A POESIA EM MIM

Um dia desses, eu falava para mais ou menos 100 estudantes da oitava e nona séries de um colégio, sobre…poesia.

Comecei contando que aos 10 anos já lia um livro do meu pai que se chamava : “Grandes Poetas Românticos do Brasil”.

E aí já me encantava com os versos épicos de Gonçalves Dias em Juca Pirama, com as aventuras de Navio Negreiro contada por Castro Alves, com o romantismo de Olavo Bilac em Via Láctea, que declamei para eles.

Ouvidos atentos e eu tentando encantar.

Falei então.

-Para começar a escrever você tem que ler muito, vários assuntos e diversos autores. Aos poucos vai pegando o jeito e acaba escrevendo algo que às vezes pode nem achar muito bom, mas que deve procurar guardar em uma gaveta ou uma caixa.

Dali um tempo, lê novamente e vai vendo que até que estava bem interessante. Ou não…

Continuei contando que, um belo dia, há muito tempo atrás, juntei muitas poesias escritas e guardadas e mostrei a meu companheiro nessa época, que eu julgava ser muito inteligente, para dar uma opinião sobre elas.

Pois bem.

Fiquei na maior aflição aguardando sua palavra que pensava ser muito importante para mim.

E foi, não da maneira que eu esperava, mas foi!

Ele leu, tirou os óculos, olhou para mim e disse:

-Fraquinhas!

Pensam que desisti? Pois foi aí que me tornei mais forte!

Bem, o “casamento” acabou, mas meu primeiro livro “Um Pouco de Mim” saiu logo depois pela Fundação Cultural no ano de 2005.

Aplausos!

O importante é não desistir, continuar lendo, aprendendo, escrevendo.

Muitas vezes a poesia surge quase pronta em nossas mentes e aí você tem que correr para colocá-la no papel.

Às vezes demora a acontecer e você então procura frases, palavras e rimas até achá-las de repente o que torna mais vivo esse poeta dentro de nós.

E, outras vezes ainda, você fica tão competente que começa a trabalhar com as palavras fazendo um jogo com elas, como é o caso desse pequeno poema meu:

MUDANÇAS

FULANO ESCREVE ASSIM,

SICRANO ESCREVE ASSADO, 

BELTRANO ASSIM E ASSADO.

EU ASSO ENQUANTO ESCREVO

E QUASE O DEIXO PASSADO.

MAS NÃO PASSOU,

O TEMPO.

O QUE ESCREVO MUDOU,

COMO EU.

É uma magia, uma teimosia que nos faz querer escrever, poetizar sem parar.

Espero que com minhas palavras, tenha despertado em alguns, o poeta adormecido que espera em algum momento, despertar.

NEM TODO O QUE ME DIZ: SENHOR, SENHOR! ENTRARÁ NO REINO DOS CÉUS, MAS AQUELE QUE FAZ A VONTADE DE MEU PAI, QUE ESTÁ NOS CÉUS.”Mateus, 7-21

 

 

PURÊ DE BATATA DOCE

A batata doce é um dos tubérculos mais consumidos no Brasil. O alimento é uma fonte de carboidrato muito saudável, é benéfica para a dieta, por isso bem consumida por quem quer emagrecer.

E esse purê feito com ela, acompanha bem todos os tipos de carne assada ou com um ragu de carne e que foi o que fiz.

INGREDIENTES

2 batatas doces

1/2 caixinha de creme de leite

1/3 de xícara de leite

1 colher (sopa de manteiga)

Descasque e corte as batatas e leve para cozinhar com um pouquinho de sal até ficarem macias.

Retire e ainda quente, amasse com um garfo.

Na mesma panela onde cozinhou, coloque as batatas amassadas e a manteiga, depois o leite e mexa bem.

Junte o creme de leite e mexa até começar a ver o fundo da panela.

Retire e coloque em um prato.

Nesse dia fiz um ragu de carne e coloquei por cima.

Ficou uma combinação perfeita!!!

“MELHOR É A SABEDORIA DO QUE AS ARMAS DE GUERRA, MAS UM SÓ PECADOR DESTRÓI MUITOS BENS”. Eclesiastes, 9- 18

SARAU LITERÁRIO

E nessa última quarta feira do mês, tivemos o I Concurso de Poesias Rubens Luiz Sartori, da Academia Mourãoense de Letras.

Foi um aprendizado para todos nós.

Fui uma das selecionadas e quero deixar abaixo, o poema que escrevi e inscrevi.

