INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (IA)

A Inteligência Artificial (IA) é a capacidade de programas e dispositivos de realizar tarefas utilizando algoritmos que simulam o raciocínio humano com base em padrões aprendidos.

Fiquei super espantada ao ver, em questão de segundos, aparecer uma foto baseada em meus traços. Isso fiz em uma rede social, onde dezenas de amigas minhas, também acessavam esse método para deixar você linda! E a curiosidade não tem limites, então cada vez que você clicava o comando, aparecia uma nova Sílvia, tão bela quanto você gostaria que fosse.

A IA busca fazer com que as máquinas executem tarefas complexas, simulando a inteligência humana e tomando decisões de forma autônoma. Para que isso seja possível, em muitos casos, há uma combinação de várias tecnologias, como machine learning, reconhecimento de voz e deep learning.

Um dos principais pontos negativos é o receio de que a automação por meio da IA possa levar à substituição de empregos humanos. À medida que a a IA se torna mais sofisticada, pode haver a diminuição da demanda por certos tipos de trabalho, o que pode gerar desemprego e desigualdade econômica.

São exemplos de aplicações da IA, em diferentes setores:

INDÚSTRIA: automação e máquinas inteligentes para fabricação e inspeção.

VAREJO ONLINE: algoritmos que reconhecem padrões de compra e personalizam ofertas.

JORNALISMO: programas que geram notícias de forma autônoma.

SETOR BANCÁRIO: uso de algoritmos para análise de mercado e atendimento ao cliente.

SAÚDE: uso de IA no combate a pandemias e diagnóstico.

EDUCAÇÃO: plataformas de IA que auxiliam no aprendizado e correção de redações.

REDES SOCIAIS E APPS: reconhecimento de imagens, tradução simultânea e moderação de conteúdo.

Pois é… a brincadeira rendeu e acabamos nos “rendendo” à essa forma de nos tornar mais bonitas, mesmo sabendo que não passa de um truque da IA!

“E DISSE-LHES: NÃO VOS PERTENCE SABER OS TEMPOS OU AS ESTAÇÕES QUE O PAI ESTABELECEU PELO SEU PRÓPRIO PODER.” Atos, 1- 7

CRIANÇAS BRINCANDO

Adoro ver crianças brincando sozinhas!

Fico ali perto com cara de paisagem, como quem não quer nada, às vezes fingindo ler, procurando demonstrar que não estou nem aí para o que estão fazendo.

Puro engano!

Estou super ligada, aprendendo com eles como entrar no mundo do faz de conta!

(O menorzinho, meu neto Daniel)

E é tanta magia: amigos imaginários, avião feito de uma caixa, foguetes que sobem através de uma pequena mão para cima, heróis que andam e conversam entre si, carros que passam por pontes invisíveis aos meus olhos de adulto, bonecas que conversam e tomam conta de seus filhinhos menores… tanta beleza junta!

E quando os mais velhos querem brincar de restaurante?

Aí eu entro na história!

Como somos em três, um fica como dono e os outros dois são os clientes.

E tem toda a encenação: primeiro eu, que estou com meu “filho”, toco a campainha (imaginária também) e ela atende:

-Boa tarde! Sejam bem vindos! (Ela é muito educada!) Mesa para quantas pessoas?

E eu respondo:

-Para duas! Obrigada (também sou educada!).

Aí ela mostra o cardápio (escrito por ela mesma com preço e tudo) e nós escolhemos.

Depois de anotar os pedidos, ela diz:

-Um momento que já vou trazer.

E nós esperamos ansiosos por nossa “comida” até que ela vem com uma bandeja com pratinhos, copos, xícaras e talheres (de brinquedinho) e nós experimentamos, fingimos comer e comentamos como tudo está gostoso.

Pedimos a conta e ela vem com uma caixinha e pergunta:

– Débito ou crédito?

Me seguro para não dar uma gargalhada!

-Coloque sua senha, por favor.

E eu segurando o riso, digito a senha na caixinha.

Nos despedimos e agora é a vez do outro ser o dono do restaurante.

Fazemos tudo de novo!

E querem repetir muitas vezes mais, parecem não enjoar!

(Formatura do Pré, meu neto Heitor)

À noite é hora de histórias e lá vou eu novamente.

Minha empolgação é tanta de “contadora de histórias” que isso me faz lembrar de outra passagem engraçada.

(Mudança de faixa no karatê, meu neto Cesinha)

Meu neto gostava muito da história dos Três Porquinhos e na hora em que eu contava da chegada do Lobo Mau, fazia uma voz grossa e cavernosa.

Na outra noite perguntei:

-Qual história você quer ouvir hoje?

E ele:

-Os Três Porquinhos, mas vovó não faz a voz do Lobo Mau, tá bom?

Quem não se encanta com isso?

Li, recentemente, um pensamento do meu amigo escritor Oswaldoir que diz:

“A criança rabiscou o céu num pedacinho de papel e agora brinca de ser anjo, como se já não o fosse”.

Lindo, não?

(Formatura da 4ª série, minha neta Isadora)

É muito amor envolvido!

E sim, eles acreditam em Coelho da Páscoa e Papai Noel!

E sim, quero crer que eles continuem a existir na imaginação tão pura e inocente das crianças.

E sim, ainda vou observar muito esses quatro anjos, meus netos amados, brincando, enquanto finjo ler um livro…

“…QUE DEUS É TÃO GRANDE COMO O NOSSO DEUS? TU ÉS O DEUS QUE FAZES MARAVILHAS…” Salmos, 77- 13 e 14