Sílvia Fernandes é escritora e poeta. Recebeu diversos prêmios por suas poesias e contos infantis, destaque para o primeiro lugar no Concurso de Poesias Campo Mourão de 2017 e terceira colocação nacional no Prêmio Sesc de Contos Infantis de 2014 em Brasília. Além de contribuir em Antologias, revistas e materiais didáticos, publicou o livro de poesias “Um Pouco de Mim”, o infanto-juvenil “O Nasquimi Dourado”, “Acalanto”, com crônicas, haicais e poesias e o infantil “Férias no Campo”. Possui um blog “prosapoemapastel.com” onde escreve sobre cultura e culinária. É mãe de três filhos e avó de quatro netos. Foi eleita imortal da Academia Mourãoense de Letras em outubro de 2018.
Ah, quanta saudade… de sair, encontrar pessoas, amigos, poder conversar (mesmo demáscara)com alguém à sua frente (nem tão de longe…).
Pois foi assim esse novembro, cheio de coisas boas!
Começo com uma sala de aula (eu não estava presente), na penúltima oficina com alunosda Escola Municipal São José, de Peabiru, em que o professor Arleto, ensinaliteratura e, qual não foi minha surpresa, quando vejo a foto que ele me mandou!
Sou euzinha no quadro! E esse verso faz parte de uma poesia minha OUTONO.
Depois foi o café nas dependências do SENAC, onde comemoramos o Dia do Empreendedorismo Feminino, uma parceria do SENAC, SESC e da Câmara da MulherEmpreendedora e Gestora de Negócios de Campo Mourão e região (CMEG).
Foram homenageadas 20 empresárias e a presidente, Ester Abreu Piacentini, fez questão de homenagear as participantes da sua diretoria com flores e certificados.
(Na foto acima Sr. Reginaldo, eu, Ester e Thiana, depois eu com o certificado, abaixo Cleire, Sonia, Ester, eu eGiselta; ao lado Giselta, Luciana e eu).
Nessa mesma tarde, fui até a Biblioteca Municipal em companhia da Dalva, presidente da AML e do Jair, também integrante como eu da Academia, para doação de livros àsescolas de Campo Mourão e região.
(Acima: Dalva, Jair e eu; abaixo; Daniela (Colégio Mal. Cândido Rondon) e eu.
(Eu e Lílian (Colégio Integrado); Ana Roseli (Escola Municipal Monteiro Lobato) e eu; eu e Maria de Lourdes (Colégio Olavo Bilac- Peabiru) e Edilaine (Colégio Estadual Osvaldo Cruz) e eu).
Ainda nessa semana, fui visitar o Colégio Vicentino Santa Cruz para entregar dois livrosmeus para a Biblioteca: “O Nasquimi Dourado e outras histórias” e o recém lançado“Acalanto”.
( Marlene, bibliotecária do Colégio e eu)
Querem saber mais?
Gravei mais duas poesias para meu canal no Youtube que logo postarei aqui, mas hoje vou colocar um que minha nora, Patrícia, fez e editou.
É sobre como presentear nesse Natal: dando livros, repartindo conhecimentos, envolvendoa todos nessa corrente de paz e alegria que nos traz os livros.
Como já disse Monteiro Lobato: “quem escreve um livro cria um castelo, quem o lê, mora nele.”
Então, dê livros nesse Natal!!!
Isso tudo porque o mês ainda não acabou…rsrsrsrsrsrs
“VÊ, POIS, QUE A LUZ QUE EM TI HÁ NÃO SEJAM TREVAS.” Lucas, 11- 35
A chipa é uma iguaria tradicional da culinária paraguaia. Tem suas origens nas missões jesuíta e franciscana daGovernação do Paraguai (Vice reino do Peru),conforme registrado nas crônicas dos séculos XVI, XVII e XVIII.
As receitas dos pratos típicos paraguaios têm como base a mandioca, o milho, o queijo, o leite e a carne bovina.
