Gilmar Aparecido Cardoso, paranaense, membro da nossa AML (Academia Mourãoense de Letras) desde 2002 é o confrade convidado de hoje.
Foi o primeiro prefeito de Farol, formado em Direito e Procurador; diretor do Instituto das Águas do Paraná e assessor jurídico na Assembléia Legislativa do Estado.
Abaixo uma de suas inúmeras poesias “Falando com Deus”.
É autor dos livros: “Confissões de Ninguém”, “Tempos & Contratempos”, “Panaceia”, “Poetar é Preciso”, “Ensaio Geral” e “Poesia Nossa de Cada Dia” em parceria com o acadêmico José Eugênio Maciel.
Como ele diz, “a gratidão é a memória do coração”.
E eu assino embaixo!
“PORQUE A SUA IRA DURA SÓ UM MOMENTO; NO SEU FAVOR ESTÁ A VIDA; O CHORO PODE DURAR UMA NOITE, MAS A ALEGRIA VEM PELA MANHÃ.” Salmos, 30- 5
Dirce Bortotti Salvadori é nossa convidada de hoje.
Paranaense de Santo Antonio da Platina é formada em Pedagogia, pós graduada em Filosofia, mestra em Letras e doutorado em Antiguidad y Humanismo.
Publicou as seguintes obras: “O Profetismo no Sincretismo Religioso e Político brasileiro”; “Quando os fios de cabelo se transformavam em cobras” que são os principais; e contribuiu com artigos científicos e em revistas.
Conta que tem muitas poesias, mas falta tempo para organizá-las em livro…
Abaixo, uma delas: “Metamorfose”.
É membro da AML (Academia Mourãoense de Letras) desde 2013 e da Academia de Filosofia de Campo Mourão, além de pertencer a AME (Associação Mourãoense de Escritores).
O livro “Quando os fios de cabelo se transformavam em cobras” são narrativas de um tempo vivido por ela e que mexe com nossas lembranças também.
“A TEU SERVO, POIS, DÁ UM CORAÇÃO ENTENDIDO PARA JULGAR A TEU POVO, PARA QUE PRUDENTEMENTE DISCIRNA ENTRE O BEM E O MAL.” I Reis, 3- 9
Fábio Alexandro Sexugi, nascido em Campo Mourão é formado em Letras e mestre em Sociedade e Desenvolvimento.
Poeta, acumula muitas premiações no Brasil, Uruguai, Portugal e Itália e participa de dezenas de livros didáticos.
Recebeu prêmios: Prêmio PrimaverArt, Lecce e o prêmio do Castello di Fondi no Lácio.
O vídeo abaixo é de uma de suas poesias: “Da Sacada”.
Um poema que foi aplaudido e que recebeu inúmeras manifestações, foi “Xícara”, um poema concreto em forma de xícara, cujo assunto dele é, um bom café na xícara.
Tive a honra de meu livro “Acalanto” ser prefaciado por ele, onde enalteceu minha obra.
Fábio foi presidente da AML (Academia Mourãoense de Letras) em 2018 e é nosso atual presidente.
“ASSIM COMO TU NÃO SABES QUAL O CAMINHO DO VENTO, NEM COMO SE FORMAM OS OSSOS NO VENTRE DA QUE ESTÁ GRÁVIDA, ASSIM TAMBÉM NÃO SABES AS OBRAS DE DEUS, QUE FAZ TODAS AS COISAS.” Eclesiastes, 11- 5
Silvania Maria Costa, é graduada em Pedagogia e pós graduada em Gestão, Supervisão e Orientação Educacional.
Tem poesias publicadas nas coletâneas da AME (III, IV, V, VI e VII) e publicou os livros de poemas: “No mesmo copo”, “Poesia em voos rasantes”, “As flores que colhi em mim”, e “Enquanto o tempo passava”.
Os livros de literatura infantil: “A incrível aventura de ser” e “A incrível aventura de viver”.
O poema abaixo ainda é inédito e se chama “HERANÇA”.
Silvania, além de sua enorme produção literária, é autora da letra e música do Hino da Academia Mourãense de Letras, da qual faz parte na cadeira de número 30.
Acima, alguns livros já lançados.
Atua como professora da rede municipal de ensino e pedagoga na rede estadual.
“O MEU DEUS, SEGUNDO AS SUAS RIQUEZAS, SUPRIRÁ TODAS AS VOSSAS NECESSIDADES EM GLÓRIA, POR CRISTO JESUS.” Filipenses, 4- 19
Max Moreno é um escritor paranaense, que reside em Campo Mourão, tendo estreado na literatura em 2014.
Escreve poemas, contos e romances, como “As paredes eram brancas”, “A outra sombra”, e o conto “Vinte pratas”em uma coletânea Big Buka; e com o poema “Rastejando” na IV Antologia Além da Terra, Além do Céu, além do poema “Contrário” na coletânea Liberdade.
Esse poema em vídeo: “NASCEU” está na edição “Ecos de um ano”, Antologia Literária de Autores Mourãoenses,da qual Max faz parte.
