MINHAS FOTOS EM LIVROS

A realização de um livro abrange inúmeras preparações além do próprio texto.

Tudo é escolhido com cuidado e atenção: as ilustrações, o tipo de letra, o formato do livro, a sinopse, a capa, além é claro, da foto da autora.

Como estou dando algumas dicas de como vai ser o próximo, vou colocar a foto desse que vai ser meu quinto livro, mas antes vou mostrar as outras.

O primeiro foi “Um Pouco de Mim” ( de poesias) e a foto segue abaixo.

(Foto por Ivana Podolan)

Sim, essa sou eu e o ano 2005.

Foi lançado através da lei de incentivo à cultura na cidade de Curitiba onde eu morava na época.

O segundo livro foi “O Nasquimi Dourado e outras histórias” (infanto juvenil).

(Foto por Paulo Emílio Prohmann)

Bem, nessa foto já estou mais parecida comigo mesma e já morando aqui em Campo Mourão.

Esse livro foi lançado em 2018 e veio suprir uma lacuna do material destinado a essa faixa etária.

O terceiro livro foi “Acalanto” (crônicas, haicais e poesias) em 2021 e com uma segunda edição em 2025.

(Foto tirada por Walter Natálio)

Em plena pandemia eu lancei esse livro através de uma live e a foto acima, acabei pegando da cerimônia no dia em que entrei para a Academia Mourãoense de Letras.

O quarto livro foi “Férias no Campo” (infantil) em 2023 através de edital da SECULT.

(Foto por Fabiane Prohmann)

Essa foto acima foi tirada em um evento na Biblioteca Municipal em Campo Mourão.

O dia do lançamento foi muito especial com uma festa para dezena de crianças presentes.

Bem, o quinto livro ainda está no forno, mas a foto já foi tirada.

(Foto por Tuana Messias)

“Hoje tem História” mais um livro infantil a ser lançado em abril ou maio desse ano, através de edital da SECULT.

A Moai Comunicação é que está cuidando de tudo e de todos os detalhes com muito carinho e como contei no último post, a gravação do vídeo-livro já foi feita.

A foto foi feita pela Tuana (com muita paciência), na dependência da Moai onde eu estava fazendo a gravação.

“O SENHOR NÃO VÊ COMO VÊ O HOMEM. POIS O HOMEM VÊ O QUE ESTÁ DIANTE DO OLHOS, PORÉM O SENHOR OLHA PARA O CORAÇÃO.” I Samuel, 16- 7

GRAVAÇÃO DO LIVRO

Hoje, 04 de fevereiro de 2026, fui pela manhã até a sede nova (maravilhosa) da Moai Comunicação e Editora para fazer a gravação do áudio-vídeo do meu novo livro “Hoje tem História”.

Esse ítem faz parte do contrato  ( 2.6 medidas de acessibilidade) do projeto Técnico-Artístico, Programa Fepac 2025.

Nele diz assim: “para maior acesso ao livro dos que possuem qualquer tipo de deficiência, faremos um áudio livro e vídeo das histórias. Eu mesma contarei, como conto a uma plateia de ouvintes, enquanto estará passando as imagens das ilustrações que fazem parte do mesmo. Para isso, entrarei em um ambiente próprio para fazer as gravações. Assim as crianças poderão ouvir, ver as imagens, mesmo sem ter acesso ao livro físico. Será uma ferramenta a mais para os professores se interessarem por esse projeto que vai estar disponível e ao alcance de todas as escolas. Esse vídeo estará disponível no Youtube, no canal Histórias da vovó Sílvia.”

Como falei anteriormente, em 27 de outubro de 2025 “Um Novo livro“, durante a execução do projeto vou dando alguns spoilers.

Obrigada a toda equipe da Moai, super profissional e gentil!

“BEM-AVENTURADO O HOMEM CUJA FORÇA ESTÁ EM TI, EM CUJO CORAÇÃO ESTÃO OS CAMINHOS APLANADOS.”Salmos, 84- 5

POETIZANDO… PATRÍCIA CALEGARI

De onde eu reconhecia esse sobrenome, senão de uma também poeta e mãe dessa autora de hoje: Dolores Calegari (clique em cima para ver).