Na entrada ficaram expostos os livros dos acadêmicos e até parei para fotografar ( meu livro de poesias e o de história infanto juvenil estavam lá).

( Eu, Sinclair, Dalva, Cristina, Nelci e Giselta)

Segue minha poesia.

SOBRE SAUDADES…

Tenho saudades de coisas

que não vivi.

De pessoas que não conheci,

de mundos, momentos,

de sorriso aberto,

escancarado.

_____

De gestos desmedidos,

de cheiros, de gostos,

que nunca senti ou provei.

Tenho saudades

do pranto que chorei

sem saber porquê.

_____

Tenho saudades do luar

que entrava pela fresta da janela.

De sentir seus abraços, 

da brisa, do vento,

do som dos riachos,

do verde das matas.

_____

Tenho saudades da noite,

das estrelas,

do som de um violão.

Da cantiga tristonha

que embala e mexe

com meu coração.

_____

Tenho saudades do vulto,

daquele elo invisível,

do sentimento ausente

como uma sombra a perder.

Ah, tenho tanta saudade

de você, que sequer cheguei a conhecer…

 

(Aqui com os participantes)

“QUEM, POIS, TIVER BENS DO MUNDO E, VENDO O SEU IRMÃO NECESSITADO, LHE CERRAR O SEU CORAÇÃO, COMO ESTARÁ NELE A CARIDADE DE DEUS?”I João, 3- 17.

 

 

 

BOLO DA MÍRIAN

No último fim de semana estive em um encontro de Academias de Letras em Londrina e fiquei hospedada no Hotel Sumatra.

Foi no café da manhã que conheci a Mirian, que trabalha lá fazendo essa e outras delícias que provei.

Pedi a receita e ela gentilmente enviou por whatsapp e, naturalmente fiz e coloco aqui para vocês poderem fazer e comprovar a gostosura desse bolo!

INGREDIENTES

3 xícaras de banana amassada

2 xícaras de açúcar

1 xícara de óleo

3 xícaras de farinha de trigo

1/2 xícara de passas

1/2 xícara de nozes

3 ovos

1 colher (sopa) de fermento

1 colher (sopa) de bicarbonato

2 colheres (sopa) de canela em pó

Primeiro amasse as bananas e coloque em uma tigela.

Coloque em ordem os ingredientes e misture bem.

NÃO bater na batedeira!

Leve para assar em forma untada e enfarinhada a 180º (forno pré aquecido) por mais ou menos 40 minutos. 

Enquanto isso, prepare a ganache.

200 gramas de chocolate ao leite

1 caixa de creme de leite

Leve ao micro-ondas até derreter o chocolate e mexa com cuidado.

O bolo está pronto e agora é só cobrir.

Observação: para esse bolo fiz metade da receita acima e não coloquei passas e sim 1 xícara de nozes.

Obrigada, Mírian, pela receita que deu tão certo e que ficará como uma das minhas favoritas!

“O QUE ENCOBRE A TRANSGRESSÃO BUSCA A AMIZADE, MAS O QUE RENOVA A QUESTÃO SEPARA OS MAIORES AMIGOS.” Provérbios, 17-9

 

MEU PRIMEIRO ENCONTRO

Minha primeira experiência de viagem a um encontro de Academias, aconteceu dias 15, 16 e 17 desse mês em Londrina, a 186 km daqui de Campo Mourão.

Fomos em três participantes, eu, Cristina e Giselta  representando nossa Academia de Letras de Campo Mourão.

Pastas e crachá já nos esperavam na recepção.

Logo fomos para a abertura solene com todos os “imortais” vestindo suas pelerines.

E fizemos pose para a foto oficial.

Além de palestras, conversas, trocas de informações, foi tudo muito musical.

Primeiro, na abertura, o Hino Nacional foi tocado por um violinista especialmente convidado para a ocasião.

E dali fomos ao Teatro Ouro Verde, onde ouvimos uma apresentação da Orquestra de Metais da cidade, tendo como participação especial, o saxofonista Derico, aquele bem conhecido dos programas de TV.

E ele não fez por menos: contou piadas, interagiu com a plateia além de tocar maravilhas como um pout pourri do grupo Roupa Nova, Tim Maia, encerrando com os Beatles.

Um carinho para meus ouvidos e coração!

Os convidados palestrantes foram aplaudidíssimos: primeiro o professor doutor Wolfgang Heuer, da Universidade de Berlin, e o professor doutor Domicio Proença Filho, da Academia Brasileira de letras.

Das diversas Academias presentes, foram feitas novas intervenções.