Seu livro “Dias de Lua”, foi lançado em 2024 em nossa Biblioteca Municipal.
Max Moreno foi eleito membro da Academia Mourãoense de Letras (AML) em 2023.
“ASSIM QUE, SE ALGUÉM ESTÁ EM CRISTO, NOVA CRIATURA É: AS COISAS VELHAS JÁ PASSARAM; EIS QUE TUDO SE FEZ NOVO.” II Coríntios, 5- 17
Ariano Suassuna é um dramaturgo brasileiro nascido em 16 de junho de 1927, em João Pessoa, no estado da Paraíba. Mais tarde, ele se formou em Direito e em Filosofia, foi professor da Universidade Federal de Pernambuco, além de exercer o cargo de secretário de Cultura do estado do mesmo estado.
Seu pai era então o presidente (seria hoje chamado de governador) do estado da Paraíba e Ariano nasceu nas dependências do Palácio da Redenção, sede do Executivo paraibano. No ano seguinte, o pai deixa o governo e a família passou a morar no sertão, na Fazenda Acauã, em Sousa.
Durante o movimento armado que culminou com a Revolução de 1930, quando Ariano tinha três anos, seu pai João Suassuna foi assassinado por motivos políticos na cidade do Rio de Janeiro e a família mudou-se para Taperoá, onde morou de 1933 a 1937.
O próprio Ariano Suassuna reconhecia que o assassinato de seu pai ocupava posição marcante em sua inquietação criadora.
Ariano foi casado com Zélia de Andrade Lima, com quem teve seis filhos.
Estreou seus dons literários precocemente no dia 7 de outubro de 1945, quando o seu poema “Noturno” foi publicado em destaque no “Jornal do Commercio” do Recife.
As obras de Suassuna já foram traduzidas para o inglês, francês, espanhol, alemão, holandês, italiano e polonês.
De 1990 até o ano de sua morte, ocupou a cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras, cujo patrono é Manuel José de Araújo Porto Alegre, o barão de Santo Ângelo. Foi sucedido por Zuenir Ventura.
Ariano morreu no dia 23 de julho de 2014 no Real Hospital Português, no Recife, vítima de uma parada cardíaca.
A sua produção literária, que engloba poesia, teatro e romances, bem como sua atividade na área da cultura em geral, estão fundamentalmente ligadas aos cenários nordestinos e à cultura popular da região, e foi um grande divulgador dessa cultura para o restante do Brasil, chamando a atenção para a literatura de cordel, os trovadores e repentistas, as artes visuais, o artesanato e a música.
Suas obras tem elementos da cultura erudita e da cultura popular, colocando essas dois modos de cultura não como antagônicos, mas complementares. Entre suas obras mais conhecidas estão Uma Mulher Vestida de Sol (teatro, 1947), Auto da Compadecida (teatro, 1955), O Casamento Suspeitoso (teatro, 1957), A Pena e a Lei (teatro, 1959), premiada no Festival Latino-Americano de Teatro em 1969, e A Pedra do Reino (romance, 1971).
“PORQUE ESTÁ ESCRITO: PELA MINHA VIDA, DIZ O SENHOR, TODO JOELHO SE DOBRARÁ DIANTE DE MIM, E TODA LÍNGUA CONFESSARÁ A DEUS.” Romanos, 14- 11
A Academia Mourãoense de Letras (AML) foi convidada a conhecer o recém inaugurado Memorial Coamo, através de nosso confrade e jornalista Ilivaldo Duarte que desenvolve um papel importante diante dessa Cooperativa há 40 anos.
“O Memorial Coamo é um espaço concebido para apresentar a história e as conquistas coletivas da Coamo e de seus cooperados. Aqui, mergulhamos nas narrativas que, guiadas pelos valores cooperativistas, moldaram pessoas, comunidades e as regiões onde a Coamo deixou sua marca.”
Aqui, logo na entrada do prédio, onde esperamos para nos reunir e começar o passeio.
Na entrada da visitação propriamente dita, através de recursos de alta tecnologia, quem nos dá as boas vindas, é nada mais, nada menos que o presidente da empresa, Aroldo Gallassini.
O memorial está organizado em três eixos principais:
PASSADO- trajetória histórica
PRESENTE- a Coamo hoje
FUTURO- a Coamo amanhã.
Nesse jipe (representando fielmente àquele que foi o primeiro a rodar pelas estradas poeirentas) pegamos uma carona enquanto Gallassini nos contava sobre sua história de vida e como ele idealizou a cooperativa.
E conhecemos toda a trajetória , desde os primórdios, a sala dos fundadores, os pioneiros, ouvimos depoimentos de cooperados e sempre atentos a tudo que víamos e ouvíamos; realmente uma imersão na história!
Sobre a atualidade, vimos os processos de produção, industrialização e logística além da Copa Coamo, que é sem dúvida, uma atração em todo o nosso estado.
Abaixo os TRÊS PILARES.