Pois é… filha de peixe…

Patrícia Calegari é professora, pós graduada em Psicopedagogia e Literatura Infantil.Possui textos publicados em antologias de poesias e contos, tendo sido premiada em dois concursos literários.

Inclusive o segundo lugar no Concurso de Poesia de Campo Mourão em 2023.

Ouça a poesia “Coração de Poeta” no vídeo abaixo.

Essa poesia foi publicada na antologia abaixo.

Patrícia participa do Clube de Autores de São Roque (onde reside) e região e é autora do livro infantil “A menina que amava borboletas”.

EIS QUE OS FILHOS SÃO HERANÇA DO SENHOR, E O FRUTO DO VENTRE, O SEU GALARDÃO.” Salmos 127- 3

10 ANOS EM CAMPO MOURÃO

É tão clichê falar “parece que foi ontem”, ou “como passou rápido”, mas a verdade é que essas frases tão comumente usadas, são verdadeiras.

Pelo menos para mim!

Num dia de sol e muito calor, 23 de janeiro de 2016, o caminhão com minha mudança encostou aqui, nessa mesma casa onde moro há dez anos.

Chegava de Curitiba onde por 40 anos vivi e isso significava uma nova etapa em minha vida.

E a cidade realmente me abraçou!

Encontrei velhos conhecidos, fiz inúmeras amizades, lancei novos livros, reconheci lugares e um sentimento de pertencimento tomou conta de mim.

Já escrevi textos e poesias sobre essa cidade, inclusive até um prêmio ganhei sobre essa minha volta para cá; para quem não sabe, morei aqui entre os anos de 1977 e 1983.

Nunca pensei que voltaria, mas os caminhos de Deus são outros e foi só para o meu bem: agradeço a Ele por mais essa bênção!

E como Campo Mourão está crescendo!

Sinto uma enorme alegria em estar presente nesse seu desenvolvimento!

Tomara poder estar aqui para escrever sobre mais dez anos de moradora da cidade que me acolheu com amor!

“SAI-TE DA TUA TERRA, E DA TUA PARENTELA, E DA CASA DE TEU PAI,PARA A TERRA QUE EU TE MOSTRAREI.” Gênesis, 12- 1

Alguns links de outras publicações que tem tudo a ver com o assunto:

“Traumas de uma mudança”– 09-03-2016

“Gente… como a gente”– 13-02-2016

CRÔNICA: AMIGO

                                                      

Como contei no post passado, o dia do lançamento do novo livro da AME (Associação Mourãoense de Escritores) foi muito festivo e acima temos o brinde que fizemos.

E aí vai mais uma crônica minha.

AMIGO

Um cachorro, raça indefinida, grande, malhado; morador de uma casa a duas quadras da minha. Todos sabem do medo que tenho deles, desde que fui mordida por duas vezes quando criança. Foi quando vim morar aqui, em 2016, que o conheci.

Talvez já tivesse uns dois ou três anos. Super andarilho e nunca sequer me olhou. Como caminho muito pelo bairro a pé, constantemente o encontrava perambulando e, como não sabia o seu nome, batizei-o de Amigo. Se ia até o ponto de ônibus, se andasse até o mercado, se fosse onde fosse; sempre dava de cara com ele.

No final da tarde quando eu voltava de algum lugar, via que ele também já havia chegado em sua casa e, latia, para alguém do lado de dentro abrir o portão para ele. Durante esses nove anos acostumei-me a olhar e ver se ele estava lá dentro no quintal, ou se já havia saído para o seu passeio diário.                        

Ultimamente, não o tenho encontrado mais, e isso me preocupou. Fui até sua casa e lá estava ele, deitado, parecendo tão triste e magrinho. O tempo não perdoa mesmo…

Ainda tenho passado por lá e conferido sua presença: imóvel e sozinho. Sei que logo vou passar por ali e não o verei mais. Ele nunca ficará sabendo que eu existo e que dei a ele um nome tão especial: Amigo!

“NOTA: esses dias passei por lá e vi uma senhora saindo da casa. Perguntei a ela sobre o cachorro que sempre estava ali e ela respondeu: ele morreu!”

