinhas da Vovó”).

A noite cai.

O céu está estrelado e a lua maravilhosa, apareceu.

As lagartixas começam a correr pelo muro.

A rua está escura, entro, fecho a porta, e acendo minhas velas.

-Não é possível, penso, não pode demorar tanto assim, alguma coisa grande aconteceu e o pior é que tenho um freezer cheio de comidinhas congeladas.

Me recosto na cadeira da mamãe, fecho os olhos, abro os olhos.

Fecho a janela porque fiquei com medo dos bichos voadores.

Abro a janela porque fiquei com calor.

Apago uma vela e deixo só uma para o caso de demorar muito para voltar a energia e eu ficar no escuro…só tenho essas.

Fecho os olhos novamente quando, de repente, a luz volta ofuscando meus olhos acostumados ao escuro.

Eram 20:45.

Foi uma tarde/noite diferente…até arrumei assunto para uma nova crônica!

“E DISSE DEUS: HAJA LUZ. E HOUVE LUZ”. GÊNESIS, 1- 3

 

 

 

 

 

 

 

BOLO PEGA MARIDO

Bolo Pega Marido ou Bolo Espera Marido, o nome não importa e nem precisa ser para esperar ninguém… faça para saborear sozinha enquanto toma uma xícara de café.

Vi essa receita no site da Cozinha da Maria e gostei bastante!

E notem: não vai fermento!

Então, vamos aos INGREDIENTES:

1 lata de leite condensado

a mesma medida de leite integral

1 vidro de leite de coco

1 e 1/2 xícaras de farinha de trigo

3 colheres (sopa) de açúcar

3 ovos

3 colheres (sopa) de manteiga

Coloque em liquidificador os ovos, dá uma leve batida, depois junte os leites.

Bata e junte a manteiga, açúcar e farinha, batendo bem.

Coloque em assadeira ou forma untada.

Leve ao forno já aquecido em 200º por mais ou  menos 50 minutos.

Não precisa ser assado em banho maria, na foto aparece uma forma, mas é para não queimar embaixo do bolo…

Espere esfriar e coloque em um prato.

Depois, é só experimentar e ter cuidado com a gula…

Ele fica bem  cremoso por dentro!

“E DEUS LIMPARÁ DE SEUS OLHOS TODA LÁGRIMA, E NÃO HAVERÁ MAIS MORTE, NEM PRANTO, NEM CLAMOR, NEM DOR, PORQUE JÁ AS PRIMEIRAS COISAS SÃO PASSADAS.” Apocalipse, 21- 4