POETIZANDO… DIRCE SALVADORI

Dirce Bortotti Salvadori é nossa convidada de hoje.

Paranaense de Santo Antonio da Platina é formada em Pedagogia, pós graduada em Filosofia, mestra em Letras e doutorado em Antiguidad y Humanismo.

Publicou as seguintes obras: “O Profetismo no Sincretismo Religioso e Político brasileiro”; “Quando os fios de cabelo se transformavam em cobras” que são os principais; e contribuiu com artigos científicos e em revistas.

Conta que tem muitas poesias, mas falta tempo para organizá-las em livro…

Abaixo, uma delas: “Metamorfose”.

É membro da AML (Academia Mourãoense de Letras) desde 2013 e da Academia de Filosofia de Campo Mourão, além de pertencer a AME (Associação Mourãoense de Escritores).

O livro “Quando os fios de cabelo se transformavam em cobras” são narrativas de um tempo vivido por ela e que mexe com nossas lembranças também.

“A TEU SERVO, POIS, DÁ UM CORAÇÃO ENTENDIDO PARA JULGAR A TEU POVO, PARA QUE PRUDENTEMENTE DISCIRNA ENTRE O BEM E O MAL.” I Reis, 3- 9

POETIZANDO… CIDA FREITAS

Paranaense de Santa Mariana, Cida Freitas é formada em Letras e especialista em Língua Portuguesa e em Gestão e Supervisão Escolar.

Aos 14 anos venceu um concurso estadual de redação e não parou mais.

Foi colunista de vários jornais e é autora de diversos projetos nas áreas de educação, cultura e turismo.

Abaixo, seu poema, “Estrelas e Mistérios”.

Segue fotos de alguns livros seus já publicados.

Integra o Centro de Letras do Paraná e em 2019, recebeu o título de Cidadã Honorária de Campo Mourão.

“EU TE LOUVAREI, PORQUE DE UM MODO TERRÍVEL E TÃO MARAVILHOSO FUI FORMADO; MARAVILHOSAS SÃO AS TUAS OBRAS, E A MINHA ALMA O SABE MUITO BEM.” Salmos, 139- 14

POETIZANDO… JOÃO LARA

João Maria de Lara, é nascido aqui em Campo Mourão.

Bacharel em Ciências Econômicas, Tecnólogo em Negócios Imobiliários e licenciado em Letras.

Participou de cursos de Psicologia e Antropologia Gnóstica em Mont Serrat, Espanha e deu aulas sobre esse assunto em Campo Mourão e Cianorte.

Acima, sua poesia: “Céu Estrelado”.

É autor dos livros “Campo Mourão 100 anos do desbravamento” e “Poesias e Reflexões”.

Foi presidente da AME (Associação Mourãoense de Escritores) e desde 2008, faz parte da AML (Academia Mourãoense de Letras), cadeira 22.

“E LOGO JESUS, ESTENDENDO A MÃO, SEGUROU-O E LHE DISSE: HOMEM DE PEQUENA FÉ, POR QUE DUVIDASTE…” Mateus, 14-31

POETIZANDO… MANUEL BANDEIRA

Manuel Bandeira foi um escritor brasileiro, além de professor, crítico de arte e historiador literário. Fez parte da primeira geração modernista no Brasil.

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho nasceu no dia 19 de abril de 1886, no Recife, Pernambuco.

Aos dez anos de idade mudou-se para o Rio de Janeiro, onde estudou no Colégio Pedro II entre os anos de 1897 a 1902. Mais tarde, formou-se em Letras.

Com uma obra recheada de lirismo poético, Bandeira foi adepto do verso livre, da língua coloquial, da irreverência e da liberdade criadora. Os principais temas explorados pelo escritor são o cotidiano e a melancolia.

Na Academia Brasileira de Letras (ABL), Manuel Bandeira foi o terceiro ocupante da Cadeira 24, eleito em 29 de agosto de 1940.

Em 1903, começa a estudar Engenharia na Faculdade Politécnica em São Paulo. No entanto, abandona o curso, pois sua saúde fica frágil.

Diante disso, procura curar-se da tuberculose em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Suíça, onde permanece durante um ano, e, de volta ao Brasil, em 1914, dedica-se a sua verdadeira paixão: a literatura. Durante anos de trabalhos publicados em periódicos, publica seu primeiro livro de poesias intitulado “Cinza das Horas” (1917).

Seus poemas mais famosos são Os sapos e Vou-me embora pra Pasárgada.

Faleceu no Rio de Janeiro, aos 82 anos, em 13 de outubro de 1968, vítima de hemorragia gástrica.

“OUVE A VOZ DAS MINHAS SÚPLICAS, QUANDO A TI CLAMAR…” Salmos, 28- 2

A MAGIA DE ESCREVER

A MAGIA DE ESCREVER

Sou mágica, acreditem!

Transformo pensamentos em letras,

que se transformam em palavras,

para tudo virar poesia,

contos, histórias,

na mais perfeita harmonia.

—–

Gosto de escrever.

Sinto-me plena quando

minhas mãos parecem ter vontade própria

e tecem poemas que voam

para outros mundos

—–

levando toda minha história.

—–

Gosto do cheiro do livro.

Do novo, do velho.

De sentir em meus dedos

o toque das páginas passando

uma a uma,

como melodia tocando.

Só quem escreve

sabe o poder que recebeu.

Transformar mentes,

instigar o leitor

a imaginar, exercitar, criar!

É sou mesmo mágica!

Imagens: 1) Freepik; 2) Espaço Cognita

“DESPERTA, GLÓRIA MINHA! DESPERTA, ALAÚDE E HARPA! EU MESMO DESPERTAREI AO ROMPER DA ALVA.” Salmos, 57- 8