Foram lidas algumas crônicas e a mim coube a leitura de Mariângela Pellizzer, Maturidade.

“E BUSCAR-ME-EIS E ME ACHAREIS QUANDO ME BUSCARDES DE TODO O VOSSO CORAÇÃO. E SEREI ACHADO DE VÓS, DIZ O SENHOR.” JEREMIAS, 29- 13 e 14.

CRÔNICA: UM VIZINHO INDESEJADO

A AME (Associação Mourãoense de Escritores) teve como objetivo desse ano de 2025, um livro de crônicas, onde cada escritor poderia contribuir com até quatro crônicas inéditas.

Foi uma vitória para muitos que ainda não tinham despertado para esse gênero literário.

O livro foi lançado em novembro, numa festa com muitos convidados presentes.

Segue abaixo uma de minhas crônicas publicadas no livro.

UM VIZINHO INDESEJADO

 Tenho um vizinho.

Quem não tem? Porém, igual ao meu, eu duvido!

A janela do meu quarto, dá para o muro que separa a casa dele. E ele começa o dia às sete da manhã esquentando o motor do caminhão que fica nos fundos da casa, encostado ao meu muro, o que leva mais ou menos uns quinze minutos.

Até aí, tudo bem, afinal ele está saindo para trabalhar. Viro para o lado e tento dormir mais um pouco. Só que, ao sair, ele prende os cachorros (deve ter uns cinco no mínimo) nesse muro e tem um em especial que late a manhã inteira. Sempre no mesmo tom, sem parar até para respirar! É de enlouquecer. Aí levanto e vou começar o meu dia. Coloco uma música em minha Alexia, para abafar os latidos e sigo em frente.

Quando ele volta em seu caminhão já à tarde, começa a cortar madeira (ele deve ter uma serraria acoplada ao muro), folhas de zinco, (já ouviram o barulho que faz?), bater, serrar e dá-lhe disposição!

Quando termina, pega uma daquelas máquinas Wap, liga e começa a lavar tudo! Bom, aí você acha que terminou e vai dormir, descansar. Que nada! Liga o rádio em uma estação AM, numa altura que tenho que fechar tudo para não ouvir (e nem combina o gosto dele com o meu!).

Então, fico imaginando-o lá, sentado, ouvindo suas músicas e pensando em fazer tudo igual no dia seguinte.

Pois é… e a vida continua.

Ninguém merece!

Nessa foto estão os escritores recebendo seus livros e comemorando muito!

“TENHO-VOS DITO ISSO, PARA QUE EM MIM TENHAIS PAZ; NO MUNDO TEREIS AFLIÇÕES, MAS TENDE BOM ÂNIMO; EU VENCI O MUNDO.” João, 16- 33

PROJETO CELEIRO CULTURAL

Novamente tive o prazer de ser convidada para o encerramento de mais um ano e do já esperado Celeiro Cultural do Colégio Estadual Cívico Militar Dr. Osvaldo Cruz.

Estive presente em outras ocasiões e fiz postagens sobre os eventos, como:

outubro de 2018- CELEIRO CULTURAL

novembro de 2019- MAIS UMA VISITA LEGAL

dezembro de 2023- OUTRA VEZ: CEDOC!

É só clicar em cima do título que você vai ser direcionado para os assuntos mencionados.

Na foto acima, estão: Benedita, eu, a professora Angelita Nascimento, Dalva e a diretora do colégio Rosemere Scheffer.

Abaixo: os escritores presentes, Dalva Helena de Medeiros, Elza Paulino de Moraes, Osvaldo Broza, Benedita Cristófoli e eu, Sívia Fernandes.

Foi uma manhã inspiradora em que alunos da oitava série A da professora Édina Sacramento já tinham lido nossos livros e fizeram perguntas sobre os mesmos.

Cada autor respondia às perguntas e falava sobre sua vida e experiências literária.

Na foto acima, doando um exemplar do meu livro Acalanto para a Biblioteca do Colégio, nas mãos da professora Édina e ao lado com a ganhadora do livro sorteado, Isabela.

Abaixo os alunos que leram meus livros: João Vítor, Gabriel e Cauã.

E uma foto, todos juntos.