O pão de queijo brasileiro é uma das variações sul-americanas da receita.(Wikipédia)
Então vamos aos INGREDIENTES:
250 gramas de polvilho doce
200 gramas de queijo parmesão ralado
1 colher (chá) de sal
50 gramas de manteiga
1 ovo
100 ml de leite morno
Coloque todos os ingredientes em uma tigela (menos o leite).
Aqueça o leite e despeje na tigela aos poucos, mexendo com as mãos até chegar ao ponto.
O ponto é quando a massa não gruda mais nas mãos.
A massa fica macia e fácil para você trabalhar com ela.
Faça bolinhas com uma porção e forme como ferraduras.
Coloque as chipas em forma untada e leve ao forno previamente aquecido em mais ou menos 200º.
Deixe assar por mais ou menos 15 minutos ou até que esteja dourada por cima.
Aprovadíssimo!!!!!!!
“SECA-SE A ERVA, E CAEM AS FLORES, MAS A PALAVRA DE NOSSO DEUS SUBSISTE ETERNAMENTE.” Isaías, 40- 8
Ah como gosto dessas novidades: uma massa feita com abobrinhas!
Você precisa experimentar para saber como é bom!
Pode ser feito de muitas maneiras, é só usar a criatividade.
Vejam como fiz:
INGREDIENTES
azeite
1 cebola
1 dente de alho
bacon
calabresa
creme de leite
sal e pimenta do reino
Em uma frigideira grande, frite bem o bacon e depois reserve.
No mesmo azeite em que fritou o bacon, frite a calabresa, reserve e frite em seguida a cebola e o alho.
Feito isso coloque o espaguete de abobrinha e tempere.
Deixa fritar e depois cozinhar levemente na própria água que junta.
Despeje o creme de leite (pode ser cream cheese ou requeijão)
Coloque o bacon e a calabresa, mexa e desligue o fogo.
Pronto!
Aí está mais uma delícia para você fazer.
“CONFIA NO SENHOR DE TODO O TEU CORAÇÃO E NÃO TE FIRMES NO TEU PRÓPRIO ENTENDIMENTO. RECONHECE-O EM TODOS OS TEUS CAMINHOS E ELE ENDIREITARÁ ASTUAS VEREDAS.” Provérbios, 3- 5 e 6.
O primeiro encontro de Academias que participei, foi em Londrina no ano de 2019.
Em 2020 as festividades foram canceladas devido à pandemia.
E nesse outubro de 2021 pudemos, graças a Deus, nos encontrar, claro que com os devidos cuidados, na lindaToledo.
A abertura se deu no Olinda Park Hotel onde fui representando a Academia Mourãoense de Letras.
Cheguei de ônibus em menos de quatro horas e fiquei encantada com a cidade! Quero logo ter outraoportunidade para visitá-la.
As palestras, almoços e jantares foram todas no mesmo local da hospedagem e, logo depois de um banho, fomos todos recepcionados por artistas do Circo Ático.
Coloquei nosso banner em evidência ao lado do 15º Encontro de Toledo.
Às 17 horas deu-se a solenidade de abertura dos trabalhos com a formação da mesa de honra e a presença do prefeito Beto Lunitti, do presidente da Academia de Letras do Paraná, Ernani Buchmann e da presidente da Academia de letras de Toledo, Lucrécia Welter, além de outras autoridades.
O Hino Nacional foi cantado por uma voz feminina e logo depois o Hino da ALT cantado por um casal convidado.
Todos estávamos portando a pelerine e após os discursos foi feita a foto oficial do encontro.
Foi um momento de congraçamento entre as Academias presentes e onde aproveitei para presentear meu livro Acalanto ao presidente da ALP.
Seguiu-se a apresentação de um grupo de 15 mulheres “Encanto Sul” que cantaram e dançaram lindamente.
