Sílvia Fernandes é escritora e poeta. Recebeu diversos prêmios por suas poesias e contos infantis, destaque para o primeiro lugar no Concurso de Poesias Campo Mourão de 2017 e terceira colocação nacional no Prêmio Sesc de Contos Infantis de 2014 em Brasília. Além de contribuir em Antologias, revistas e materiais didáticos, publicou o livro de poesias “Um Pouco de Mim”, o infanto-juvenil “O Nasquimi Dourado”, “Acalanto”, com crônicas, haicais e poesias e o infantil “Férias no Campo”. Possui um blog “prosapoemapastel.com” onde escreve sobre cultura e culinária. É mãe de três filhos e avó de quatro netos. Foi eleita imortal da Academia Mourãoense de Letras em outubro de 2018.
Maria Umbelina Ferreira Geraldo é da cidade de Mandaguari, no Paraná.
Fez magistério, foi professora e cursou Geografia na UEL.
Além disso fez teatro, apresentou peças e ganhou concursos, mas o que gosta mesmo é de viajar tendo explorado diversos cantos do Brasil, da América do Sul e Europa.
E é nessas viagens que busca sua inspiração, como essa do vídeo abaixo: O SERTÃO NORDESTINO.
Seu livro “Viagens & Poesias”foi lançado em 2023 e ela é ativa na nossa AME (Associação Mourãoense de Escritores).
“O QUE É JÁ FOI; E O QUE HÁ DE SER TAMBÉM JÁ FOI; E DEUS PEDE CONTA DO QUE PASSOU.” Eclesiastes, 3- 15
Max Moreno é um escritor paranaense, que reside em Campo Mourão, tendo estreado na literatura em 2014.
Escreve poemas, contos e romances, como “As paredes eram brancas”, “A outra sombra”, e o conto “Vinte pratas”em uma coletânea Big Buka; e com o poema “Rastejando” na IV Antologia Além da Terra, Além do Céu, além do poema “Contrário” na coletânea Liberdade.
Esse poema em vídeo: “NASCEU” está na edição “Ecos de um ano”, Antologia Literária de Autores Mourãoenses,da qual Max faz parte.
Seu livro “Dias de Lua”, foi lançado em 2024 em nossa Biblioteca Municipal.
Max Moreno foi eleito membro da Academia Mourãoense de Letras (AML) em 2023.
“ASSIM QUE, SE ALGUÉM ESTÁ EM CRISTO, NOVA CRIATURA É: AS COISAS VELHAS JÁ PASSARAM; EIS QUE TUDO SE FEZ NOVO.” II Coríntios, 5- 17
Cleire Matilde Toledo Arcain, dedica-se à educação há 50 anos.
Formou-se em Pedagogia e Administração e promove palestras motivacionais.
Participa como membro diretora da Câmara da Mulher Empreendedora e da Associação Mourãoense de Escritores e, como autora, seu legado se estende por meio de artigos e produções.
Ouçam sua recente poesia “Detalhes da Vida”.
Em 2024, Cleire lançou seu livro “O DESPERTAR DA VIDA” com mensagens de amor, esperança e resiliência.
“PORTANTO, QUALQUER QUE ME CONFESSAR DIANTE DOS HOMENS, EU O CONFESSAREI DIANTE DE MEU PAI, QUE ESTÁ NOS CÉUS.” Mateus, 10- 32
Ana Aparecida Ceola Ribeiro, nasceu em Assis, SP, mas vive em Campo Mourão desde 1988.
Lecionou por oito anos na educação infantil e é associada da Ame desde 2005.
Participou das antologias da AME (Associação dos Escritores Mourãoenses) a partir da quarta edição até as atuais com textos poéticose foi vencedora em dois concursos literários em 2007 organizado pela Biblioteca Pública Municipal Egídyo Martello.
Segue abaixo o seu poema “VISÃO”.
Ele está no livro “ECOS DE UM ANO”, uma Antologia Literária de Autores Mourãoenses, de 2024.
“TU CONSERVARÁS EM PAZ AQUELE CUJA MENTE ESTÁ FIRME EM TI; PORQUE ELE CONFIA EM TI.” Isaías, 26- 3
Graduada em Letras, faz parte do Centro de Letras do Paraná onde marcou presença em duas coleções literárias de autores paranaenses.
É associada à AME (associação Mourãoense de Escritores) desde 2023 e recentemente foi eleita para a cadeira de número 32 da AML (Academia Mourãoense de Letras).
A poesia acima tem o nome de “CANÇÃO” e está em seu livro “Letras que se enlaçam” de 2024.
“PORQUE A TERRA SE ENCHERÁ DO CONHECIMENTO DO SENHOR, COMO AS ÁGUAS COBREM O MAR.” Isaías, 11- 9
Tenho postado aqui e no youtube, alguns vídeos meus lendo poemas de vários autores brasileiros, todos devidamente conhecidos pela maioria.
O tempo máximo para o vídeo ser completo é de 1 minuto, por isso se torna difícil escolher determinado poema.