A harmonia entre cooperados, diretoria e funcionários que formam esses três pilares que sustentam a cooperativa.
Através desse corredor, a magia começa a acontecer!
É o futuro, um desafio promissor, onde nossas ações se refletem na construção de um futuro mais colaborativo e sustentável.
Estávamos quase encerrando, quando em uma sala fechada, luzes apagadas e um toque, presenciamos nas paredes, teto, sob nossos pés, toda a beleza do campo, sementes germinando, crescendo, dando frutos, em uma tecnologia tamanha que pensávamos ser impossível de ver!
Maravilhoso!!!
Saímos para uma foto na capa da Revista Coamo, um registro para a posteridade.
(Cristina, Sinclair, Hermínia e eu)
A visita levou quase uma hora e meia e, quando saímos, a noite começava a cair e fizemos uma última foto nas escadarias.
“O MEMORIAL COAMO É MAIS QUE UM ESPAÇO FÍSICO; É UMA CELEBRAÇÃO DA RESILIÊNCIA, DO TRABALHO COLETIVO E DO POTENCIAL TRANSFORMADOR QUE RESIDE EM CADA UM DE NÓS.”
Observação: se quiserem conferir a visita que fiz “Um Luxo de Memorial”, em Luanda, Angola, é só clicar. Vale a pena conhecer também!
“…O QUAL É A IMAGEM DO DEUS INVISÍVEL, O PRIMOGÊNITO DE TODA A CRIAÇÃO; PORQUE NELE FORAM CRIADAS TODAS AS COISAS QUE HÁ NOS CÉUS E NA TERRA…” Colossenses, 1- 15 e 16
Não me lembro de alguns desfiles que participei quando criança.
Como minha família mudava sempre e por diversas cidades, era normal que nem me enturmasse para qualquer evento.
Mas sempre tive esse sentimento de civilidade e de amor pelo meu país.
Quando morei em Campo Mourão (pela primeira vez de 1977 a 1983), minhas filhas cursando escolas daqui, assisti várias vezes suas participações em desfiles pátrios ou aniversário da cidade.
Viviane, minha primeira filha, foi baliza na escola onde estudava e Fabiane, a segunda, desfilou sobre um carro alegórico com outras meninas.
E eu, com o menor Paulo Emílio no colo, assistia a tudo da calçada e me sentido super orgulhosa.
O tempo passou e depois de tantos anos, fui eu a desfilar sob olhares atentos dos meus netos Cesar e Daniel, filhos do meu filho caçula.
A Academia Mourãoense de Letras da qual faço parte, foi convidada a participar e claro que eu me propus a aceitar o convite.
(Nessa foto da esquerda para direita: Ester, Edicleia, eu, Silvania, Fábio (nosso presidente), Giselta, Dirce e Marlene).
Gosto das pontualidades (sou bem mineira) e marcado para as oito e trinta, o desfile começou.
Aquele burburinho de crianças em fila se ajeitando, os tambores entrando no ritmo, as pessoas começando a encher as calçadas, tudo isso fazia com que eu me sentisse parte dessa história.
Fiquei feliz em participar, ter saúde para tanto e poder transmitir às pessoas esse sentimento de amor a Pátria.
Depois, fomos todos tirar fotos e tomar um bom café da manhã.
Foi um lindo dia!
“PORQUE ESTE MUNDO NÃO É NOSSA PÁTRIA; NÓS ESTAMOS AGUARDANDO A NOSSA PÁTRIA ETERNA NO CÉU.” Hebreus, 13- 14
Eu amo os encontros que o Natal proporciona e, com nossa Academia Mourãoense de Letras, não poderia serdiferente.
Foram momentos de muita alegria, descontração, abraços e muitas risadas gostosas!
E aqui estamos nós, os imortais que puderam estar presentes.
Bem, como boa mineira, fui uma das primeiras a chegar.
E lá estava eu quando entra minha amiga Marlene com um vestido igual ao meu!
Olhamos uma para a outra e repetimos juntas: temos muito bom gosto, não?
Bem, para começar o evento, nossa presidente Dalva, saudou a todos agradecendo pelo ano e parceria que teve desejando também para o próximo ano grandes realizações!
Em seguida li uma poesia do querido Mário Quintana que transcrevo no final do texto.
E claro que fizemos um brinde e os escolhidos para abrirem o espumante, foram nossos confrades Fábio, Gilson e Leandro.
O jantar estava maravilhoso, no restaurante A Varanda, chefiado pela queridíssima Ruth Deitos, e então começam as selfies e fotos!
Aproveitei para ter comigo a foto com nossa presidente Dalva (2021 e 2022) e o próximo, Jair (2023 e 2024).
Foram tantas fotos que foi difícil selecionar algumas…
E, para finalizar, segue abaixo o poema que li.
O TEMPO
Mário Quintana
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta- feira!
Quando se vê, já é Natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá, será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
“O MEU MANDAMENTO É ESTE: QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS, ASSIM COMO EU VOS AMEI.” João 15- 12