Enquanto era servido um coquetel, apreciamos a apresentação da Orquestra São Gonçalo de Viola Caipira e numa descontração total, alguns pares saíram bailando…
Assim encerramos esse primeiro dia.
Essa modernidade às vezes chega a me surpreender!
Em duas telas grandes de TV bem posicionadas, chegou até nós o palestrante professor Dr. Stefano Busellato diretamente da Itália.
O tema foi “Dom Quixote: o duelo entre literatura e realidade”.
Envolvente a apresentação mostrando a interpretação romântica e realista do autor onde o herói confunde a ilusão com a realidade.
O autor espanhol, Miguel de Cervantes, trás através de seu livro, que é um dos mais importantes clássicos daliteratura, a amada Dulcinéa, o fiel amigo e companheiro Sancho Pança e seu cavalo Rocinante.
Seguimos ainda, pela manhã, com a palestra do Mestre Jorge Pereira, (um jovem rapaz) sobre a “Escrita Criativa e Construção de Personagens”.
Interessante a colocação de que quando criamos um personagem, ele pensa em viver. E segue:
-experimentação verbal- quando o pensamento é transformado em palavras;
-alegorias- personagens e vozes da narrativa;
-símbolo- o personagem tem que existir;
-palavra como elemento fundamental- entrando na narrativa.
Sobre as estruturas: tempo/ espaço/ personagens/ intriga.
Em seguida, vários acadêmicos apresentaram as atividades de suas respectivas academias até irmos almoçar o tão esperado e tradicional “Porco no Rolete”, prato típico da cidade.
Tivemos pouco tempo para o descanso (ainda mais desse almoço delicioso) porque às 14:00 horas já estávamos prontos para uma nova palestra.
Foi a vez do também jovem, Lucas Fonseca com uma mesa de conversa sobre “O Artista em Processo-literatura e artes plásticas”.
Iniciou falando sobre o criador e a criatura, desenvolvendoa visualidade (do autor e do leitor), o tempo e o produto (o livro).
Sobre o livro pensar sobre o pessoal como sua obra e o profissional como o mercado, extensão e o produto.
Logo depois voltamos às apresentações dos acadêmicos contando sobre as atividades das suas respectivas academias.
Foi aí que coloquei o nosso banner à frente, ao meu lado, onde se lia nele toda a nossa programação eprojetos.
Como o tempo máximo de explanação era de cinco minutos, comecei saudando as Academias presentes, em nome da nossa presidente Dalva Helena de Medeiros contando sobre a impossibilidade de sua presença por há muito tempo estar com viagem marcada.
Falei sobre o“Café com Letras” e o “Primeiro Concurso Internacional de Poesias” onde naquele mesmo dia (30-10) encerrava as inscrições com mais de 1000 inscritos de todo o Brasil e outros países etambém dos diversos lançamentos de livros, sendo pela AML os livros “Ad Immortalitatem” e “ObrasReunidas- Pedro Poleto” e diversos acadêmicos, como: Silvania Maria Costa (Enquanto o Tempo Passava), Dalva Helena de Medeiros (1.História e Trajetória do Curso de Pedagogia da Unespar/Fecilcam; 2. Obra Póstuma: Síntese Existencial Constantino de Medeiros), Jair Elias dos Santos Júnior (1. Araruna, a história de uma Cidade; 2. Uma História de Gerações- 70 anos do Clube Social eRecreativo 10 de Outubro); Marlene Kohts (Um Dia Normal) ; Edcleia Basso (Ensinar e Aprenderuma Língua Estrangeira/ adicional nas diferentes idades vol.2) e eu com o lançamento on line do livro Acalanto.
Encerrei minha fala com a poesia “História sem Fim” sobre Campo Mourão.
Foram muitas pessoas usando a palavra para saudações e o momento foi de congraçamento.
Aproveitamos para observar a exposição de telas distribuídas juntamente com os banners das outras Academias presentes.