E no saguão do Hotel Sumatra, onde ficamos, vimos Varal de Literatura de Cordel, do Maurício Fernandes Leonardo, cadeira 25 da Academia local.

E também uma exposição de Aquarelas, da Neusi Berbel, cadeira 19 da mesma Academia.

Participamos de um jantar refinadíssimo, onde um grupo de mulheres cantantes nos proporcionaram horas de puro prazer.

E conhecemos muitas pessoas, tiramos muitas fotos, comemos muito e muito bem e nos despedimos felizes daquele que foi o 14º Encontro das Academias de Letras, Ciências e Artes do Paraná.

Agora é esperar 2020 em Toledo!

“E ELES SERÃO O MEU POVO, E EU SEREI O SEU DEUS.” Jeremias, 32- 38.

 

 

BOLINHO DE ESPINAFRE

O espinafre tem tantos nutrientes que é considerado um superalimento. Essa folha é rica em vitaminas A e C – que têm ação antioxidante -, vitamina K e vitaminas do complexo B. Também é fonte de fósforo e potássio, além de ser uma excelente opção para combater a anemia, já que é rico em ferro. (Wikipédia)

E esse bolinho feito com ele, é de comer de joelhos!

1 maço de espinafre

1 ovo

5 colheres (sopa) de farinha de trigo

1 colher (sobremesa ) de fermento

leite (até dar ponto)

sal, pimenta do reino

óleo para fritar

Primeiro escalde bem o espinafre em água fervente e pique bem miudinho.

Numa tigela bata o ovo com o leite, farinha, temperos e fermento.

Junte o espinafre.

Coloque óleo em uma panela e vá colocando colheradas da massa, fritando bem nos dois lados.

Retire e coloque em uma travessa forrada com papel toalha.

Sirva quente e delicie-se!!!

“E JESUS LHES DISSE: EU SOU O PÃO DA VIDA; AQUELE QUE VEM A MIM NÃO TERÁ FOME; E QUEM CRÊ EM MIM NUNCA TERÁ SEDE”. João, 6- 35

 

 

MAIS UMA VISITA LEGAL!

Uma das minhas alegrias é quando sou convidada a falar para alguma turma de alunos, sobre a arte de escrever ou literatura em geral.

Gosto de ver o olhos grudados em mim quando começo a andar e declamar em alta voz os versos que me vem à mente.

E é nesse momento que começo a ganhar os ouvintes e me animo em contar como foi que peguei o “vírus” de uma leitora voraz, a gostar de escrever, a pensar poesia.

Foi assim no ano passado quando visitei pela primeira vez o Colégio Dr. Osvaldo Cruz e que vocês podem ler em “Celeiro Cultural” (é só clicar em cima).

Dessa vez foi diferente.

(Aqui sendo recebida pela diretora Rosemere Scheffer)

Fui conversar com uma turma de sétimo ano no encerramento de mais uma etapa do projeto Celeiro Cultural.

Eles leram o texto “Mãe África” e a poesia “A Poesia e a Cidade”, ambos da coletânea “Caminhos In Versos e Prosas VII” da AME, lançada em 2018.

E também os dois contos “”O Caso do Bilhete Perdido” e “O Jardim dos Três Desejos”, do livro “O Nasquimi Dourado e outras Histórias”, também lançado no mesmo ano.

(Com as professoras Edina Sacramento e Maria Pasquini, idealizadoras do projeto)

Fizeram inúmeras perguntas:

-Ganha-se muito dinheiro escrevendo livros?

-O que te levou a começar escrever?

-Já tem outros projetos prontos?

-Quais seus próximos planos?

(Desenhos e textos feitos pelos alunos)

Agora, o maior interesse mesmo foi sobre minhas viagens a África.

Queriam saber tudo sobre o lugar, sobre as pessoas, até se eu gostaria de um dia morar lá…

-Não, isso não, respondi. Meu lugar é aqui, na minha casa, cidade e país, mas enquanto puder, quero voltar lá ainda muitas vezes.

Nossa, como o tempo passou rápido!

Fizemos muitas fotos e, ainda de quebra, uma mesa com salgadinhos, doces, bolo e refrigerantes.

Virou festa!

E meu coração saiu festivo dali, ao saber que jovens leem meus livros, que se interessam pela cultura e literatura.

E, em minha imaginação enquanto caminhava, fui vendo cada um escrevendo sua própria história em forma de contos e poesias.

Será um final feliz!