Resolvi, a partir dos próximos post, colocar vídeos com poemas de autores daqui da nossa cidade e que fazem parte da AME (Associação dos Escritores Mourãoenses) e da AML (Academia Mourãoense de Letras).
São amigos que já lançaram seus livros e que vou ter muito orgulho em compartilhar aqui o trabalho deles.
Abaixo os vídeos já colocados e seus respectivos links no youtube.
Cora Coralina, pseudônimo de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, nasceu na cidade de Goiás em 20 de agosto de 1889 e foi considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras, ela que teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965 (Poemas dos Becos de Goiás e estórias Mais) quando já tinha quase 76 anos de idade.
Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás.
Carlos Drummond de Andrade lhe escreveu a seguinte carta, após ler Vintém de Cobre.
“Minha querida amiga Cora Coralina: Seu Vintém de Cobre é, para mim, moeda de ouro, e de um ouro que não sofre as oscilações do mercado. É poesia das mais diretas e comunicativas que já tenho lido e amado. Que riqueza de experiência humana, que sensibilidade especial e que lirismo identificado com as fontes da vida! Aninha hoje não nos pertence. É patrimônio de nós todos, que nascemos no Brasil e amamos a poesia ( …)”.
“Aninha e suas pedras” é um dos poemas mais emblemáticos de Cora Coralina. Nesse poema, a autora narra a história de uma menina que, ao invés de brinquedos convencionais, coleciona pedras. Ela valoriza cada uma delas e encontra beleza nas diferentes cores, formas e texturas.
A poetisa, que escreveu sobre o seu tempo e sobre o futuro destacando a realidade das mulheres dos anos de 1900, é o principal nome da cidade de Goiás. Em 2002, a cidade de Goiás, com sua paisagem urbana predominantemente marcada pela arquitetura dos séculos 18 e 19, recebeu o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, dado pela Unesco. A casa onde morou a poetisa Cora Coralina é hoje o museu da escritora.
Cora Coralina faleceu em Goiânia, Goiás, no dia 10 de abril de 1985.
“O CORAÇÃO DO HOMEM CONSIDERA O SEU CAMINHO, MAS O SENHOR LHE DIRIGE OS PASSOS.” Provérbios, 16- 9
Ariano Suassuna é um dramaturgo brasileiro nascido em 16 de junho de 1927, em João Pessoa, no estado da Paraíba. Mais tarde, ele se formou em Direito e em Filosofia, foi professor da Universidade Federal de Pernambuco, além de exercer o cargo de secretário de Cultura do estado do mesmo estado.
Seu pai era então o presidente (seria hoje chamado de governador) do estado da Paraíba e Ariano nasceu nas dependências do Palácio da Redenção, sede do Executivo paraibano. No ano seguinte, o pai deixa o governo e a família passou a morar no sertão, na Fazenda Acauã, em Sousa.
Durante o movimento armado que culminou com a Revolução de 1930, quando Ariano tinha três anos, seu pai João Suassuna foi assassinado por motivos políticos na cidade do Rio de Janeiro e a família mudou-se para Taperoá, onde morou de 1933 a 1937.
O próprio Ariano Suassuna reconhecia que o assassinato de seu pai ocupava posição marcante em sua inquietação criadora.
Ariano foi casado com Zélia de Andrade Lima, com quem teve seis filhos.
Estreou seus dons literários precocemente no dia 7 de outubro de 1945, quando o seu poema “Noturno” foi publicado em destaque no “Jornal do Commercio” do Recife.
As obras de Suassuna já foram traduzidas para o inglês, francês, espanhol, alemão, holandês, italiano e polonês.
De 1990 até o ano de sua morte, ocupou a cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras, cujo patrono é Manuel José de Araújo Porto Alegre, o barão de Santo Ângelo. Foi sucedido por Zuenir Ventura.
Ariano morreu no dia 23 de julho de 2014 no Real Hospital Português, no Recife, vítima de uma parada cardíaca.
A sua produção literária, que engloba poesia, teatro e romances, bem como sua atividade na área da cultura em geral, estão fundamentalmente ligadas aos cenários nordestinos e à cultura popular da região, e foi um grande divulgador dessa cultura para o restante do Brasil, chamando a atenção para a literatura de cordel, os trovadores e repentistas, as artes visuais, o artesanato e a música.
Suas obras tem elementos da cultura erudita e da cultura popular, colocando essas dois modos de cultura não como antagônicos, mas complementares. Entre suas obras mais conhecidas estão Uma Mulher Vestida de Sol (teatro, 1947), Auto da Compadecida (teatro, 1955), O Casamento Suspeitoso (teatro, 1957), A Pena e a Lei (teatro, 1959), premiada no Festival Latino-Americano de Teatro em 1969, e A Pedra do Reino (romance, 1971).
“PORQUE ESTÁ ESCRITO: PELA MINHA VIDA, DIZ O SENHOR, TODO JOELHO SE DOBRARÁ DIANTE DE MIM, E TODA LÍNGUA CONFESSARÁ A DEUS.” Romanos, 14- 11