Tivemos um tempo para descansar antes de voltarmos para assistir a apresentação da Invernada Adulta do CTG- Província Gaúcha com muita animação por parte de todos os presentes.
Em seguida, a ALT prestou uma homenagem a todas as instituições presentes onde cada acadêmico foi convocado a fazer uma poesia para outra academia visitante.
Recebi três poemas, sendo dois para a AML e outra para a Academia de Filosofia de Campo Mourão.
Muito singelo o gesto escrito em letra cursiva e em papel pergaminho.
Fomos então ao jantar em comemoração aos 10 anos daALT, com direito a bolo e mais fotos.
Nesse momento a chuva veio forte o que prejudicou a presença de muitos ao Sarau dos Acadêmicos que era em outro prédio.
Eu mesma fui diretamente ao meu apartamento para um merecido descanso.
Às nove horas do domingo, já depois de um gostoso café, voltamos para a palestra on line –interativa, da professora doutora Sonia Sirtoli Farber sobre “As Interfaces da Tanatologia nas Produções Literárias e suacontribuição para o enfrentamento das perdas”.
Ela, uma pessoa extremamente doce e gentil, iniciou falando sobre a realidade da morte.
Mas o que vem a ser a Tanatologia?
A ciência da vida e da morte que visa entender o processo de morrer e do luto.
E as letras são uma forma de imortalidade.
Escrever é uma resistência à morte que não deixa de ser uma realidade normal.
Quando fala sobre “sermos salvos pelos nossos autores”, ela deixa claro seu imenso reconhecimento a Dostoievski (Crime e Castigo, Os Irmãos Karamazov), seu autor preferido.
Deixando em aberto para perguntas ou interferências, fui a primeira a levantar e recitar o haicai de minha autoria:
Os poetas mortos
estão vivos nas lembranças.
Viverei um dia?
Foram feitas várias outras intervenções após a palestra aplaudidíssima por todos e em seguida passou-se aostemas sobre a pandemia onde diversos autores, inclusive eu com a poesia “E não houve Carnaval…”, leram seus poemas.
O término foi com o momento ALCA ( Associação das Academias de Artes e Letras do Paraná) comapresentação de trabalhos e da diretoria gestão 2023-2024 a ser eleita e empossada no 16º encontro em Irati, novembro de 2022.
A presidente da ALT e ALCA, Lucrécia Welter Ribeiro, foi homenageada com agradecimentos e flores.
Foi lida a Carta de Toledo com a avaliação do encontro e encerrada a solenidade.
Após o almoço, despedidas e saldo positivo com novos amigos que fizemos.
Acima eu e LUCRÉCIA, depois EDY, eu e MALGARETE/ abaixo MARIA EUNICE, eu, MARLENE e MARIA DILONÊ
Voltei para casa com um casal muito amável da cidade de Cornélio Procópio, Solange e professor ArmandoPaulo da Silva, representando a Academia de lá.
E preparem-se todos:
2023 o 17º Encontro de Academias vai ser aqui!!!
Acima, os acadêmicos da Academia de Letras de Toledo que tão bem nos recepcionaram.
Gratidão!
Campo Mourão espera todos de braços abertos!
“Ó SENHOR, SENHOR NOSSO, QUÃO ADMIRÁVEL É O TEU NOME SOBRE TODA A TERRA!” Salmos, 8- 9
ZABAIONE OU ZABAGLIONE, em italiano, é uma sobremesa tradicional na culinária italiana.
Nada mais é do que um creme feito com gemas, açúcar e vinho Marsala e por ser muito leve e versátil, é também usada no preparo de recheio de tortas e bolos.
No lugar do vinho você pode usar a essência de baunilha, que foi o que usei.
INGREDIENTES
6 gemas
6 colheres (sopa) de açúcar
10 ml de essência de baunilha
Sim, é só isso mesmo, mas no modo de fazer é que está o segredo.
Primeiro passe as gemas em uma peneira.