“E BUSCAR-ME-EIS E ME ACHAREIS QUANDO ME BUSCARDES DE TODO O VOSSO CORAÇÃO, E SEREI ACHADO DE VÓS, DIZ O SENHOR.” Jeremias, 29-13 e 14

 

 

BOLO CREMOSO DE MILHO

Faz bastante tempo, coloquei aqui a receita de “Bolo de milho verde“, feito com o bagaço do milho.

Essa receita é bem mais prática e fica deliciosa!

INGREDIENTES

1/2 xícara de óleo

1 xícara de leite

1 lata de milho verde com a água

3 ovos

1 xícara e meia de açúcar

1 xícara de fubá

1 colher (sopa) de fermento

Bata todos os ingredientes em liquidificador.

Leve para assar em forma untada e polvilhada com farinha de trigo, em forno pré aquecido em 180º por mais ou menos 50 minutos, até dourar.

Retire, espere amornar e vire em um prato próprio para bolo.

Polvilhe açúcar por cima.

Esse bolo fica bem úmido e é uma gostosura!!!

“E SABEMOS QUE TODAS AS COISAS CONTRIBUEM JUNTAMENTE PARA O BEM DAQUELES QUE AMAM A DEUS, DAQUELES QUE SÃO CHAMADOS POR SEU DECRETO.”Romanos, 8-28

RISOTO À LA PIEMONTESE

O piemontês foi a primeira língua dos emigrantes que deixaram o Piemonte, no período 1850-1950, para França, Brasil, Argentina, Uruguai e Estados Unidos. 

Arroz à Piamontese é um prato típico da culinária brasileira (não da culinária do Piemonte, na Itália), à base de arroz, creme de leite e champignon.

 A despeito de sua origem, é um acompanhamento geralmente servido em restaurantes de cozinha italiana, acompanhando um filé juntamente com batatas fritas. (Wikipédia)

INGREDIENTES

2 tabletes de caldo de legumes

4 colheres (sopa) de manteiga

150 gramas de presunto (cortado em cubos)

1 cebola picada

1 e 1/2 xícara de arroz arbóreo

1 xícara de vinho branco seco

1 xícara de champignons fatiado

1 cx de creme de leite

1/2 xícara de queijo parmesão ralado

Aqui em receitas já coloquei duas de como fazer os: Risoto de Abobrinha e Risoto de Camarão, é só clicar em cima e ver como se faz.

Em uma panela ferva 1 litro de água e dissolva os tabletes do caldo de legumes.

Em outra panela, derreta a manteiga e refogue a cebola e depois o presunto.

Adicione o arroz e o vinho.

Mexa até que o vinho tenha sido absorvido.

Vá juntando aos poucos o caldo e mexendo até que o arroz esteja ao dente.

Coloque os champignons, creme de leite e metade do queijo.

Retire e sirva a seguir polvilhado com o restante do queijo.

Sem palavras!!!

“O SENHOR JÁ OUVIU A MINHA SÚPLICA; O SENHOR ACEITARÁ A MINHA ORAÇÃO.”Salmos 6-9

 

 

MASSA FOLHADA COM DOCE DE AMÊNDOAS

Eu amo massa folhada!

Tanto em salgado quanto em doce.

Tentei dar um formato de croissant nela, mas como não consegui; fiz como um pastel … o gosto é o mesmo!

INGREDIENTES

100 gramas de amêndoas descascadas 

2 colheres (sobremesa) de açúcar

1 gema

2 colheres (sopa) de creme de leite

1 pote de geleia (eu usei de uva)

1 pacote de massa folhada

1 gema (para finalizar)

1 colher (sobremesa) de creme de leite (para finalizar)

Se quiser aprender como descascar rapidamente as amêndoas, clique aqui em “arroz com amêndoas” que eu explico direitinho.

Coloque as amêndoas descascadas no liquidificador com o açúcar, gema e creme de leite. Bata rapidamente para fazer uma massa grossa.

Coloque a massa folhada aberta sobre uma tábua e dentro um pouco desse creme mais uma colher da geleia.

Feche a massa e com um garfo aperte bem dos lados.

Unte uma assadeira e vá colocando os “pastéis”; pincele cada um com a mistura de gema e creme de leite e leve ao forno que deve estar bem quente 220º por quinze minutos (um dos segredos é esse: forno super aquecido)!

Sirva quente ou frio.

De qualquer maneira ele fica divino!!!

“QUE DAREI AO SENHOR POR TODOS OS BENEFÍCIOS QUE ME TEM FEITO?”Salmos, 116- 12