UM PASSEIO À COLONIA WITMARSUM

Quinze de Maio, dia lindo de sol, um pouquinho frio, e lá vamos nós fazer um passeio à Colonia Witmarsum em Palmeira.

Fomos em dois carros: André, Viviane, Isadora e Heitor na frente e eu e Fabiane atrás.

Gente, a estrada é simplesmente linda!

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(Igreja Menonita)

E nossa primeira parada foi na Confeitaria Kliewer!

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(Eu e Isadora, minha neta)

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(Já comendo as delícias: Fabiane, Isadora, Viviane, André e Heitor)

Seguindo mais à frente, fomos ao Tracktur, um passeio de trator, R$ 25,00 por pessoa.

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Esse passeio é realizado junto à natureza, em meio a plantações do lugar, até um lindo rio que passa pela região. Com pequenas paradas ideais para apreciar a paisagem e sentir o aroma do campo, ver os animais e pássaros que vivem no local.

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(André, Isadora e Heitor junto com o cão Fênix que é sempre o primeiro a entrar no trator e é bem manso)

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(Aqui uma plantação de Canola; logo vai ficar bem amarela!)

Descemos e seguimos a pé por um caminho até chegar na cachoeira.

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(Árvores lindas pelo caminho!)

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(Amo árvores!!!)

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(A Maria Luiza Wienz, proprietária do local e que foi conosco contando histórias sobre como chegou até ali e como construiu tudo, foi quem tirou essa foto em que todos aparecemos.)

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E aí voltamos até a casa amarela e o que nos esperava?

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(Vejam o capricho!)

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Que final de dia mais gostoso!!!

“O SENHOR GUARDARÁ A TUA ENTRADA E A TUA SAÍDA, DESDE AGORA E PARA SEMPRE!”- Salmo 121-8

VIAGEM DE SONHO: DISNEY!!!

Para comemorar meu aniversário hoje e também os mais de 20.000 acessos ao blog, nada melhor do que entrar no reino encantado da Disney!

Vou apenas colocar algumas fotos dessa viagem que foi em 2013 e que foi inesquecível para mim, que escrevo histórias infantis!

Duas semanas de puro encantamento!!!

Das mais de 5000 fotos que tiramos lá, a primeira não podia ser diferente: “Era uma vez”!!!

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Quando vi o castelo da Cinderela ao longe… chorei!!!

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Nessa foto estão minha filha Viviane, seu marido André e meu neto Heitor no colo, nessa época com 1 ano e 2 meses. (Paulo aparece lá atrás).

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E nessa outra, minha filha Fabiane, que tem uma matéria linda dela sobre a Disney indicada no “Para aproveitar as férias”, um texto com o título de “Disney, um lugar para todas as idades”.

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E, nessa outra, meu filho Paulo Emílio com minha nora Patrícia, já a caráter! Ainda não tínhamos o Cesar, então vamos ter que ir novamente para levá-lo ( claro que a vovó vai junto!!!)

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E aqui, nossa princesa Isadora! Linda e aproveitando todos os momentos! 

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E o Heitor, que nessa viagem não curtiu muito, mas já foi novamente e tirou o atraso…

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E eu… feliz, feliz!!!!! (Epcot Center)

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Nessa, abaixo, no hotel onde ficamos (All Star Movies).

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E eram passeios e mais passeios: à noite, de trem, de balão, nos brinquedos e parques!

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E as compras, então? Loucura total!!!

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E os jantares? Muito chique!!!

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E claro, minha gratidão a minha família que foi perfeita nessa viagem e a ele: Walt Disney, o criador dessa maravilha!

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E deixo aqui, um pensamento que li hoje na minha devocional diária: “A paz está apenas a uma oração de distância”!

 

PERIPÉCIAS EM BOMBINHAS

Enfim, chegou minha semana de férias e com ela o dia da viagem.

Malas prontas e lá vou eu!

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Em minha bagagem, além de roupas e necessaires, claro que meu iPad e celular conectadíssimos na Internet.