Junte o açúcar e bata como gemada até que a mistura dobre de tamanho e fique mais clara.
Junte a essência de baunilha e leve ao fogo em banho maria, mexendo continuamente com um fouet.
Mexa de 5 a 8 minutos até que esteja em uma consistência cremosa e lisa, mas sem deixar ferver.
Retire e coloque em um pote bonito e saiba que a medida que esfria, esse creme fica bem firme.
Nessa tarde em que fiz o zabaione, fiz também um Peras ao Vinho
e servi em uma taça, primeiro as peras (cortei em pedaços) e sobre elas, o creme.
Aqui está ele: maravilhoso!
Você pode servir com morangos e qualquer outra fruta de sua preferência.
“SÊ EXALTADO, Ó DEUS, SOBRE OS CÉUS; SEJA A TUA GLÓRIA SOBRE TODA A TERRA.” Salmos, 57-5
Há muito tempo, coloquei no youtube alguns vídeos de histórias infantis.
Na verdade, 4 pequenas histórias e um vídeo das comidinhas da vovó.
Nunca mais coloquei nada ali.
Acontece que comecei a gravar vídeos de poesias que me pediam para colocar em reuniões online, como manda a pandemia.
Assim gravei alguns e resolvi postá-los em outro canal do youtube com o nome de Sílvia Fernandes- POESIAS (assim como está escrito com o acento agudo e tudo).
Esse foi o primeiro que gravei para a AML (Academia Mourãoense de Letras), um poema de minha autoria: BAILARINA.
“FESTA JUNINA”, é o tema dessas quadrinhas que fiz para um sarau online da AME (Associação Mourãoense de Escritores).
Essa poesia também é minha e foi a pedido da AML e se chama : CONVERSA COM A NATUREZA.
Pablo Neruda é o autor desse pequeno poema sobre as “estações do ano” e gravei para a AME que pediu para um sarau sobre a PRIMAVERA.
Bem, por enquanto são só esses, mas gostei da ideia e a partir de agora vou gravar mais algumas poesias para esse canal.
“O SENHOR, TEU DEUS, ESTÁ NO MEIO DE TI, PODEROSO PARA TE SALVAR; ELE SE DELEITARÁ EM TI COM ALEGRIA; CALAR-SE-Á POR SEU AMOR, REGOZIJAR-SE-Á EM TICOM JÚBILO.” Sofonias, 3- 17
Já escrevi aqui sobre minha amiga Sonia que gosta de cozinha tanto quanto eu… foi ela quem preparou a ABÓBORA CABOTIÁ COM CHARQUE e me deu a dica sobre uma sobremesa deliciosa que depois fiz: REI ALBERTO.
Essa receita também foi ela quem me deu e achei maravilhosa, perfeita para o lanche da tarde!
Vamos então aos INGREDIENTES:
1 pão francês
3 ovos
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
5 colheres (sopa) de creme de leite
150 gramas de queijo ralado
sal
cebolinha verde picadinha
óleo para fritar
Primeiro corte o pão em fatias (pode usar pão amanhecido).
Reserve.
Bata os ovos ligeiramente, junte o sal, a farinha, o creme de leite, queijo (eu usei oparmesão) e a cebolinha verde (que colhi da minha plantação- que orgulho!).
Misture bem tudo.
Pegue uma a uma as fatias do pão e envolva muito bem com essa mistura.
Coloque um pouco de óleo em uma frigideira e vá fritando as fatias.
Frite bem de um lado e de outro.
Retire e coloque em uma travessa com papel toalha.
Bem, aí é só saborear essa delícia!!!
Obrigada, amiga, adorei a dica!!!