Foi muita alegria poder estar com eles, transmitindo experiências e valores!

E ainda ganhamos presentes!!!

Um porta retrato com dizeres escritos pelos alunos e colados um a um, além de uma poesia trabalhada por eles, linda, e um mimo do colégio.

Apenas deixo uma palavra: gratidão!!!

“ELE TE DECLAROU, Ó HOMEM, O QUE É BOM; E QUE É O QUE O SENHOR PEDE DE TI, SENÃO QUE PRATIQUES A JUSTIÇA, E AMES A BENEFICÊNCIA, E ANDES HUMILDEMENTE COM O TEU DEUS…”Miqueias 6- 8

TRÊS LIVROS QUE ESCOLHI

O ano ainda não acabou, mas já posso contar que li 33 livros e sei que até final de dezembro a conta vai aumentar!

Tem meses que li mais, outro menos e somente em julho não li nenhum… claro, viajei e recebi visitas em casa!

De todos, escolhi três: ADEUS CHINA, A CASA DO CÉU E ÁGUA FRESCA PARA FLORES.

Sobre o primeiro: foi em janeiro e quem me emprestou foi minha amiga Giselta. Quando vi o número de páginas e li o título, pensei “vou começar e se não gostar…paro!”

Qual não foi minha surpresa em ler, sem parar, amando toda a história!

“A história acompanha a impressionante trajetória de Li Cunxin — da infância em um vilarejo pobre na China comunista à rígida formação no balé clássico, culminando em sua corajosa luta por liberdade e ascensão como um dos maiores bailarinos do mundo. Em uma de suas apresentações, foi assistido por mais de 500 milhões de pessoas.

Mas o que torna este livro tão especial é a forma como Li compartilha, com sinceridade e profundidade, sua vivência com o choque cultural, os sacrifícios pessoais e a força para superar limites. Adeus, China é muito mais do que uma autobiografia: é uma história de coragem, superação e transformação.”



Esse livro li no mês de março e foi me emprestado pela amiga Hermínia, que é muito mais que eu, uma leitora voraz!

“Quando criança, Amanda escapava de um lar violento folheando as páginas da revista National Geographic e imaginando-se em lugares exóticos. Aos dezenove anos, trabalhando como garçonete, ela começou a economizar o dinheiro das gorjetas para viajar pelo mundo. Em países castigados pela guerra, como o Afeganistão e o Iraque, ela iniciou uma carreira como repórter de televisão. Até que, em agosto de 2008, viajou para a Somália o país mais perigoso do mundo. No quarto dia, ela foi sequestrada por um grupo de homens mascarados em uma estrada de terra. Mantida em cativeiro por 460 dias, Amanda converteu-se ao islamismo como tática de sobrevivência, recebeu lições sobre como ser uma boa esposa e se arriscou em uma fuga audaciosa. Nos momentos de maior desespero, ela visitava uma casa no céu, muito acima da mulher aprisionada com correntes, no escuro e que sofria com as torturas que lhe eram impostas. A Casa do Céu é a história íntima e dramática de uma jovem intrépida e de sua busca por compaixão em meio a uma adversidade inimaginável.”

Gente, esse livro também foi empréstimo da Hermínia, e li no mês de outubro.

Quem diria que uma história de uma heroína moradora de um cemitério, seria tão envolvente?

“Os dias de Violette Toussaint são marcados por confidências. Para aqueles que vão prestar homenagens aos entes queridos, a casa da zeladora do cemitério funciona também como um abrigo diante da perda, um lugar em que memórias, risadas e lágrimas se misturam a xícaras de café ou taças de vinho. Com a pequena equipe de coveiros e o padre da região, Violette forma uma família peculiar. Mas como ela chegou a esse mundo onde o trágico e o excêntrico se combinam?

Com quase cinquenta anos, a zeladora coleciona fantasmas ― uma infância conturbada, um marido desaparecido e feridas ainda mais profundas ―, mas encontra conforto entre os rituais e as flores de seu cemitério. Sua rotina é interrompida, no entanto, pela chegada de Julien Seul, um homem que insiste em deixar as cinzas da mãe no túmulo de um completo desconhecido. Logo fica claro que essa atitude estranha está ligada ao passado difícil de Violette, e esse encontro promete desenterrar sentimentos há muito esquecidos.