E depois de quase 250 km vou sentindo o cheiro do mar e começando a vê-lo ao passar por Balneário Camboriu, Itapema, Porto Belo, Bombas e finalmente Bombinhas, meu destino final.

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Sabem o porquê do nome “Bombinhas”?

Conta-se que se deu em função da areia solta de sua praia, que, ao caminhar, as pessoas percebiam alguns ruídos, pequenos estalos, que popularmente entendiam como sendo as famosas “bombinhas” muito comuns nas festas juninas.

Bombinhas pertencia ao município de Porto Belo e sua emancipação se deu em 1992. 

É composta de 39 praias e a população gira em torno de 15 mil habitantes alcançando mais de 100 mil na alta temporada de verão.

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Cheguei já pensando em entrar no Facetime e mostrar a meus filhos distantes a beleza do lugar; entrar no Facebook para colocar no Google maps minha localização e ir mostrando dia a dia as comidas que provava.

Entrei no Hotel, deixei as malas no apartamento e voltei à recepção para pegar a senha do Wi-Fi. 

Gente, não entrava!

Nunca entrou!

Por mais que eu tentasse dentro do apartamento, no corredor, no restaurante, na rua… nada!

Comecei a ficar desesperada!

À noite consegui uma ligação (nem isso conseguia…) e falei com minha filha Fabiane em Curitiba contando que estava bem, mas que não estava “conectada”.

Sabem o que ela respondeu?

– Mãe, desligue os aparelhos!Não se preocupe! Você está aí para descansar então aproveite tudo aí e ESQUEÇA a Internet!

Nossa! E não é que ela estava certa?

Depois dessa conversa, aposentei os “apetrechamentos” como diria Odorico Paraguaçu e passei a desfrutar de tudo sem me preocupar!

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Não, não é a Rua Caminito em Buenos Aires e sim uma rua de Bombinhas.

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Igreja Nossa Senhora dos Navegantes.

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Vista da sacada do meu apartamento (todas as noites foram assim).

Aí resolvi aposentar o relógio também… não queria saber a que horas levantava, almoçava ou ia dormir… Qualquer hora era hora. Meu estômago avisava quando devia me alimentar.

E o sol brilhou a semana toda!

Amo o sol, mas tenho medo dele; isso porque já me queimei demais nos tempos da Ilha do Mel.

Então o jeito foi me cuidar.

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Lá os moradores dizem que Bombinhas é o lugar do sol o ano inteiro.

Eu pude ver!

E acreditei!

(Aguardem mais peripécias na quinta feira que vem!)

TRI VOVÓ!!!

Talvez o texto mais bonito (para não dizer perfeito) que já li sobre ser avó,  se chama “A Arte de ser Avó”, escrito por Rachel de Queiroz.

É meio longo, mas se tiver tempo, leia e seu coração vai apertar de emoção, assim como o meu.

http://pensador.uol.com.br/frase/OTc5NzEy/

Ela começa dizendo que “netos são como herança que ganhamos sem merecer” e vai por aí afora, contando das alegrias que recebemos através deles em nossa velhice.

Eu, particularmente, sou muito avó, tão avó, imensamente avó!

Da minha filha mais velha, Viviane e meu genro André, tenho a Isadora e o Heitor ( que já tenho escrito muito sobre eles).

Com minha filha do meio, Fabiane, reparto as atenções deles por ser ela a titia mais presente e carinhosa que já vi…

E agora, do meu caçula Paulo Emílio e minha nora Patrícia, recebemos nesse dia 14, o Cesar!

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Até a natureza estava em festa: essas fotos são das árvores e calçada (da rua onde eles moram em Campo Mourão) completamente floridas!

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E ele veio ao mundo tão lindo e tão tranquilo!

Cesinha

Já foi difícil deixá-lo depois desses dois dias em que passamos juntos…

Fico imaginando com quem vai se parecer, mas se for uma mistura fica melhor ainda!