“SENHOR, A TI CLAMO! ESCUTA-ME! INCLINA OS TEUS OUVIDOS À MINHA VOZ, QUANDO A TI CLAMAR. SUBA A MINHA ORAÇÃO PERANTE A TUA FACE COMOINCENSO, E SEJA O LEVANTAR DAS MINHAS MÃOS COMO O SACRIFÍCIO DATARDE.”Salmos, 141- 1 e 2
Um pequeno conto que poderá se tornar verdadeiro daqui alguns anos…
SERÁ VERDADE?
E aquela velha senhora sentou-se em sua cadeira de balanço e começou a lembrar. Devagar, porque agora em sua vida, não existia pressa para nada.
Seus bisnetos irrequietos não aguentavam a espera para ouvi-la contar histórias do seupassado distante.
– Bisa, conta logo! Pediu o menino de cabelos cacheados.
– Vai ser de medo? Não gosto de histórias que me fazem ter medo. Reclamou a bisnetamais velha.
– Vou contar uma história verdadeira que aconteceu há muito tempo atrás quando eu tinha a idade de vocês.
E ela começou e osilêncio reinou.
Era somente sua voz embalada no vai e vem da sua cadeira.
–Num belo dia como outro qualquer, surgiu um mal em nosso mundo. Ele era invisível e muitas vezes mortal.
Tudo parou!
As pessoas não podiam sair de casa, se encontrar com amigos e muito menos abraçar porque esse vírus estava rodeando as pessoas para apanhá-las de jeito.
As escolas fecharam bem como as igrejas, parques, lojas, restaurantes, tudo foi fechado.
– Nossa, bisa, e como vocês faziam? Ficavam presos em casa? Perguntou o mais curioso.
– Muitas vezes sim. Respondeu a bisavó. Sair significava não ver esse inimigo quepodia entrar pelo nariz e boca nos deixando doentes. As pessoas não podiam ir ao trabalho e começou faltar dinheiro para comprarmos alimentos. Éramos obrigados a usar máscaras.
– O que? Tipo Homem Aranha? Perguntou o menorzinho.
– Mais ou menos, continuou a velhinha, e lavávamos as mãos centenas de vezes ao dia e ainda usávamos álcool nelas e nos móveis, fechaduras, pacotes. Tudo era muitodifícil.
– Bisa, muita gente morreu por causa disso? Perguntou tristemente a menina.
– Sim, respondeu a bisa, milhares e milhares! Cada manhã chegavam mais notícias de pessoas contaminadas e os hospitais não davam conta de cuidar de tanta gente. Odesespero só crescia!
Até que um dia, a vacina foi inventada!
– Ainda bem, que legal! Todos falaram juntos.
– Verdade, queridos! Sorriu continuando a contar. Mas ela foi vindo de pouquinho em pouquinho e todos nós enfrentávamos fila no desejo de sermos vacinados e ficarmos tranquilos.
Foi uma alegria quando todo o mundo pode tomar a vacina e por o vírus prá correr!
– Que sorte a nossa, né bisa, por não termos mais esse vilão por perto! Ponderou o mais velho.
– Sim, falou a bisavó, nossa fé e esperança de que tudo iria passar, foi nossa salvação. É por isso que agora vocês podem usufruir dessa paz e tranquilidade em queo mundo se encontra.
Gostaram da história?
– Sim, muito! Obrigado, bisa! Respondeu o mais esperto que ao sair com os outros para as brincadeiras no quintal, pergunta: vocês acreditaram na história que a bisacontou? Acham que aconteceu tudo aquilo mesmo? Não sei não…
E a bisavó que ouvia tudo pensou com seus botões, será mesmo?
Imagens: 1) dreamstime; 2) Vecteezy; 3) BC boa consulta
“POIS ASSIM COMO POR UMA SÓ OFENSA VEIO O JUÍZO SOBRE TODOS OS HOMENSPARA CONDENAÇÃO, ASSIM TAMBÉM POR UM SÓ ATO DE JUSTIÇA VEIO A GRAÇA SOBRE TODOS OS HOMENS PARA JUSTIFICAÇÃO DE VIDA.” Romanos, 5- 18