À medida que os laços entre os vivos e os mortos são expostos, acompanhamos a história dessa mulher que acredita de forma obstinada na felicidade, mesmo após tantas provações.”

Bem, aí estão os três escolhidos!

Espero que possam ler e, assim como eu, desfrutar de uma literatura admirável!

“PORQUE TODOS OS POVOS ANDARÃO, CADA UM EM NOME DO SEU DEUS; MAS NÓS ANDAREMOS NO NOME DO SENHOR, NOSSO DEUS, ETERNAMENTE E PARA SEMPRE.” Miquéias, 4- 5

TARDE DE AUTÓGRAFOS: ACALANTO

Ainda sobre a quarta Festa Literária de Campo Mourão, no stand da livraria Amo Livros de meus amigos Ana e Pedro, tive o prazer de uma manhã e tarde de autógrafos do meu livro Acalanto.

Esse livro foi lançado em plena pandemia através de uma live e eu sentia falta de um contato mais perto com meus leitores.

E foi assim que recebi amigos nesse dia.

Na foto acima, estou com uma amiga de longa data, Claudete, que apesar de já ter o livro, foi buscar outro para presentear outra amiga que não pode estar presente.

Nessa foto, duas confreiras, Haline e Edcleia, que sempre estão trabalhando pela cultura à frente da AML.

Um momento de parar para conversar, nem que seja só um pouquinho… com minha amiga Conceição.

Com amigas Cleire e Giselta, que em meio a correria do dia, acharam um tempinho para me prestigiar.

Amigas da “Cantoria do SESC”, Alice, Terezinha e Marta, que mesmo com a chuva que caía, foram me dar um abraço!

E na quinta feira, no horário da nossa cantoria, pude levar àquelas que não puderam estar presentes no dia, Janina, Umbelina e Maria, meu livro devidamente autografado.

E assim, só tenho a agradecer a todas que foram me prestigiar e dizer que sou feliz por ter amigas como vocês.

Obrigada!!!

“PORQUE, SE UM CAIR, O OUTRO LEVANTA O SEU COMPANHEIRO; MAS AI DO QUE ESTIVER SÓ; POIS CAINDO, NÃO HAVERÁ OUTRO QUE O LEVANTE. Eclesiaste, 4- 10

4ª FESTA LITERÁRIA DE CAMPO MOURÃO

Mais uma vez pude participar dessa Festa Literária de Campo Mourão!

Uma combinação de feira de livros, palestras, mini cursos, oficinas, contação de histórias, bate papos literários, apresentações musicais, concurso de cosplay e lançamentos de livros.

Essa festa é promovida pela Biblioteca Municipal que é ligada a Secretaria de Cultura (Secult).

Esse ano ficou em um lugar estratégico: em frente à porta principal da Biblioteca Municipal.

Como em julho de 2021, em plena pandemia foi que lancei através de uma live o meu terceiro livro “Acalanto”, fiz uma nova edição e uma manhã e tarde de autógrafos no stand da livraria Amo Livros.

Muitas crianças que vieram de escolas públicas com suas professoras, passeavam pelos corredores das livrarias com olhinhos encantados pelos livros expostos.

Esse meu livro em questão não é dirigido às crianças, mas recebi muitas amigas que vieram me prestigiar, mas esse será assunto para o próximo blog.

Em reuniões anteriores, ofereci meu livro às biblioteca da AML, na pessoa de seu presidente Fábio Sexugi e da AME, com a presidente Zilma Assad.

Foram momentos deliciosos em que divulguei o livro e participei da alegria das crianças presentes, sem contar com a ajuda inestimável das queridas Thais e Tuana da Moai Comunicação.

Além disso, fiquei feliz com a presença de meus netos Cesinha e Daniel que também amam livros!

E para finalizar, um lindo painel da Festa.

“SABEI, POIS, QUE O SENHOR SEPAROU PARA SI AQUELE QUE LHE É QUERIDO; O SENHOR OUVIRÁ QUANDO EU CLAMAR A ELE.” Salmos, 4- 3