Paulo e Pati

E aqui está ele, Cesinha para os íntimos, no berço e em meu colo em seu primeiro e segundo dia.

Cesinha 1º dia

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Seja muito bem-vindo, queridinho e tenha certeza que já te amamos demais!

Parabéns pelos seus 10 dias!!!!!

Observação: no próximo dia 26, comemoramos o Dia da Vovó!

 

E AQUI ESTÃO AS FOTOS!

Como prometi no dia 05 (SOBRE A PREMIAÇÃO), aqui estão as fotos, feitas pelo Raphael Carmona, fotógrafo da Fecomércio- DF.

Agradeço a ele pela disposição em me atender!

Prêmio SESC

Aqui, a entrega do troféu por uma das componentes do júri.

No telão o nome do conto e o meu nome.

Prêmio

Nesse painel com a imagem do Monteiro Lobato, está escrito o início dos três contos premiados.

Cortando a fita

Fui convidada pelo Diretor do SESC de Brasília a, junto com ele, desatar o laço que dava entrada ao local onde foi servido o coquetel.

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Aplausos!

Tem muita gente saindo atrás daquela porta à esquerda e que ainda não tinham chegado até a sala.

Observação: como o voo chegou em cima da hora do início do evento, não deu tempo para passar no hotel para uma troca de roupa. Já sabendo disso, optei por um terninho com uma camisa de seda que acabou ficando bem próprio para a comemoração.

 

TRILOGIA ILHA DO MEL- PARTE III- A PARTIDA

“Uma vez só é pouco” é um título de filme.

Só que para eles o que é pouco é bem diferente do que é pouco para mim!

Acho tão pouco vir apenas uma vez ao ano a esse lugar…

– O quê? A Ilha? Só dá drogado e gente nua!

Ouvi isso algumas vezes quando comentava que vinha para cá.

– Engano seu, ô por fora! Drogado e nu você encontra em outro lugar, não na “minha” Ilha!

E como os dias se passaram depressa!

Já é dia de voltar…

Acerto minhas contas, dou adeus aos afortunados que ainda vão ficar mais tempo e vou caminhando de volta ao embarcadouro.

brasilia-ilhadomelAgora o mar está à minha esquerda e tão verde com reflexos prateados que chega a doer meus olhos.

Um lagarto passa vagaroso à minha direita, embrenhando-se no mato.

Logo mais, um mastro, no meio do nada, com a bandeira do meu time tremulando.

Vou me lembrando aos poucos do dia a dia…

O Gervásio que me acompanha com sua bicicleta levando minha mochila, olha para mim e com toda sua timidez, fala:

– Vamos sentir sua falta…

– Obrigada! Respondo. Quem me dera poder ficar…

Ilha do Mel - PRE enquanto entro aos trancos no barco, meu celular que estava fora de área há cinco dias, volta a tocar.

Até me assusto mas atendo rápido.

– Dona Sílvia, aqui é do consultório da sua dentista e queremos confirmar seu horário amanhã, às dez.

Nem bem termino de responder, grito com força:

– Gervásio, volte! Quer trocar de lugar comigo?

Ele segue em frente pedalando.

Nem olha para trás.

Fingiu que não ouviu…

amanhecerImagens: 1. http://www.guiageo-parana.com

2. http://www.viajeturismoagencia.com.br

3. http://www.gilsoncamargo.com.br

 

 

 

 

TRILOGIA ILHA DO MEL- PARTE II- O PARAÍSO

É bem cedo e abro a veneziana com medo.

Durante a noite ouvi sons, barulhos vindo da mata ao lado da minha janela.

Os ruídos no escuro tomam uma proporção diferente e, por causa do calor, liguei o ventilador para também abafar o que ouvia e dormi tranquila.

E cá estou em frente à janela, torcendo para que tenha sol.

E se choveu durante a noite e agora o dia está cinzento, com chuva, frio, tristonho?

Nem pensar!

Abro de uma vez e… sol, céu azul, passarinhos cantando, árvores se agitando de leve trazendo a brisa perfumada da manhã.

– Obrigada, Senhor!

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Aqui tudo tem sua própria rima: a Pedra da Baleia nos faz lembrar o canto da sereia, areia, lua cheia; a Isabel, dona da Pousada, tem o privilégio de rimar seu nome com o mel da Ilha e assim por diante.

Tomo meu café observando os passarinhos a comer os pedaços de frutas colocados para eles e, são Sanhaços, Sangue de Boi, Sete Cores, Beija Flores.

Passo a manhã naquela praia enorme, com todo o espaço para estender minha toalha onde quiser.

Meu único esforço é virar de lado para o sol queimar minha pele por igual, sentar para passar o protetor novamente, caminhar pela praia, molhar os pés na água morna e pronto!

À tarde, fico no quiosque, tomo uma cerveja e olho, olho, olho.

Não ouço buzinas nem telefones, somente a calma da tarde se pondo.

Leio um livro, converso com turistas e janto (como tenho fome!) enquanto a noite se derrama em milhares de estrelas.

E é só aqui que conversamos sobre elas, seus nomes, constelações e apontamos o céu traçando linhas imaginárias.

Bocejo.

Vou dormir feliz!

Ainda tenho alguns dias…

farolImagem 1- Fortaleza dos Prazeres- http://www.copa2014.pr.gov.br

Imagem 2- Farol das Conchas- http://www.mundi.com.br

 

TRILOGIA ILHA DO MEL- PARTE I- A CHEGADA

Continuando o assunto sobre a Ilha do Mel, vou postar em três etapas: 

1- A CHEGADA

2- O PARAÍSO

3- A PARTIDA

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Entrei no barco já olhando para o céu que, de tanto azul, fiquei com medo que gastasse antes de chegar à Ilha.

– Economiza, por favor, céu! Esse é apenas o meu primeiro dia de férias!

As pessoas se agitavam na subida, um contraste com o barqueiro, barriga de fora, coçando as costas no mastro da embarcação.

Tranquilo como o tempo dele.

Gasto como a vida dos outros.

barcoO apito toca forte e vamos saindo mar afora.

Nos primeiros momentos todos tiram fotos das montanhas ao fundo, da espuma branca que sai das ondas batendo, de gaivotas voando, dos pelicanos nos postes junto ao trapiche para depois irem se acomodando em lugares, atrás de bonés e enormes óculos escuros.

Parecemos todos disfarçados…

Olhamos uns para os outros sem saber quem está no olhando.

Tem mulheres de chapéu cheio de fitas, pulseiras, anéis, correntes e brincos, e eu, despida de tudo isso, rio comigo mesma…

Então pego meu caderno e caneta.

Sinto necessidade de começar a escrever e noto que tem mais uma pessoa a escrever também.

Será jornalista, poeta ou o quê?

Desembarco com minha mochila velha de guerra nas costas e atravesso os poucos metros de um lado a outro da Ilha.

É indescritível a paisagem!

São tantos anos de vindas e a sensação continua a mesma: total perplexidade diante do que a natureza desse local nos proporciona!

Vou caminhando os 4 km que levam até a praia da Fortaleza (que para mim é a mais bonita de toda a Ilha) e deixando para trás o Farol e minhas pegadas pela areia molhada da maré.

O mar se abre à minha direita em tons de verde enquanto a brisa salgada e suave passa pela minha pele.

O ar também é outro!

paisagemEntão vou passando por outras pousadas conhecidas de outra feita.

As corujas continuam sobre a placa da mesma, de muitos anos atrás e que até rendeu um poema num livro meu.

Serão outras?

E, de repente, chego à Pedra da Baleia, pousada com o nome da Ilha à frente.

– Cheguei, gente! O Paraíso é aqui!

(Imagens: 1- mapa da Ilha- ww.guiageo-parana.com; 2- familianatrip.blogspot.com; 3- olhares.uol.com.br)